Brasão de Goianésia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes. (desde março de 2009). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Wikisource-logo.svg
Nota importante: Segundo consenso de julho de 2012, esta marca ({{Movesource}}) não deve ser usada, devendo as páginas que a usem ser eliminadas caso não possam ser artigos ou redirecionamentos.



Foi proposta a transferência desta página para o Wikisource através do processo Transwiki ou Import.
Se este artigo puder ser alterado para se adequar a um artigo enciclopédico e não uma mera transcrição de fontes primárias (cópia de texto livre já publicado anteriormente em outro lugar), por favor altere o artigo e retire esta mensagem. Caso contrário, depois de verificar se o conteúdo não viola os direitos de autor, se é adequado para o Wikisource e se o Wikisource já tem uma página sobre o assunto, a página será transferida por um administrador do Wikisource.

Brasão atual de Goianésia_GO

O Brasão de Armas de Goianésia, cidade de Goiás, no Brasil, foi alterado pela Lei Municipal n. 2.445 de 22 de dezembro de 2006.

Simbologia[editar | editar código-fonte]

a) O escudo sanítico, usado para representar o Brasão de armas de Goianésia, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, lembrando aqui a raça latina colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira;

b) A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de argente (prata), de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade que representa na Segunda Grandeza, ou seja, sede de comarca;

c) O metal argente (prata) é símbolo heráldico da paz, trabalho, prosperidade, amizade e pureza;

d) O metal jalde (ouro) do campo do escudo simboliza a riqueza, a glória, a grandeza, o esplendor e o mando;

e) A faixa ondada de blaú (azul) cortando o campo do escudo representa o córrego Calção de Couro que deu origem ao nome da Fazenda Calção de Couro, às margens do qual Ladisláu Mendes Ribeiro, casado com uma neta de Antonio Manoel Barros, antigo proprietário das terras, nos idos de 1920 construiu uma cabana que viria a ser no futuro a primeira casa da cidade de Goianésia;

f) A onça passante, arrastando nas garras um calção de sable (preto) evoca a pitoresca história tida como fato verídico, da origem do nome da Fazenda Calção de Couro, segundo a qual em épocas passadas, uma onça haver devorado um homem, do qual seus familiares só encontraram, tempos após, um calção feito de pele de mateiro, que o finado costumava usar em suas incursões mata a dentro;

g) Em chefe, parte superior do escudo, a cruz pátea de goles (vermelho) é vazia de argente (prata), evoca outro fato histórico da mais alta importância, quando em 1942, Laurentino Martins Rodrigues, próspero construtor residente em Anápolis, comprou as terras que formaram anteriormente a Fazenda Calção de Couro, e no dia 30 de outubro desse mesmo ano, penetrou naquelas matas com algumas famílias levantando solenemente, a Fazenda Calção de Couro, poucos metros adiante de onde ainda residia a viúva Ladislau Mendes Ribeiro, um grande cruzeiro, iniciando, assim a construção de várias casas para alojamento dos agregados e suas famílias e dando ao novo Patrimônio a denominação de Goianésia. Assim, mais uma vez testemunhando a evolução histórica do Brasil, foi chantado em terras de Goianésia a cruz da cristandade, razão pela qual figura em chefe de seu Brasão de Armas a cruz pátea, cruz dos navegantes portugueses que traziam nas velas de suas naus, cruz dos bandeirante intrépidos que seguia içada em achas d’armas a frente da tropa em demanda ao sertão; é enfim a preconização de um símbolo que foi o primeiro a ser plantado na ilhota da Coroa Vermelha e que ainda presidirá também o futuro de uma grande nação;

h) Em contra-chefe, parte inferior do escudo, a buzina de caça evoca a pecuária, um dos esteios da economia municipal;

i) Das cores do brasão, já mencionados os metais, resta a menção dos esmaltes que também figuram ao mesmo;

Primeira versão do Brasão de Goianésia_GO

j) O blaú (azul) é símbolo de justiça, nobreza, perseverança, zelo e lealdade; o goles (vermelhos) simbolizam o amor, dedicação, audácia, valentia, intrepidez e coragem; o sable (preto) a prudência, moderação, sabedoria e equidade;

k) Nos ornamentos exteriores, o café e o algodão, lembram os principais produtos oriundos da terra duvidosa e fértil e, no listel de goles (vermelhos) em letras argentinas (prateadas) o topenismo identificador “Goianésia”, ladeado pelo milésimo 1953 de sua emancipação política com elevação a município.

A lei municipal n. 258 de 10 de outubro de 1968 criou O Brasão de Armas da cidade e município de Goianésia. O Brasão, de muita criatividade, é assim descrito pela própria lei que o criou:

“Escudo samnítico encimado pela coroa mural de oito torres, de argento. Em campo de jalne cortado por faixa ondada de blau, uma onça passante ao natural arrastando nas garras um calção de sable. Firmada em chefe, uma cruz pátea de goles e vasia de argento e em contra-chefe uma buzina de caça de sable. Como suporte, à destra, um galho de algodão florido ao natural e à sinistra um, galho de café frutificado, também ao natural, entrecuzados em ponta, sobre os quais se sobrepõe um Listal de goles, contendo em letras argentinas o topônimo “Goianésia”, ladeado pelos milésimos 1.948 e 1.953”.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]