Bernardo de Irigoyen
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— Província —
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| Localização de Bernardo de Irigoyen na Argentina | ||||
| Província | Misiones |
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| Altitude | 835 m (2 740 ft) | |||
| População | ||||
| - Total | 6,862 | |||
| Fuso horário | EET (UTC+2) | |||
| - Horário de verão | EEST (UTC+3) | |||
Bernardo de Irigoyen é uma cidade argentina, capital do departamento de General Manuel Belgrano da província de Misiones. Se localiza no ponto mais oriental da Argentina, na conhecida "Frontera Seca" com as cidades brasileiras de Dionísio Cerqueira (estado de Santa Catarina) e Barracão (estado do Paraná). Era conhecida como Barracón da Argentina até 11 de junho de 1921, quando recebeu o atual nome em homenagem ao advogado argentino Bernardo de Irigoyen, que no século XIX auxiliou as negociações entre a Argentina e o Brasil sobre a fronteira nessa região.
Sua população é de 6.862 habitantes na área urbana e 7.234 habitantes na área rural segundo o Censo do ano 2005 (INDEC). A cidade encontra-se sobre o ponto mais alto da província de Misiones, o cerro Barracón, com 835 metros de altitude. O total de precipitação por ano é de 2012 milímetros de água.
Área amplamente visitada por turistas brasileiros em compras, já que há inúmeros produtos com valor menor do que aqueles praticados no Brasil. Combustível, bebidas, cosméticos, medicamentos e alguns gêneros alimentícios estão entre os produtos mais visados pelos brasileiros, além, é claro, do câmbio favorável (peso argentino).
Na cidade ainda há pelo menos dois cassinos. Como esses estabelecimentos são proibidos no Brasil, muitos ultrapassam a fronteira internacional para se divertir nesses estabelecimentos.
A circulação entre os países é facilitada devido ao MERCOSUL, zona de livre comércio que permite a circulação livre de burocracia entre seus integrantes de pessoas e mercadorias. Há, na entrada da cidade, dois postos de fiscalização policial - um brasileiro e outro argentino.
Trata-se de uma cidade bem organizada, apesar de visivelmente comprometida pela pobreza (com exceção dos comerciantes) e extremamente dependente do dinheiro injetado em sua economia pelos turistas brasileiros.