Bitínia

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Bitínia
Bithynia et Pontus SPQR.png
Localização da província (em destaque) no Império Romano.
Anexada em:
Imperador romano:
Capital:
Fronteiras (províncias):
Correspondência actual:

Bitínia foi um reino antigo, e tornou-se uma província romana na parte setentrional da Ásia Menor (corresponde à moderna Turquia Asiática). Estava situada no que agora é o noroeste da Turquia, estendendo-se para o Leste de Istambul, ao longo do litoral meridional do Mar Negro. Esta província surge várias vezes referida como Bitínia e Ponto.

[editar] Reino da Bitínia

A Bitínia foi governada por Dédalo, que causou problemas à cidade grega de Astaco, fundada por colonos de Mégara e reforçada por atenienses. Ele foi sucedido por seu filho Boteiras, que viveu 76 anos. Boteiras foi sucedido por seu filho Bas, que derrotou Calas, general de Alexandre, e manteve os macedônios fora da Bitínia. Bas viveu 71 anos, sendo rei por 50, e foi sucedido por seu filho Zipoetas.[1]

Zipoetas matou um dos generais de Lisímaco, e expulsou outro general do seu reino. Após derrotar Lisímaco e Antíoco, filho de Seleuco, rei da Ásia, Zipoetas fundou uma cidade que ganhou o seu nome. Ele viveu 76 anos, e reinou por 48 anos, deixando quatro filhos.[1]

Nicomedes, o filho mais velho de Zipoetas, não agiu como irmão, mas como executor dos filhos de Zipoetas. Ele aumentou o poder da Bitínia, ajudou os gauleses a cruzarem para a Ásia, durante a invasão gaulesa da Grécia, e fundou a cidade que leva seu nome (Nicomédia).[1]

[editar] O cristianismo na província

Segundo o Novo Testamento, na segunda viagem missionária, o apóstolo Paulo, na companhia de Timóteo e Silas, fez empenho de viajar para a Bitínia, mas uma revelação divina o teria mandado ir para Macedónia (Atos 16:7). Não se menciona esta região como um campo missionário durante a era apostólica.

Já havia uma comunidade cristã quando apóstolo Pedro escreveu a sua primeira epístola canónica, por volta de 6264 d.C. (I Pedro 1:1). Plínio, o Moço, Governador de Bitínia, ao escrever ao Imperador Trajano menciona muitos cristãos na província, declarando que, no começo do século II, o cristianismo não se confinava apenas às cidades, mas se havia espalhado "também às aldeias e aos distritos rurais". (As Cartas de Plínio, X, XCVI, 9)

Referências

  1. a b c Memnon de Heracleia, Livros XIII e XIV, citado por Fócio, Biblioteca de Fócio [em linha]


Províncias romanas por volta de 120 d.C.
Roman Empire.png
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