Biogeografia insular

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Biogeografia insular é um campo de estudo da biogeografia que procura estabelecer e explicar os factores que afectam a riqueza de espécies de uma determinada comunidade isolada numa ilha. Neste contexto, uma ilha pode ser entendida como qualquer área de habitat rodeada por outras áreas com condições adversas às espécies na ilha. Uma "ilha", neste caso, não é necessariamente uma porção de território rodeado pelo oceano, mas também se refere a outras áreas isoladas como montanhas rodeadas por desertos, lagos rodeados por terra seca ou florestas fragmentadas rodeadas por paisagens alteradas pelo homem. Este campo de estudo surgiu nos anos 60 pelos ecólogos Robert MacArthur e E.O. Wilson, que criaram a teoria da biogeografia insular, teoria esta que tentava prever o número de espécies que existiriam ou viriam a existir numa ilha recém-criada.[1]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Leitura adicional[editar | editar código-fonte]

  • MacArthur, R. H. and Wilson, E. O. 1967. The Theory of Island Biogeography. Princeton, N.J.: Princeton University Press.
  • Newmark, W. D., A land-bridge island perspective on mammalian extinctions in western North American parks, Nature, 325, 430 - 432 (29 de Janeiro 1987)
  • David Quammen. 1997. The Song of the Dodo: Island Biogeography in an Age of Extinctions. Scribner. ISBN 0-684-82712-3
  • Allan A. Schoenherr, C. Robert Feldmeth, Michael J. Emerson. 2003. Natural History of the Islands of California. University of California Press.
Ícone de esboço Este artigo sobre ecologia é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Ícone de esboço Este artigo sobre geografia (genérico) é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.