Boeing 747

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Boeing 747
New Zealand PW-51.svg
Boeings 747 da Air France no Charles de Gaulle
Descrição
Tipo Avião comercial
Fabricante Boeing
País de Origem  Estados Unidos
Primeiro voo 9 de fevereiro de 1969
Produção 1969–presente
Quantidade produzida 1.500[2]
Capacidade de
passageiros
350 a 585 passageiros
Custo unitário 747-100: $ 24 milhões (1967)
747-200: $ 39 milhões (1976)
747-300: $ 82 milhões (1982)
747-400: $ 228-260 mi (2007)
747-8: $ 285,5-300 mi (2007)
747-8I: $317,5 miliões[1]
Versões Boeing 747SP
Boeing VC-25
Boeing E-4
Boeing 747-400
Boeing 747-8
Boeing 747 LCF
Dimensões
Comprimento 76,4 metros
Envergadura 68,5 metros
Altura 19,4 metros
Pesos
Peso máx. decolagem 747-400: 396.890 kg
Performance
Velocidade máxima 913 km/h
Altitude máxima 48.000 pés / 14.630 metros

O Boeing 747-8 é uma moderna aeronave comercial quadrimotor widebody de grande porte e longo alcance, com motorização turbofan, com capacidade para transportar confortavelmente 467 passageiros em viagens internacionais e intercontinentais, projetada e desenvolvida pela fabricante norte-americana Boeing na década de 2000, fabricada desde alguns anos atrás e com dezenas de unidades já entregues a várias companhias aéreas.[3]

A Boeing Company é um dos maiores grupos industriais de alta tecnologia aeronáutica do mundo, em valor de mercado e receita bruta, e é o segundo maior fabricantes de aeronaves comerciais do planeta, em número de aeronaves vendidas. [4]

História[editar | editar código-fonte]

A Japan Airlines foi uma das maiores operadoras do Boeing 747

O Boeing 747 é o primeiro widebody (aeronave de fuselagem larga) da história da aviação comercial, mede duas vezes e meia o tamanho do Boeing 707, até então a maior aeronave de longo alcance da década de 1960. As suas dimensões são realmente impressionantes, é a terceira maior aeronave comercial fabricada no planeta, atrás apenas do Airbus A380 (maior aeronave comercial para transporte de passageiros) e do Antonov An225 (maior aeronave no mundo, apesar de ser cargueira).

Apelidado de Jumbo[5] [6] , o Boeing 747 é um dos aviões mais conhecidos e admirados da história da aviação e manteve o seu recorde de passageiros transportados por 37 anos, desde seu primeiro voo em 1970.[7]

O Boeing 747 é um quadrimotor turborreator que apresentou a primeira configuração double decker (dois andares para passageiros em parte da fuselagem da aeronave) da aviação, que constitui sua característica física mais notável: a corcova súpero-anterior. A Boeing projetou o andar superior ao pavimento para servir como um salão, para a primeira classe ou para lugares extras, e permitir que as aeronaves fossem facilmente convertidas em cargueiros através da remoção de assentos e pela instalação de uma porta de carga na sua parte dianteira.

À época de seu desenvolvimento, a Boeing tinha a expectativa de produzir logo aviões supersônicos, o que seria prejudicial ao Jumbo se ele não fosse conversível. Por isso esperavam a venda de no máximo 400 unidades, até que se tornasse obsoleto[8] [9] , mas ele excedeu as previsões dos críticos do projeto e excedeu as previsões do próprio fabricante, ultrapassando a marca de 1.000 unidades fabricadas em 1993[10] , e em junho de 2009 a marca era de 1.416 aeronaves em 107 configurações diferentes. O avião ainda é produzido na sua versão mais moderna Boeing 747-8 e está disponível nas configurações para passageiros, cargas, executiva e militar.[11]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Jumbo da Nasa transportando o ônibus espacial Atlântis

Na década de 1960 a Força Aérea dos Estados Unidos lançou uma concorrência para um novo modelo de avião para transporte pesado e de grande alcance. A Boeing apresentou o seu projeto, mas não foi a vencedora da concorrência. Restou então ao fabricante oferecer a aeronave para uso civil, e assim nasceu o modelo Boeing 747, com capacidade uma vez e meia superior ao maior modelo em uso na época.

As 25 primeiras encomendas do Boeing 747 foram feitas pela Pan Am, seguidas por Lufthansa e Japan Airlines. Seu lançamento ocorreu em 1966 e o primeiro voo em 1969. Em janeiro de 1970 fez sua estréia em voos comerciais, cruzando o Oceano Atlântico nas cores da Pan Am, inaugurando assim a era dos wide-body, ou aeronaves de fuselagem larga, com dois corredores para acesso às poltronas.

Os fabricantes de aeronaves quadrimotoras estão dispensados da exigência de certificação ETOPS para a posterior operação dessas aeronaves sobre oceanos, desertos e florestas. Quando o Boeing 747 foi lançado na década de 1960, era mais fácil fabricantes de aeronaves quadrimotoras e trimotoras convencerem autoridades aeronáuticas e companhias aéreas sobre os níveis de segurança de seus projetos, para viajar sobre o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico, o que não acontece hoje em dia, pois as aeronaves comerciais bimotoras estão mais confiáveis que antigamente. Esta é uma das explicações para o sucesso de vendas do quadrimotor Boeing 747 na década de 1970.

Depois do modelo inicial Boeing 747-100, a Boeing desenvolveu a versão Boeing 747-100B, com maior peso máximo de decolagem (MTOW), e o Boeing 747-100SR (Short Range), com maior capacidade de passageiros. O aumento do peso máximo de decolagem de aeronaves permite transportar mais combustível e, consequentemente, ter maior alcance.

O modelo seguinte foi o Boeing 747-200 em 1971, com motores mais potentes e peso máximo de decolagem superior. Versões cargueiras e versões combi (uma parte da fuselagem usada para transportar passageiros e outra parte para transportar cargas aéreas) também foram produzidas.

O Boeing 747-SP (performance especial), tem um alcance maior e entrou em serviço em 1976.

O Boeing 747-300 foi lançado em 1980 como resultado de estudos para aumentar a capacidade do Boeing 747. O primeiro Boeing 747-300 foi concluído em 1983 e tinha o segundo andar mais longo, aumento da velocidade de cruzeiro e aumento da capacidade de assentos. A designação original do 747-300 foi 747SUD (deck superior alongado).

A versão 747-400[editar | editar código-fonte]

Boeing 747-400 da companhia australiana Qantas

O Boeing 747-400, a versão mais conhecida, está entre os mais rápidos aviões comerciais em serviço, com velocidade de cruzeiro de aproximadamente 913 km/h e um alcance geodésico aproximado de 13.450 km (alcance intercontinental)[12] .Essa versão, na configuração para transporte de pessoas, pode acomodar confortavelmente 416 passageiros (típica de três classes, comum em voos intercontinentais) ou 524 passageiros (típica de duas classes).

A versão Boeing 747-400 foi fabricada até 2009, foi uma das versões do Boeing 747 que receberam a maior quantidade de inovações técnicas e a introdução de novos materiais mais leves (principalmente o material composto) que permitiram uma significativa redução de peso e, como consequência, redução no consumo de combustível, além da adoção de motores mais silenciosos e de manutenção mais barata. Porém, as partes principais da fuselagem, das asas e da empenagem de todas as versões do Boeing 747 sempre foram construídas em alumínio e ligas metálicas.

O Boeing 747-400 entrou em serviço em 1989, tendo a Northwest Airlines como seu primeiro cliente.

Essa versão modernizada do Boeing 747 possui capacidade máxima de até 580 passageiros, em configuração de classe única. Tem comprimento total de 70,7 metros, envergadura de 64,4 metros, velocidade de 939 km/h, e capacidade de carga de 412,7 toneladas.

Versões e configurações[editar | editar código-fonte]

  • Boeing 747-100 - Foi a primeira versão fabricada;
  • Boeing 747-200 - A Boeing lançou essa versão em 1971, com novos motores e maior capacidade;
  • Boeing 747 SP - Foi uma das versões de maior alcance da família Boeing 747. Entrou em serviço em 1975 com alcance de 12.720 quilômetros. Em 1989 a Boeing encerrou a produção do avião.
  • Boeing 747-300 - Houve aumento da capacidade de transportar passageiros, até 400 pessoas.
  • Boeing 747-400 - Estreou em 1985, com um aumento na capacidade, novos motores, aviônicos mais modernos, maior quantidade de partes em material composto e instalação de winglets nas pontas das asas.
  • Boeing 747-8 - Com encomendas já entregues, é uma super remodelação no veterano avião, um grande clássico da aviação comercial, que utiliza maior quantidade de materiais compostos e algumas tecnologias desenvolvidas para a linha de aeronaves Boeing 787. Tem versões para cargas e passageiros, porém a maioria dos operadores prefere utilizar a versão cargueira. A primeira operadora da versão de carga foi a Cargolux e, da versão passageiros 747-8 I, a Lufthansa

A versão 747-8[editar | editar código-fonte]

Boeing 747-8F - Versão cargueira em operação no Japão, pela Cargolux

O Boeing 747-8 é uma nova e moderna versão do Boeing 747-400 anunciada pela Boeing em 14 de novembro de 2005. Essa nova versão modernizada usa a mesma tecnologia de motorização da fabricante de motores General Electric, usada no moderníssimo Boeing 787, daí o uso do "8" na denominação da versão Boeing 747-8.[13] [14] [15]

Essa nova versão é projetada para ser mais silenciosa, mais econômica e ecológica que a versão anterior Boeing 747-400.

O Boeing 747-8 tem a fuselagem ainda mais alongada para transportar mais passageiros. A versão de passageiros, chamada Boeing 747-8 Intercontinental ou 747-8 I, é projetada para transportar até 467 passageiros em uma configuração de três classes e voar mais de 15.000 quilômetros a aproximadamente 910 km / h.

O primeiro Boeing 747-8 fabricado para venda foi entregue em maio de 2012 à companhia aérea alemã Lufthansa. A força de propulsão é fornecida pelos motores General Electric GEnx-2B67.

A versão cargueira de nova geração denominada Boeing 747-8F é derivada do Boeing 747-400ERF. Essa versão tem 16 % mais capacidade de carga que seu antecessor, permitindo-lhe transportar sete contêineres de carga padrão adicionais, com uma capacidade máxima de carga de 154 toneladas. O Boeing 747-8F fez seu voo inaugural em 8 de fevereiro de 2010.

No modelo Boeing 747-8, versão atual, a velocidade foi mantida, mas a autonomia de voo aumentou para 15.815 km, e o peso máximo de decolagem elevado para 442 666 kg. O mesmo aconteceu com o número máximo de passageiros. Ele passou de 524 para 581, na versão configurada com duas classes.

O Boeing 747 será futuramente substituído pelo Boeing Y3, parte do Boeing Yellowstone Project de desenvolvimento de novos aviões.[16]

Outros dados[editar | editar código-fonte]

  • Conta com dois andares, porém apenas na parte frontal da fuselagem.
  • Foi o maior avião de passageiros do mundo, até o advento do Airbus A380.
  • Foi o maior avião do mundo, até o advento do Antonov An-225
  • Foi utilizado pela Nasa para transportar as suas naves espaciais.
  • A Boeing, ao contrário da Airbus, acredita que o futuro da aviação está em aeronaves menores que o 747, como por exemplo o birreator 787. Porém, após serem grandes as encomendas do A380, a Boeing resolveu lançar o 747-8F, modelo cargueiro de grande porte, e sua versão de passageiros (que será entregue posteriormente), o 747-8I, com capacidade maior que o modelo 747-400.
  • O piloto norueguês Geir Skailand deseja comprar um Boeing 747 para o transformar na sua própria casa que também poderá servir de local de interesse turístico.

Mercado[editar | editar código-fonte]

A Singapore Airlines foi uma das maiores operadoras do Boeing 747
Boeing 747-400 3view.svg

A Boeing Company americana enfrenta atualmente uma dura concorrência com a Airbus européia pela liderança no mercado mundial de transporte aéreo comercial. A Airbus é o maior fabricante de aeronaves comerciais do planeta e empregou no seu maior produto comercial Airbus A380 quase tudo o que existe de mais avançado na construção de aeronaves, principalmente o uso intensivo de material composto na construção da fuselagem do gigante voador europeu.[17] Assim, a Boeing desenvolve hoje em dia o 787 dreamliner para contra-atacar.

Atualmente, o único concorrente direto do Boeing 747-8 Intercontinental, na faixa de 450 passageiros até 700 passageiros só em classe econômica , é o Airbus A380, mas os jatos bimotores intercontinentais de grande porte Airbus A-330-300 e, em breve, o Airbus A350 XWB, também podem ser considerados concorrentes por suas capacidades elevadas de passageiros e velocidade.

De modo geral, aeronaves bimotoras apresentam custo operacional bem mais baixo que aeronaves quadrimotoras de tamanho e capacidade semelhantes. Porém, até onde se sabe, ainda não há tecnologia comercialmente viável no planeta para gerar simultaneamente 280.000 libras de potência (o caso do Airbus A380) ou simultaneamente 266.000 libras de potência (o caso do Boeing 747-8 Intercontinental) com o uso de apenas dois motores. Portanto, a única solução para transportar simultaneamente e confortavelmente 450 passageiros, ou mais, é a aeronave dotada de quatro motores, o quadrimotor ou quadrirreator.

Grandes companhias aéreas preferem transportar simultaneamente o maior número possível de passageiros no menor número possível de aeronaves em viagens internacionais e intercontinentais, em função de algo que em economia e administração de empresas costumam chamar de economia de escala.

Porém, o problema atual das aeronaves quadrimotoras (quatro motores) e trimotoras (três motores) é o excesso de complexidade dos sistemas elétrico, hidráulico, eletrônico e mecânico, que exigem mais atenção e mais tempo na manutenção e na operação, o que eleva seus custos de manutenção e reduz sua competitividade.[18]

Os fabricantes tentam contornar estas situações complicadas com a adoção de uma variedade de novas tecnologias, tomando como exemplo o moderníssimo superjumbo europeu Airbus A380, com número elevado de controles automatizados e uso intensivo de materiais compostos na construção da aeronave, para simplificar a operação e reduzir o peso da aeronave, respectivamente.

É inevitável a comparação do Boeing 747-8 I com os atuais e modernos bimotores de grande porte com certificação ETOPS, alguns deles inclusive fabricados pela própria Boeing, como o moderníssimo e econômico Boeing 787, o Boeing 777-300 e os jatos fabricados pela Airbus, como o Airbus A330-300 e Airbus A350 XWB.

É uma tendência natural a substituição gradativa das versões mais antigas do Boeing 747 por outras alternativas mais racionais e econômicas, principalmente bimotores, sem que isso signifique redução dos níveis de segurança, já que o índice de falhas dos motores turbofan produzidos pelas grandes marcas internacionais Rolls-Royce, Pratt & Whitney e General Eletric continua sendo gradativamente reduzido para níveis baixíssimos.[18]

Outra nova tendência da indústria aeronáutica mundial para o futuro é a substituição de uma parte dos atuais mecanismos atuadores hidráulicos por mecanismos atuadores elétricos, na mesma proporção e no mesmo ritmo de desenvolvimento das novas tecnologias de geração e armazenamento de energia elétrica a bordo das aeronaves, visando uma maior redução de peso e complexidade.

As versões mais antigas do Boeing 747 estão sendo atualmente transformadas gradativamente em cargueiros.

Segurança[editar | editar código-fonte]

Boeing's 747-400 da British Airways

É um avião muito seguro, mas este envolvido no pior acidente da história da aviação mundial, ocorrido no Aeroporto de Los Rodeos, cidade de Tenerife, nas Ilhas Canárias, este, porém, por falha humana.

Dois Boeings 747, um da companhia holandesa KLM e outro da americana Pan Am, colidiram na tarde de 27 de março de 1977. O holandês decolava, o americano taxiava, em pista com denso nevoeiro quando o piloto da KLM tentou decolar inadvertidamente e, sem visual, colidiram, deixando um saldo de 583 mortos.

O 747 também foi envolvido no segundo pior desastres aéreo, em 12 de Agosto de 1985, no voo 123 da JAL (Japan Airlines). O avião saiu de Tóquio em direção a Osaka e a cauda se desprendeu do avião e o mesmo ficou sem o estabilizador vertical e com danos nos controles hidráulicos da aeronave. Apesar disso, o avião sofreu descompressão, o piloto conseguiu manter o avião no ar durante trinta minutos até ele se chocar com o Monte Takamagahara a 100 km de Tóquio. Dos 524 passageiros, apenas 4 sobreviveram.

Também esteve envolvido no 3º maior desastre e no 5º. Em 1996 um 747 da Saudi Arabian Airlines (voo 763) colide com um Ilyushin Il-76 da Air Kazakhstan causando 349 mortes. Em 1985, um 747 da Air India explode no sul da Irlanda devido a uma bomba, causando 329 mortes.

Maiores operadores[editar | editar código-fonte]

As 13 companhias com mais Boeings 747
(em 11 de agosto de 2006)
Companhia aérea Número de exemplares
(em serviço)
1 Reino Unido British Airways
57
2 Coreia do Sul Korean Air
46
3 República da China China Airlines
34
4 França Air France
32
5 Alemanha Lufthansa
30
6 Austrália Qantas
30
7 Estados Unidos United Airlines
29
8 Malásia Malaysia Airlines
23
9 Hong Kong Cathay Pacific
23
10 Países Baixos KLM Royal Dutch Airlines
22
11 Japão All Nippon Airways
21
12 Estados Unidos Northwest Airlines
18
13 Luxemburgo Cargolux
14
  • Frota Atualizada em 01/10/2010
  • A Japan Airlines parou de operar seus Boeing 747 em virtude de problemas financeiros.
  • A Singapore Airlines encerrou suas operaçoes com o Boeing 747 no dia 06/04/12


Especificações (747-100B; 747-200B; 747-300; 747-400; 747-400ER; 747-8I)

Descrições gerais
  • Tripulação: 2 (747-400; 747-400ER; 747-8I) - 3 (747-100B; 747-200B; 747-300)
  • Capacidade:
    (747-100B; 747-200B) SR: 550 (1-classe)
    539 (1-classe)
    452 (2-classe)
    366 (3-classe)
    (747-300) 565 (1-classe)
    496 (2-classe)
    412 (3-classe)
    (747-400; 747-400ER) 660 (1-classe)
    524 (2-classe)
    416 (3-classe)
    (747-8I) 605 (máximo)
    467 (3-classe)
  • Comprimento:
    (747-100B; 747-200B; 747-300; 747-400; 747-400ER) 70,6 m (232 ft)
    (747-8I) 76,25 m (250 ft)
  • Envergadura:
    (747-100B; 747-200B; 747-300) 56,9 m (187 ft)
    (747-400; 747-400ER) 64,4 m (211 ft)
    (747-8I) 68,5 m (225 ft)
  • Altura:
    Altura na cauda: (747-100B; 747-200B; 747-300) 19,3 m (63,3 ft)
    (747-400; 747-400ER) 19,4 m (63,6 ft)
    (747-8I) 19,4 m (63,6 ft)
  • Área alar:
    (747-100B; 747-200B; 747-300) 510,95  (5 500 ft²)
    (747-400; 747-400ER) 525  (5 650 ft²)
    (747-8I) 554  (5 960 ft²)
  • Peso vazio:
    (747-100B) 162 400 kg (358 000 lb)
    (747-200B) 174 000 kg (384 000 lb)
    (747-300) 178 100 kg (393 000 lb)
    (747-400; 747-400ER) 178 756 kg (394 000 lb); ER: 184 600 kg (407 000 lb)
    (747-8I) 214 503 kg (473 000 lb)
  • Peso de decolagem:
    (747-100B) 33 390 kg (73 600 lb)
    (747-200B; 747-300) 377 842 kg (833 000 lb)
    (747-400; 747-400ER) 396 890 kg (875 000 lb); ER: 412 775 kg (910 000 lb)
    (747-8I) 442 253 kg (975 000 lb)
  • Capacidade de combustível:
    (747-100B) 48 445 US-gal (183 000 l)
    (747-200B; 747-300) 52 410 US-gal (198 000 l)
    (747-400; 747-400ER) 57 285 US-gal (217 000 l); ER: 63 705 US-gal (241 000 l)
    (747-8I) 64 225 US-gal (243 000 l)
Motorização





Potência dos Motores(Empuxo e força por motor)
747-100B 747-200B 747-300 747-400
747-400ER
747-8I
Pratt & Whitney 46 500 lbf (21 100 kgf) (207 kN)
Rolls-Royce 50 100 lbf (22 700 kgf) (223 kN)
Pratt & Whitney 54 750 lbf (24 800 kgf) (244 kN)
General Electric 52 500 lbf (23 800 kgf) (234 kN)
Rolls-Royce 53 000 lbf (24 000 kgf) (236 kN)
Pratt & Whitney 54 750 lbf (24 800 kgf) (244 kN)
General Electric 55 640 lbf (25 200 kgf) (247 kN)
Rolls-Royce 53 000 lbf (24 000 kgf) (236 kN)
Pratt & Whitney 63 300 lbf (28 700 kgf) (282 kN)
General Electric 62 100 lbf (28 200 kgf) (276 kN)
Rolls-Royce 60 600 lbf (27 500 kgf) (270 kN)
ER: General Electric 62 100 lbf (28 200 kgf) (276 kN)
General Electric GEnx 66 500 lbf (30 200 kgf) (296 kN)

Veja também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Boeing Commercial Airplanes prices, The Boeing Company. Visitada em 26 de Junho de 2007.
  2. "Boeing Delivers 1,500th 747". Boeing, 28 de junho de 2014.
  3. Branson, Richard. "Pilot of the Jet Age." Time, December 7, 1998. Retrieved: December 13, 2007.
  4. http://finance.yahoo.com/q/is?s=BA&annual
  5. "Woman to build house out of 747." BBC News, April 20, 2006. Retrieved: December 11, 2007.
  6. "Creating Worlds: Adventures Aviation (review)." Amazon.com. Retrieved: December 11, 2007.
  7. A380 superjumbo lands in Sydney BBC (25 October 2007). Visitado em 2009-06-12. The superjumbo's advent ends a reign of nearly four decades by the Boeing 747 as the world's biggest airliner.
  8. Orlebar 2002, p. 50.
  9. Wald, Matthew L. 747 "Fleet's Age at Issue During Flight 800 Hearing." New York Times, December 12, 1997. Retrieved: December 17, 2007.
  10. [Sutter p259">Sutter 2006, p. 259]
  11. "747 Model Orders and Deliveries data.". The Boeing Company, June 2009. Retrieved: July 4, 2009.
  12. "Technical Characteristics – Boeing 747-400", The Boeing Company. Retrieved: 29 April 2006.
  13. [1]
  14. [2]
  15. [3]
  16. "Airbus A350 XWB puts pressure on Boeing 777." Flight International. November 27, 2007.
  17. [4]
  18. a b Fim do Reinado do 747 Aero Magazine. Visitado em 6 de outubro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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