Brasão do estado de Minas Gerais
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O brasão do estado de Minas Gerais foi instituído incialmente pela lei estadual nº 1 de 14 de setembro de 1891, e constituída-se de um círculo dentro do qual viam-se duas figuras humanas simbolisando a agricultura e a mineiração, e circundadas das palavras "Estado De Minas Gerais - 15 de junho de 1891" (data da promulgação da constituição estadual). O brasão que vigora atualmente foi instituído pelo decreto nº 6.498 de 5 de fevereiro de 1924, que substitui o original de 1891.
O brasão é constituído por uma estrela vermelha, tendo à frente duas picaretas e um candeeiro usado em minas, e ladeado por dois ramos de café. Acima, se vê a inscrição "LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN", e abaixo, "Estado de Minas Gerais".
Os ramos de café, as picaretas e o candeeiro têm por função representar o que foram, ao longo dos anos, duas das principais atividades econômicas do Estado: A mineração e a agricultura.
A frase LIBERTAS QUÆ SERA TAMEN, bastante conhecida e também presente na bandeira do Estado, provêm do movimento separatista da Inconfidência Mineira, do século XVIII, significando "Liberdade ainda que tardia".
A estrela, vermelha, segue a cor que acabou se tornando a cor principal dos símbolos estaduais, o vermelho, o mesmo do triângulo central da bandeira de Minas Gerais. Seu emprego se deve, talvez, à sua utilização, desde o início, pelos mais diversos movimentos revolucionários, incluindo-se a Revolução Francesa pela qual os Inconfidentes foram influenciados.

