Brasilândia (distrito de São Paulo)

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Distrito paulistano de
Brasilândia
Área 21 km²
População () 117.069 hab. (2014)
Densidade 74,18 hab/ha
Renda média R$ 4.027,35
IDH 0,957 - muito elevado (84°)
Subprefeitura Freguesia do Ó
Região Administrativa Noroeste
Área Geográfica 1 (Noroeste)
Distritos de São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg

Brasilândia é um distrito situado na zona noroeste de São Paulo, com superfície de 21 km².

Segundo o censo de 2000, contava com 91.094 habitantes, dos quais 2.610 em áreas ainda consideradas rurais.

História[editar | editar código-fonte]

O distrito da Brasilândia originou-se de um desmembramento de sítios e chácaras que havia no início do século XX. Na década de 1930, sítios e chácaras de cana de açúcar foram convertidos em lotes residenciais. Brasílio Simões, um comerciante da época, liderou o bairro durante a construção da Igreja de Santo Antônio que substituiu uma antiga capela. Como homenagem, o nome do comerciante foi utilizado na denominação do bairro.[1] O distrito abriga familias de classe média,média-alta e alta.

Devido ao desenvolvimento que houve no país, no Estado de São Paulo e na cidade, Brasilândia também sofreu modificações. Os sítios, que antes existiam, com o tempo foram tornando-se loteamentos regulares. O primeiro loteamento aconteceu em 1946 pelo desmembramento de uma olaria que pertencia à família Bonilha. [2]

Nessa mesma época, a prefeitura preocupava-se com a beleza e o saneamento do centro da cidade e empenhou-se em reformas, como por exemplo: alargamento das ruas e demolição de cortiços. Em resultado disso, algumas pessoas se sentiram obrigadas a deixar suas casas no centro, pelo fato de que, os imóveis que resistissem à demolição teriam seus aluguéis aumentados severamente.

Muitas famílias nessa situação fugiram dos altos aluguéis e passaram a refugiar-se ou abrigar-se na Brasilândia. No meio dessas famílias, ainda havia famílias vindas do interior, procurando melhoria de vida. O distrito recebeu um enorme fluxo de migrantes do nordeste do país nas décadas de 1950 e 1960.Mas atualmente a classe B e C vem dominando a região,que também concentra 21% da Classe A paulistana.Algumas regiões do bairro são consideradas nobres por conter imóveis de alto padrão e valor. [3]


O Distrito faz parte da chamada elite paulistana que concentra os bairros mais ricos da capital,incluindo a região dos Jardins,entre outros bairros nobres.

Desenvolvimento atual[editar | editar código-fonte]

Classes sociais[4]
Classe A
21%
Classe B
48%
Classe C
28%
Classe D
2%
Classe E
1%


O distrito conta com alguns pontos de comércio 24h e farmácias que se revezam em plantão.

O trânsito está cada vez mais complicado devido a falta de grandes avenidas no distrito. A baixíssima infraestrutura, vias estreitas e calçadas inadequadas junto ao grande fluxo de veículos pesados que abastecem o comercio e transportes coletivos tem tornado sua rua principal intransitável em horários de pico. A chegada do metrô ( Linha 6 - Laranja), prevista para 2020, tem como objetivo, além de interligar de maneira mais rápida e eficaz a população abastada da Brasilândia ao centro da cidade, melhorar esse cenário.

Outro problema existente na região é o tráfico de drogas. Em 2014 houve a redução do indice de tráfico de drogas na região.Após o desenvolvimento do bairro,a policia está cada vez mais eficiente e o índice de roubos a residência diminiu 17% em comparação com 2014.[carece de fontes?]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Localização:

O 45° Distrito Policial - rua Araci Chaves.
A Unidade Básica de Saúde (Posto de saúde - rua Parapuã 1650

AMA Jardim Paulistano

Unidade Básica de Saúde ( Jardim Paulistano)

Referências

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