Borland

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Borland Software Corporation
Borland logo.svg
Slogan The Open ALM Company
Tipo Subsidiária
Fundação Califórnia (1983)
Sede Estados Unidos
Proprietário(s) Micro Focus
Pessoas-chave Erik Prusch- CEO
Rich Novak
Gregory Wrenn
Mike Martin
Cheri Bergeron - Founders
David Wilby
Chuck Maples
Tom Triolo
Melissa Frugé
Empregados 700+
Produtos Borland CaliberRM, Borland SilkCentral Test Manager, Borland SilkTest, Borland SilkPerformer, Borland Gauntlet, Borland StarTeam, Borland Together, Borland Tempo, Borland Caliber DefineIT
Lucro Baixa-$215.7 million USD (2008)
Faturamento Baixa$172 million USD (2008)[1]
Página oficial www.borland.com

A Borland Software Corporation é uma empresa de software com sede em Austin, Texas. Foi fundada em 1983 por Niels Jensen, Ole Henriksen, Mogens Glad e Philippe Kahn.

Em fevereiro de 2006 a Borland anunciou planos de separar o mercado de IDE, conhecido como Grupo de Ferramentas para Desenvolvedores, de modo a permitir que a empresa mantivesse foco exclusivo no mercado corporativo e na evolução de seu mercado de Gerenciamento do Ciclo de Vida da Aplicação (ALM). Como parte deste plano a Borland adquiriu a Segue Software Inc. (NASDAQ CM: SEGU), uma fornecedora de ferramentas para qualidade e testes de software.

Em novembro de 2006 a empresa anunciou a decisão de separar o Grupo de Ferramentas de Desenvolvedores em uma subsidiária independente chamada CodeGear.

No dia 7 de maio de 2008 a empresa anunciou a venda de sua subsidiária CodeGear para a Embarcadero Technologies por $23 milhões de dólares.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Anos 80: Fundação[editar | editar código-fonte]

Três dinamarqueses - Niels Jensen, Ole Henriksen e Mogens Glad – fundaram a Borland Ltd. em agosto de 1981 para desenvolver produtos para o sistema operacional CP/M, usando uma empresa criada exclusivamente para este fim. Contudo, a resposta obtida por seus produtos na feira CP/M-82 de São Francisco deixou claro que seria necessário contar com uma empresa sediada nos EUA para atingir o mercado americano. Fizeram contato com Philippe Kahn, que havia recentemente se mudado para o Vale do Silício depois de trabalhar como desenvolvedor estratégico da Micral.

Até então experimentando sucesso, os três dinamarqueses embarcaram no mercado de software inicialmente a partir da Dinamarca, passando depois pela Irlanda, até enfrentarem alguns desafios no período em que tiveram contato com Philippe Kahn. A parceria parece ter sido benéfica a todos os envolvidos. Philippe Kahn manteve o cargo de Diretor, Presidente e CEO da Borland Inc. desde sua concepção em 1983 até deixar a empresa em 1995. Os maiores acionistas da Borland nesta época eram Niels Jensen (250,000 ações), Ole Henriksen (160,000), Mogens Glad (100,000) e Philippe Kahn (80,000).

A Borland lançou uma série de sucessos de venda, incluindo o Sidekick, o compilador de linguagem de programação Turbo Pascal, o SuperKey e o Lightning, todos desenvolvidos na Dinamarca. Segundo registros do IPO de Londres, a equipe gerencial era composta por Philippe Kahn como Presidente, Spencer Ozawa como VP de Operações, Marie Bourget como CFO, Spencer Leyton como VP de desenvolvimento de negócios. Todo o desenvolvimento de softwares ainda era mantido na Dinamarca, posteriormente passando para Londres, quando da mudança dos co-fundadores para lá. Ainda enquanto os dinamarqueses eram maioria entre os acionistas a diretoria era composta por Philippe Kahn, Tim Berry, John Nash e David Heller. Com a ajuda de John Nash e David Heller - ambos membros britânicos da diretoria da Borland – em 1986 a empresa tornou-se pública no Unlisted Securities Market (USM) de Londres. Shroders foi o banqueiro com maior participação no investimento.

A primeira oferta de ações da empresa no mercado americano ocorreu em 1989, depois de Ben Rosen se unir à diretoria da Borland tendo em Goldman seu principal financiador. Uma segunda oferta ocorreu em 1991, tendo Lazard como principal financiador. Todas as ofertas obtiveram grande sucesso e tiveram procura excedente.

A Borland desenvolve uma série de apreciadas ferramentas de desenvolvimento de software. Seu primeiro produto foi o compilador de linguagem de programação Turbo Pascal, que usava o compilador desenvolvido por Anders Hejlsberg. Em 1984 foi lançado o SideKick, um utilitário de organização de tempo, caderno de notas e calculadora, notável para a época por ser um programa TSR (Terminate and Stay Resident).
Em 1985 a Borland adquiriu a Analytica e seu banco de dados Reflex. A equipe de engenharia da Analytica, gerenciada por Brad Silverberg, com a participação do co-fundador da Reflex - Adam Bosworth – tornou-se a base da equipe de engenharia da Borland nos EUA. Brad Silverberg foi VP de Engenharia até deixar a empresa em 1990 para dirigir a divisão de Sistemas Pessoais da Microsoft. Adam Bosworth iniciou e coordenou o projeto das planilhas Quattro até partir para a Microsoft no final dos anos 90, onde assumiu o projeto que posteriormente viria a se tornar o Access.

Em 1987 a Borland adquiriu a Wizard Systems e incorporou partes da tecnologia Wizard C ao Turbo C. Bob Jarvis, autor do Wizard C, passou a integrar o quadro da Borland. O compilador de linguagem de programação Turbo C foi lançado em 18 de maio de 1987 e estima-se que 100 mil cópias tenham sido vendidas no primeiro mês em que foi disponibilizado. Isso aparentemente representou uma ruptura entre a Borland e Niels Jensen e parte de sua equipe, que havia trabalhado com compiladores, ocasionando um acordo pela criação da empresa TopSpeed. Lançaram um compilador - o TopSpeed Modula-2 - que ainda hoje existe como tecnologia subjacente da Linguagem de Programação Clarion 4GL, uma ferramenta de desenvolvimento do Windows.

Em setembro de 1987 a Borland adquiriu a Ansa-Software, inclusive sua ferramenta de gerenciamento de bancos de dados Paradox (versão 2.0). Richard Schwartz, CEO da Ansa, tornou-se CTO da Borland, enquanto Ben Rosen passou a integrar a diretoria da empresa.

A planilha de cálculo Quattro Pro foi lançado em 1989, com um notável avanço para a época, além de capacidades de criação de gráficos. O desenvolvimento Lotus, liderado por Jim Manzi, processou a Borland por quebra de direitos autorais (ver "aparência e aspecto"). O litígio fez com que os padrões abertos da Borland ganhassem destaque em contraposição à abordagem ‘fechada’ do Lotus. Foi sob a liderança de Kahn que a Borland se posicionou com relação a seus princípios e anunciou que combateria o posicionamento legal do Lotus, prometendo "lutar pelos direitos dos programadores".[carece de citação] Depois de 6 anos de litígio a Suprema Corte Americana validou a posição da Borland, dando perda de causa para a Lotus.

À época a Borland já era reconhecida por sua abordagem prática e criativa com relação à pirataria de software e propriedade intelectual (IP), apresentando seu "Acordo de Licenciamento Livre de Contrassensos". Isso permitiu que os desenvolvedores/usuários utilizassem seus produtos "como a um livro"; o usuário poderia realizar várias cópias do programa, desde que duas ou mais das mesmas não fossem utilizadas ao mesmo tempo.

Anos 90: Surgimento e Mudança[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 1991 a Borland adquiriu a Ashton-Tate, agregando os bancos de dados dBase e InterBase aos seus produtos, em uma transação que se deu exclusivamente no mercado de ações. A concorrência com a Microsoft foi feroz. A Microsoft lançou o banco de dados concorrente - Microsoft Access - e adquiriu o clone do dBase - FoxPro – em 1992, oferecendo preços abaixo dos praticados pela Borland. Durante o início dos anos 90, a Borland fabricou o Compilador da Linguagem de Programação C e C++, seu uso, foi superior à taxa de implementação da Microsoft. A Borland sobreviveu como empresa, mas já sem domínio absoluto sobre o mercado de ferramentas de software. Passou por uma transição radical envolvendo o produto planilha de cálculos, fontes de financiamento e recursos humanos, tornando-se uma empresa completamente distinta daquela que enfrentou a Microsoft (Excel) e a IBM (Lotus 1-2-3) nos primeiros anos da década de 90.

Os problemas internos que surgiram com a fusão da Ashton-Tate explicam a queda em grande parte. O portfolio de produtos da Ashton-Tate acabou por se mostrar fraco, sem perspectiva de evolução no ambiente GUI do Windows. Quase todas as linhas de produto foram descontinuadas. A consolidação de escritórios de suporte e desenvolvimento em duplicidade se mostrou cara e com poder desagregador. Pior ainda, a maior receita da nova empresa era o dBASE, que não contava com uma versão pronta para Windows. A Borland teve um projeto interno para clonar o dBASE, que deveria rodar em Windows e era parte da estratégia da aquisição.

Contudo, ao final de 1992 o plano foi abandonado devido a falhas técnicas, forçando a empresa a constituir uma equipe de substituição (a equipe ObjectVision, redistribuída) liderada por Bill Turpin, para refazer a tarefa. A Borland então perdeu a força financeira necessária para projetar seu negócio, retirando recursos internos de outros produtos para amparar a iniciativa do dBASE/W. Dispensas temporárias ocorreram em 1993 para manter a solvência da empresa: o terceiro corte de custos em 5 anos. Quando o dBASE for Windows finalmente foi finalizado - fruto de um esforço louvável, e ainda que sendo um bom produto - a comunidade de desenvolvedores já havia mudado para outros produtos, tais como o o compilador de banco de dados Clipper e FoxBase. O dBASE nunca reconquistou de modo significativo o mercado que um dia foi do Ashton-Tate. Isso ocorreu tendo como pano de fundo o surgimento do mercado de produtos Office da Microsoft.

Uma mudança nas condições do mercado também contribuiu para a queda do destaque da Borland. Na década de 80 as empresas contavam com poucas pessoas que realmente compreendessem o crescente fenômeno do computador pessoal, de modo que a maior parte do pessoal técnico tinha autorização para adquirir qualquer software que achasse necessário. A Borland realizou um excelente trabalho de vendas para profissionais altamente técnicos. Na metade da década de 90, contudo, as empresas passaram a se perguntar qual havia sido o retorno do investimento realizado nesta febre de aquisição de softwares para PC. Os executivos começaram a fazer perguntas de difícil resposta para o pessoal técnico, o que ocasionou o surgimento dos padrões corporativos. Isso fez com que novas formas de marketing e novos materiais de suporte passassem a ser necessários, mas a Borland manteve seu foco na qualidade e na ciência por trás da criação de softwares.

Em 1993 a Borland se aproximou da WordPerfect, visando uma possível suíte de programas que fosse capaz de concorrer com a nova estratégia de integração da Microsoft. O WordPerfect também estava se recuperando de uma transição tardia e conturbada para Windows. A eventual iniciativa conjunta, chamada Borland Office for Windows (a união do processador de textos WordPerfect, da planilha Quattro Pro e do banco de dados Paradox) foi apresentada durante o Comdex de 1993. O Borland Office nunca obteve significativo sucesso contra o Microsoft Office. O WordPerfect foi então adquirido pela Novell.

Em outubro de 1994 a Borland vendeu a planilha de cálculos Quattro Pro e o Paradox para a Novell por $140 milhões de dólares, em espécie [dúbio –discutível] reposicionando o foco da empresa para suas ferramentas de desenvolvimento de software e seu banco de dados Interbase, e também representando uma guinada rumo a cenários cliente-servidor de aplicações corporativas. Tal guinada, especificamente, provou ser uma boa base para a mudança para ferramentas de desenvolvimento para web.

Philippe Kahn e a direção da Borland discordaram sobre qual deveria ser o foco da empresa. Em janeiro de 1995 Kahn abriu mão de seu cargo como Diretor, CEO e Presidente da Borland: posição que ocupou por 12 anos. Seu desligamento do cargo se deu de modo amigável, e Kahn continuou sendo membro da mesa diretora da Borland até 7 de Novembro de 1996, quando abandonou esta posição.[4] A Borland nomeou Gary Wetsel como CEO, mas ele renunciou ao cargo em julho de 1996. William F. Miller foi CEO interino até setembro do mesmo ano, quando Whitney G. Lynn tornou-se presidente interino e CEO. Desde então foi vista uma sucessão de CEOs, incluindo Dale Fuller e Tod Nielsen.

Philippe Kahn foi co-fundador da Starfish Software em 1994, tendo sido pioneiro da sincronização wireless. A empresa é de propriedade da Nokia. Kahn então fundou a LightSurf em 1998, depois de inventar o telefône câmera em 1997, algo que ele detalha em uma recente entrevista ao NPR.

O ambiente Delphi 1 de desenvolvimento rápido de aplicações (RAD) foi lançado em 1995, sob a liderança de Anders Hejlsberg.

Os anos Inprise e as mudanças de nome[editar | editar código-fonte]

Em 25 de Novembro de 1996, Del Yocam foi contratado como CEO e Presidente da Mesa Diretora da Borland.

Em 1997 a Borland vendeu a Paradox para a Corel.[dubious – discuss] Em novembro de 1997 a Borland adquiriu a Visigenic, uma empresa middleware com foco em implementações de CORBA. Em 29 de Abril de 1998 a Borland mudou o foco de seus esforços para o desenvolvimento de aplicações corporativas, passando então a se chamar Inprise Corporation (nome este que surgiu do slogan Integrating the Enterprise). A idéia geral era a de integrar as ferramentas da Borland - Delphi, C++ Builder e JBuilder – aos softwares do ambiente corporativo, incluindo as implementações de CORBA da Visigenic - Visibroker for C++ e Java, e o então recente produto – Servidor de Aplicações(Application Server). Por alguns anos (tanto antes quanto depois do nome Inprise) a Borland sofreu com perdas financeiras sérias e com uma fragilizada imagem pública. Quando o nome foi alterado para Inprise, vários pensaram que a Borland havia saído do mercado. Em março de 1999 o dBase foi vendido para a KSoft, Inc. que logo depois passou a se chamar dBASE Inc. (Em 2004 a dBASE Inc. foi novamente rebatizada, então como dataBased Intelligence, Inc.). Em 1999, no meio da crise de identidade da Borland, Dale L. Fuller tomou o lugar do CEO Del Yocam. O título de Fuller era o de "presidente interino e CEO." O termo "interino" foi descartado em dezembro de 2000. Keith Gottfried atuou em posições executivas sênior na empresa de 2000 a 2004. Uma proposta de fusão entre a Inprise e a Corel foi anunciada em fevereiro de 2000, com vistas a produzir produtos baseados no Linux. Tal esquema foi abandonado quando as ações da Corel caíram e passou a ser claro que não havia adequação estratégica real. O InterBase 6.0 foi disponibilizado como produto de código aberto em julho de 2000.

Borland renasce em nome e fama[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2001 o nome Inprise foi abandonado e a empresa tornou-se mais uma vez "Borland".

Sob o nome Borland e com nova equipe gerencial liderada pelo Presidente e CEO Dale L. Fuller, a agora menor e lucrativa Borland mudou o foco para Delphi, e criou uma versão de Delphi e C++ Builder para Linux, ambas sob o nome de Kylix. Isso levou pela primeira vez o expertise da Borland em Ambientes de Desenvolvimento Integrado para a plataforma Linux. O Kylix foi lançado em 2001.

Planos de separar a divisão InterBase em uma nova empresa foram abandonados depois de a Borland e as pessoas que deveriam dirigir a nova empresa não chegarem a um acordo sobre os termos da separação. A Borland interrompeu os lançamentos de código aberto do InterBase e desenvolveu e vendeu novas versões de modo acelerado.

O Delphi 6 se tornou o primeiro Ambiente de Desenvolvimento Integrado a suportar web services. Todas as plataformas de desenvolvimento da empresa agora suportam web services.

O C# Builder foi lançado em 2003 como ferramenta de desenvolvimento C# nativo, competindo com o Visual Studio .NET. No lançamento de 2005, C#Builder, Delphi for Win32 e Delphi for .NET foram unidos em um único IDE chamado "Borland Developer Studio" (ainda que o IDE combinado ainda seja popularmente conhecido como "Delphi"). No final de 2002 a Borland adquiriu o fornecedor de ferramentas de design TogetherSoft e o publicador de ferramentas Starbase, fabricantes da ferramenta de gerenciamento de configuração StarTeam e da ferramenta de gerenciamento de configuração CaliberRM. Os mais recentes lançamentos do JBuilder e do Delphi integram tais ferramentas para dar aos desenvolvedores um grupo maior de ferramentas de desenvolvimento.

O antigo CEO Dale Fuller foi demitido em julho de 2005 depois de uma série de equívocos financeiros e comerciais, permanecendo na mesa diretora. O antigo COO Scott Arnold passou a ser presidente interino e diretor executivo até 8 de novembro de 2005, quando anunciou-se que Tod Nielsen assumiria como CEO em 9 de novembro de 2005. Nielsen permaneceu na empresa até janeiro de 2009, quando aceitou a posição de Diretor Executivo de Operações na VMWare;[5] O CFO Erik Prusch assumiu como Presidente em Exercício e CEO.[5]

Em outubro de 2005 a Borland adquiriu a Legadero, visando agregar sua suíte de Gerenciamento e Governança de TI (ITM&G) – Tempo – à linha de produtos da Borland.

E 8 de fevereiro de 2006 a Borland anunciou a separação de sua divisão de IDE, incluindo Delphi, JBuilder e InterBase. Ao mesmo tempo foram anunciados planos para adquirir a Segue Software, fabricante de ferramentas para qualidade e teste de softwares, em um esforço para restringir o foco em Gerenciamento do Ciclo de Vida da Aplicação (ALM). A nova empresa resultante se chama CodeGear.

Em 20 de março de 2006 a Borland anunciou a aquisição da Gauntlet Systems, fornecedora de tecnologia para analisar a qualidade e a segurança de softwares em fase de desenvolvimento.

Em 14 de novembro de 2006 a Borland anunciou a decisão de separar o Grupo de Ferramentas de Desenvolvimento em uma nova subsidiária independente que mantivesse o foco na maximização da produtividade do desenvolvedor. A recém formada empresa, CodeGear, será responsável por fazer evoluir as quatro principais linhas de produtos anteriormente associadas ao negócio de Ambientes de Desenvolvimento Integrado (IDE) da Borland.

No início de 2007 a Borland redefiniu o foco corporativo no que diz respeito a marketing, comunicação e uso da marca, deixando mais claro seu foco em Gerenciamento Aberto do Ciclo de Vida da Aplicação (ALM): então definido como o segmento do mercado de ALM no qual as soluções dos fornecedores são flexíveis o suficiente para suportar os processos específicos de cada cliente, assim como suas ferramentas e plataformas.

Em abril de 2007 a Borland anunciou que mudaria sua sede e as instalações de Recursos Humanos para Austin, no Texas.[3]. Ela também possui centros de desenvolvimento em Singapura, Santa Ana, Califórnia e em Linz, na Áustria.

Em 7 de maio de 2008 a Borland anunciou a venda da divisão CodeGear para a Embarcadero por estimados $23 milhões em espécie e $7 milhões em contas a receber da CodeGear retidas pela Borland.

Produtos[editar | editar código-fonte]

A atual linha de produtos Borland inclui:

Softwares antigos, não mais vendidos pela Borland[editar | editar código-fonte]

Ferramentas de programação

Utilitários[editar | editar código-fonte]

Aplicativos[editar | editar código-fonte]

Jogos[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Company Profile for Borland Software Corp (BORL). Página visitada em 2012-03-30.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]