Boto

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Como ler uma caixa taxonómicaBoto
Inia.jpg
Comparação do tamanho do boto relativamente a uma figura humana
Comparação do tamanho do boto relativamente a uma figura humana
Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: ver texto
Género: ver texto
Espécie: id.
Distribuição geográfica
 *Em  rosa Boto cor de Rosa *Em  roxo Boto Cinza *Em  azul Boto Cachimbo *Em  verde Boto de Burmeister
  • Em rosa Boto cor de Rosa
  • Em roxo Boto Cinza
  • Em azul Boto Cachimbo
  • Em verde Boto de Burmeister

O boto é um mamífero da ordem Cetacea, nativo da Amazônia e das costas do Atlântico, Pacífico, Índico, Mar Adriático, Mar Arábico, Mar Cáspio, Mar Vermelho e Golfo Pérsico parecido com um golfinho. Os botos são dos poucos únicos mamíferos dessa ordem vivendo exclusivamente em ambientes de água doce, sendo considerados por alguns zoólogos como as espécies atuais mais primitivas de golfinhos.

Índice

[editar] Gêneros

O boto-cinza, golfinho-tucuxi ou tucuxi (Sotalia fluviatilis, da família Delphinidae) é dividido geralmente em duas subespécies, uma marinha e outra fluvial. A marinha, S. f. guianensis, distribui-se no Atlântico, a partir de Florianópolis (Santa Catarina, Brasil) para o norte. A aquática, S. f. fluviatilis, vive nos rios da Amazônia .

O boto-de-Burmeister (Phocoena spinipinnis, da família Phocoenidae) é marinho, e vive a partir de Santa Catarina, para o sul.


O boto-vermelho ou boto cor-de-rosa, (Inia geoffrensis, da família Platastanidae), de água doce, é endêmico dos rios da Amazônia, e está colocado na categoria vulnerável da UICN.

Também vulnerável (ameaçado no Brasil) é o boto-cachimbo, toninha ou franciscana (Pontoporia blainvillei, Platastanidae), marinho, que vive desde o Espírito Santo, para o sul.

[editar] O boto nos mitos

Diz uma lenda amazônica que o boto se transforma e vai às festas da região, ele vira um homem bonito e forte, de 1,83 de altura com 76kg, bem atletico magro e musculoso, um rapaz vestido de branco, bronzeado e muito perfumado que convida as moças para dançar e depois as seduz, mas o boto nunca tira o chapéu para esconder seu segredo, um buraco na cabeça por onde ele respira, ele também toma muito cuidado para ir embora das festas antes do amanhecer.

Por isso, toda a donzela era alertada por suas mães para tomarem cuidado com flertes que recebiam de belos rapazes em bailes ou festas. Por detrás deles poderia estar a figura do Boto, um conquistador de corações, que pode engravidá-las e abandoná-las.

A lenda serve como pretexto para moças justificarem a gravidez sem casamento. "Foi o boto", dizem.

Há um filme no Brasil que fala sobre a lenda do Boto, Ele, o boto.

[editar] Fontes

[editar] Ver também

Phocoenidae

[editar] Ligações externas

Commons
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