Bizâncio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde fevereiro de 2013)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Localização de Bizâncio.

Bizâncio (em grego: Βυζάντιον; em latim: Byzantium) foi uma cidade da Grécia Antiga, fundada por colonos gregos da cidade de Mégara, em 667 a.C., que recebeu o nome de seu rei, Bizas ou Bizante (Βύζας ou Βύζαντας, em grego). Os romanos latinizaram o nome para Byzantium. A cidade veio a se tornar o centro do Império Bizantino, a metade do Império Romano que falava o idioma grego, da Antiguidade tardia até a Idade Média, sob o nome de Constantinopla. Foi conquistada pelos turcos, em 1453, e passou a fazer parte do Império Otomano; em 1930 seu nome foi mudado novamente, e passou a se chamar Istambul.

História[editar | editar código-fonte]

Moeda da segunda metade do século II d.C. com a efígie do Rei Bizas.

As origens de Bizâncio estão envoltas em mistério; a origem lendária narra que teria sido Bizas, de Mégara, cidade próxima a Atenas, a fundar a cidade, quando navegava rumo ao nordeste do mar Egeu. Bizas havia consultado o oráculo de Delfos, para perguntar onde construiria uma nova cidade; a resposta do oráculo foi que ele encontraria o local certo no "lado oposto aos cegos". Na época, Bizas não compreendeu o significado; ao chegar no Bósforo, no entanto, ele pode entender o que o oráculo queria dizer: na costa asiática havia uma cidade grega, Calcedônia - seus fundadores deveriam ser cegos, por não ter visto que as terras do lado europeu, a menos de meia milha de distância, eram obviamente melhores para a construção duma cidade. Bizas fundou ali sua cidade, e deu-lhe o nome de Bizâncio.

Pelos indícios históricos, sabe-se que foi uma pequena cidade comercial, devido à sua localização estratégia na única via de entrada para o Mar Negro. Bizâncio eventualmente conquistou a cidade de Calcedônia, do outro lado do Bósforo.

Mapa medieval de Constantinopla, desenhado em 1422 pelo cartógrafo florentino Cristóvão Buondelmonti.

Em 196 d.C., após se aliar ao usurpador Pescênio Níger, contra o imperador Septímio Severo, a cidade foi sitiada pelas forças do Império Romano e sofreu grandes danos. Eventualmente foi reconstruída, e conquistou rapidamente sua prosperidade anterior. Sua localização atraiu o imperador Constantino, que, no ano de 330, a renomeou Nova Roma. Após sua morte a cidade passou a ser chamada de Constantinopla (em em grego: Κωνσταντινούπολις, "cidade de Constantino"), e veio a ser a capital do Império Romano do Oriente, posteriormente conhecido como Império Bizantino.

Esta combinação de imperialismo e localização viria a afetar o papel de Constantinopla como ponto de cruzamento entre dois continentes: a posição era de vital importância comercial, cultural e diplomática, e permitia à cidade controlar as rotas que ligavam a Ásia à Europa, assim como a passagem do Mar Mediterrâneo para o mar Negro.

Em 29 de maio de 1453 a cidade caiu para os invasores turcos, após um longo sítio, e ela se tornou a capital de outro Estado poderoso, o Império Otomano. Passou a se chamar Istambul (oficialmente apenas em 1930), e permanece até hoje a maior e mais importante cidade da República da Turquia.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre História ou um historiador é um esboço relacionado ao Projeto História. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.