Brasão da cidade do Rio de Janeiro

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Brasão da cidade do Rio de Janeiro
Brasão da cidade do Rio de Janeiro
Detalhes
Detentor Município do Rio de Janeiro
Adoção 1975
Timbre Coroa mural de cinco torres de ouro.
Escudo Escudo português, em campo azul, cor simbólica da lealdade, a esfera armilar manuelina combinada com as três setas que supliciaram São Sebastião, padroeiro da cidade, tudo em ouro, tendo ao centro o barrete frígio, símbolo do regime republicano.
Suportes Dois botos-cinza, um à direita e outro à esquerda, simbolizando cidade marítima. À direita, um ramo de louro e à esquerda, um ramo de carvalho, representando, respectivamente, a vitória e a força.

O Brasão da cidade do Rio de Janeiro tem como características o escudo português, em campo azul, cor simbólica da lealdade, a esfera armilar manuelina combinada com as três setas que supliciaram São Sebastião, padroeiro da cidade, tudo em ouro, tendo ao centro o barrete frígio, símbolo do regime republicano.

Como lembrança da mesma como capital, temos a coroa mural de cinco torres de ouro encimando o escudo. Como suportes, dois botos-cinza, um à direita e outro à esquerda, simbolizando cidade marítima. À direita, um ramo de louro e à esquerda, um ramo de carvalho, representando, respectivamente, a vitória e a força.[1]

Brasões anteriores[editar | editar código-fonte]

A cidade do Rio de Janeiro teve, desde a sua fundação em 1565, nove brasões, ou melhor dizendo, um brasão original reformado oito vezes. O primeiro deles, usado de 1565 até 1826, era uma versão extremamente simplificada do atual, com o campo em vermelho (goles) ao invés do azul atual (blau).

Em heráldica, uma das convenções adotadas é a de se manter referências, mesmo que indiretas, aos símbolos originais dados a determinado local. Quando o brasão sofre reformas, o símbolo original é mantido de alguma forma, sendo esta a razão de o atual brasão ainda conservar muitas referências ao primeiro utilizado.

A segunda versão do brasão esteve em voga de 1826 a 1856; a terceira, de 1856 a 1889; a quarta, de 1889 a 1893; a quinta, de 1893 a 1896; a sexta, de 1896 a 1957; a sétima, de 1957 a 1963; a oitava, de 1963 a 1975, quando possuía uma estrela sobre a coroa mural, representando o estado da Guanabara na federação; e finalmente, a nona, de 1975 aos dias atuais.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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