Bidê ou Balde

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Bidê ou Balde
Vivi Peçaibes, Carlinhos Carneiro e Rodrigo Pilla se apresentam em show da Bidê ou Balde no Teatro Renascença em Porto Alegre no show que comemorou os 15 anos da banda. / Foto: Eduardo Corrêa Jr.
Informação geral
Origem Porto Alegre, Rio Grande do Sul
País  Brasil
Gênero(s) Rock and roll, pop rock,
indie rock, rock alternativo, rock gaúcho
Período em atividade 1998 – atualmente
Gravadora(s) Abril Music, Antídoto
Página oficial Página oficial
Integrantes Carlinhos Carneiro
Rodrigo Pilla
Vivi Peçaibes
Leandro Sá
Ex-integrantes Katia Aguiar
Rafael Rossato
Pedro Hahn
Sandro Caveira
Gisele Figueredo
André Surkamp

Bidê ou Balde é uma banda de rock brasileira formada em 1998 na cidade de Porto Alegre no Rio Grande do Sul.[1] O nome da banda não tem qualquer significado. Muitos perguntam de onde veio esse nome, mas a banda, a cada vez que é perguntada, mente uma nova resposta.[2]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

O grupo é composto por Carlinhos Carneiro (vocal), Vivi Peçaibes (vocal/teclado), Leandro Sá (guitarra) e Rodrigo Pilla (guitarra), além dos músicos convidados: Marcos Rübenich (bateria) e Lucas Juswiak (baixo).[3]

Outros ex-membros incluem Katia Aguiar (vocal/teclado), André Surkamp (baixo), Pedro Hahn (bateria), Rafael Rossatto (guitarra), Sandro Caveira (bateria) e Gisele Figueredo (vocal).[3]

Influências[editar | editar código-fonte]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

- O CD de estréia foi produzido por Raul Albornoz e Vini Tonello, e contém o hit Melissa, cujo clipe rendeu à banda o prêmio de "Melhor Videoclipe de Artista Revelação" do VMB 2001 da MTV brasileira.[4] . Também é desse disco a música E Por Que Não?, que após a gravação do Acústico MTV Bandas Gaúchas, alguns anos depois, rendeu à banda processos com acusações de incentivo ao incesto e pedofilia.[5]

- O segundo disco da banda foi produzido por Thomaz Dreher. O álbum foi sucesso de crítica, mas não tão bem recebido pelo grande público quanto o primeiro disco. Destacam-se as músicas Hollywood #52, Microondas, Bromélias e Soninho e Cores Bonitas, que contaram com arranjos de cordas e sopros idealizados pelo maestro Leonardo Boff.[5]

- O terceiro disco da banda foi marcado por mudanças de sonoridade após a saída da tecladista Katia Aguiar, apresentando melodias mais simples e baseadas no peso das guitarras de Leandro Sá e Rodrigo Pilla. O grande destaque é a música Mesmo Que Mude. Duas versões desse disco foram lançadas. A primeira, com uma capa prateada em formato de poster conta com 10 músicas, entre elas uma versão de Hoje do Camisa de Vênus, com participação do próprio vocalista da banda homenageada, Marcelo Nova.[5] A segunda versão, de capa branca, conta com nove das dez canções da versão prateada (a música Hoje não está no CD) e mais 5 faixas bônus remixadas.[5] A versão prateada teve tiragem limitada e é vendida nos shows da banda, enquanto a versão branca foi vendida juntamente com a revista do Lobão, Outracoisa, em bancas de jornal pelo país.[5] [6]

EPs[editar | editar código-fonte]

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

Junto com Ultramen, Cachorro Grande e Wander Wildner, neste projeto a banda gravou as músicas Melissa (com a participação de Roger Rocha Moreira, do Ultraje a Rigor), Mesmo Que Mude, Bromélias, Microondas e E Por Que Não?. Após processos movido por ONGs militantes pelos direitos da criança e da mulher, a MTV foi obrigada a relançar o CD e DVD sem essa última música, o que promoveu uma intensa discussão sobre a censura e a liberdade de expressão artística no Brasil.

Clipes[editar | editar código-fonte]

  • Melissa (2001), dirigido por Maurício Eça
  • E Por Que Não? (2002), dirigido por Cristiano Zanella
  • Bromélias (2003), dirigido por Marcelo Nunes
  • Cores Bonitas (2003), dirigido por Rafael Grampá
  • É Preciso Dar Vazão Aos Sentimentos (2004), dirigido por Marcelo Nunes
  • Hoje (2005), dirigido por Vinícius Menezes
  • Lucinha (2013), dirigido por Rafa Braga

Contemporâneos[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências