Biochip

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Biochips são minúsculos laboratórios de análises clínicas do tamanho de um chip de computador, que prometem revolucionar o diagnóstico de doenças, permitindo que os exames laboratoriais sejam feitos em casa ou, no máximo, no próprio consultório médico.

Uso de Biochip para controle de animais[editar | editar código-fonte]

Antigamente os donos de animais domésticos como cães e gatos utilizavam e utilizam ainda a coleira com uma plaquinha de identificação caso seu animal se perdesse nas ruas. Mas como elas podem ser removidas, alguém poderia retirar a identificação e ficar com o animal ou vende lo.

Hoje, desenvolveram um microchip similar ao código de barra e as fitas magnéticas como uma forma de identificação automática. Esses biochips podem implantados por meio cirúrgico ou de injeção.

Esses chips transmitem os dados via rádio frequência ([RFID]) contendo a identificação do animal, endereço, nome dos donos e outros dados necessário para o controle.

As cidades do litoral norte de São Paulo já estão com previsão para o início da instalação desses chips nos animais devido ao grande número de animais perdidos nas ruas, após a data estipulada pela prefeitura para a instalação dos chips, os animais encontrados nas ruas que forem recolhidos e identificação, o dono terá que pagar uma multa para a retirada do animal.

O chip possui o tamanho de um grão de arroz e é biocompatível com o organismo animal para que não há rejeição. O circuito não possui nenhuma bateria e só funciona quando é ativado por rádio frequência para ser monitorado.

O dispositivo de leitura é um dispositivo de varredura ([scanner]) que ao mandar um sinal de baixa frequência, recebe de volta um número de identificação e as informações de um banco de dados são lidas num display [LCD]. Com isso a prefeitura poderá fazer o controle de animais nas ruas, ter as informações dos animais, vacinas e dos donos e diminuir o número de animais abandonados.

Biochip usado em seres humanos[editar | editar código-fonte]

Há também um biochip criado para controle de tratamento de pessoas com câncer. Esse chip é implantado em tumores cancerígenos que através dele é feito o controle em tempo real do paciente, dando informações sobre a dose exata de radiação e o alvo para onde o tratamento deve prosseguir.

Esse biochip troca informações via [Wireless], essa tecnologia ajuda a aumentar a eficiência no tratamento ajudando a reduzir a dose de radiação à qual os pacientes vão receber eliminando de forma plena os tumores.

Esse biochip também funciona com a tecnologia RFID que sem o uso de baterias, facilita a sua miniaturização.

Biochip de uso Genético[editar | editar código-fonte]

A empresa japonesa Toshiba Corporation desenvolveu um no Chip capaz de detectar moléculas de [DNA] em baixas concentrações.

Este chip é um aparelho com sensores capazes de detectar moléculas DNA na amostra que estiver sendo analisada. O novo chip DNA integra seus sensores com circuitos CMOS tradicionais, os mesmos usados em microprocessadores comuns, usados em computadores e em aparelhos eletrônicos.

Estes chips usam elétrodos como sensores para detectar o DNA na forma de corrente eletroquímica que é transmitida para um analisador de genes automático. Quando a concentração de DNA é baixa, a corrente detectada é muito fraca, estando sujeita a interferências quando transmitida para o analisador, o que resulta numa análise incompleta. Com isso, os chips atuais exigem a amplificação do DNA até níveis que atendam à sua capacidade de funcionamento. O novo chip da Toshiba integra um circuito CMOS detector de sinais com cada sensor. Esta estrutura reduz a perda de sinal causada por ruídos e interferências externas, mesmo quando o sinal detectado é fraco.

Biochip utilizado em laboratórios[editar | editar código-fonte]

Alguns Cientistas usaram a tecnologia usada na leitura dos discos rígidos de computador para desenvolver um novo biochip capaz de analisar amostras biológicas com uma precisão inédita. Esse novo biochip utiliza o efeito da [Magnetorresistência Gigante], empregado nas cabeças de leitura dos discos rígidos de computadores. Agora uma equipe de quatro universidades norte-americanas utilizou a mesma tecnologia para construir um biochip que consegue detectar aglomerados magnéticos de dimensões microscópicas. A precisão herdada da cabeça de leitura dos discos rígidos significa que o novo biochip, que ainda está em fase de construção, é capaz de detectar amostras ainda menores do que as que podiam ser analisadas com outras versões de microlaboratórios.

Com isso podemos esperar no futuro não muito distante, análises clínicas e diagnósticos quase instantâneos e com uma precisão muito grande no qual pode se com isso fazer um tratamento mais eficaz e avaliar o desenvolvimento passo a passo.