BrasilSat B1
O satélite Brasilsat B1 foi lançado em 10 de Agosto de 19941 , por um foguete Ariane modelo 44L na base de lançamento de Kourou, na Guiana francesa.
Ele fez parte da segunda geração de satélites controlados pelo Brasil1 , construído entre Estados Unidos e o Brasil. Era um satélite de grande tamanho, mais poderoso que a geração anterior.2 Nota 1 O modelo HS 376 W (HS 376 wide) tem apenas 4 satélites, os da série Brasilsat B. Além do maior tamanho, este modelo opera com combustível bipropelente, o que permite economia de combustível durante as manobras feitas durante a missão de lançamento.
A empresa Boeing Company contratou a aquisição de três satélites da então Hughes Electronics Corporation. Como parte do contrato, a Hughes (satélite) dividiria parte do trabalho com a firma Promon Engenharia SA de São Paulo. O Instituto de Pesquisa Espacial - INPE, de São José dos Campos, foi o local de testes dos satélites Brasilsat B1 e B2. Os satélites Brasilsat B3 e B4 foram testadas nos laboratórios da Hughes.
O contrato também incluía a renovação dos equipamentos de sensoriamentos e de telemetria do Centro de Rastreamento de Satélites de Guaratiba, região do estado do Rio de Janeiro, além da automação e da instalação de equipamentos de segurança na Estação de Controle de Tanguá.
O satélite operou na longitude de 70,0º W, antes ocupada pelo Brasilsat A21 . Atualmente ele está em órbita inclinada, na posição de 68,0º W1 .
Principais características
- Posição orbital: 68,0º W
- Cobertura: Brasil
- Nº. de transponders: 28
- Freqüência: (Banda C Banda de subida 5850 até 6425 MHz, e banda de descida de 3625 até 4200 MHz com polarização do sinal linear).
- Data de lançamento: 10 de Agosto de 1994
- Fabricante (Modelo): Hughes (HS 376 W)
- Local de lançamento/Veículo lançador: Arianespace / Ariane 44 LP
- Previsão de operação do satélite: 1994-2006 12 anos
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[editar] Propulsão
Os satélites da série HS 376 tem um motor de combustível sólido para fazer a transferência entre a órbita de transferência de Hohmann e a órbita geoestacionária, e executam as demais manobras orbitais utilizando hidrazina. No caso da série HS 376W, os 4 tanques de hidrazina são substituídos por 2 tanques de tetróxido de nitrogênio e 2 tanques de metil hidrazina. Este combustível é utilizado tanto para a transferência entre a órbita de transferência de Hohmann e a órbita geoestacionária quanto para as manobras orbitais. Assim, um bom planejamento das manobras de transferência permite economia de combustível, aumentando a vida do satélite.
[editar] Ligações externas
Notas e referências
Notas
- ↑ Os satélites HS 376 ("Hughes Space" 376) passaram a se chamar "Boeing 376" após a compra da Hughes Space and Communications Company pela Boeing
Referências
- ↑ a b c d Brasilsat B1, site da empresa Star One, controladora do satélite
- ↑ Site da Boeing, History, 376 Satellite [em linha]