Grêmio Esportivo Brasil

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Brasil
Escudo.trans.geb.png
Nome Grêmio Esportivo Brasil
Alcunhas Xavante
O Time do Povo
Rubro-Negro Gaúcho
Rubro-Negro Pelotense
TREM PAGADOR
Torcedor/Adepto Xavante
Rubro-Negro
Mascote Índio Xavante
Fundação 7 de setembro de 1911 (103 anos)
Estádio Bento Freitas
Capacidade 18,000[1]
Localização Pelotas (RS) - Brasao.png Pelotas, Rio Grande do Sul RS, Brasil Brasil
Presidente Brasil Ricardo Fonseca
Treinador Brasil Rogério Zimmermann
Patrocinador Brasil Biscoitos Zezé
Brasil Atacado Krolow
Brasil ExtremoSul
Brasil Multisom-Claro-Samsung
Brasil Fruki
Material esportivo Itália Kappa
Competição Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho
Rio Grande do Sul Copa FGF
Brasil Campeonato Brasileiro - Série D
Brasil Copa do Brasil
Rio Grande do Sul CG 2014
Rio Grande do Sul FGF 2014
Brasil SD 2014
Brasil CB 2014
3º lugar
Em agosto
Em julho
Não disputa
Rio Grande do Sul DA 2013
Rio Grande do Sul FGF 2013
Brasil SD 2013
Brasil CB 2013
Campeão
Quartas-de-final
Não disputou
1ª Fase
Rio Grande do Sul DA 2012
Rio Grande do Sul FGF 2012
Brasil SD 2012
Brasil CB 2012
5º lugar
Vice-Campeão
25º lugar
Não disputou
Ranking nacional 1 035 pontos[2]

Brasil - 69º lugar Baixa(5)
Região Sul - 13º lugar Baixa(1)
Rio Grande do Sul - 5° lugar Estável

Website GEBrasil.com.br/
Kit left arm gebrasil1415h.png Kit body gebrasil1415h.png Kit right arm gebrasil1415h.png
Kit shorts gebrasil1415h.png
Kit socks.png
Uniforme
titular
Kit left arm borderonwhite.png Kit body gebrasil14a.png Kit right arm borderonwhite.png
Kit shorts gebrasil14a.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Kit left arm gebrasil1415c.png Kit body gebrasil1415c.png Kit right arm gebrasil1415c.png
Kit shorts gebrasil1415h.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Grêmio Esportivo Brasil (conhecido por Brasil de Pelotas e cujo acrônimo é GEB) é uma agremiação esportiva brasileira de Pelotas, no estado do Rio Grande do Sul, fundada a 7 de setembro de 1911. Seu mascote é um Índio Xavante. O veste as cores preto e vermelho.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

O Brasil de Pelotas foi fundado no dia 7 de setembro de 1911. A história do clube teve início após de uma divergência entre dirigentes e jogadores do Sport Club Cruzeiro do Sul, que era mantido e dirigido por funcionários da Cervejaria Haertel. Dois atletas do Cruzeiro do Sul, Breno Corrêa da Silva e Salustiano Brito, resolveram marcar uma reunião de fundação de um novo clube, que teve como local o prédio de nº 56 da rua Santa Cruz, em Pelotas, residência do Sr. José Moreira de Brito (pai de Salustiano).

A primeira diretoria do Brasil ficou assim estabelecida:

  • Presidente: Dario Feijó
  • Vice-presidente: Silvio Corrêa da Silva
  • Primeiro secretário: Walter da Rocha Pereira
  • Tesoureiro: Raymund do Rego
  • Adjunto: Breno Corrêa
  • Diretores: Manoel Joaquim Machado, Ulysses Dias Carneiro, Manoel Ribeiro de Souza, Nicolau Nunes, Paulinho Dias de Castro e Mário Reis.

Ficou decidido que as cores da camiseta do novo clube seriam verde e amarela. Possivelmente, a escolha tenha sido o primeiro fato histórico da rivalidade com o Esporte Clube Pelotas, pois o fardamento de ambos era semelhante. Por isso, o Brasil resolveu adotar as cores do Clube Diamantinos (vermelho e preto), já que o Pelotas havia escolhido as cores do Clube Caixeral (azul e amarelo) para seu uniforme.

Grêmio Esportivo Brasil de Pelotas

Campeão gaúcho de 1919[editar | editar código-fonte]

O Brasil foi o considerado o campeão da primeira edição do Campeonato Gaúcho (que reunia os campeões da região Pelotas/Bagé e Porto Alegre/São Leopoldo) em 1919. Para disputar a final, o Brasil foi campeão regional invicto, com a seguinte campanha: 3x0 Rio Branco, 8x0 União, 3x2 Ideal e 6x1 Guarany.

Ao se tornar campeão da Segunda Região e do Campeonato de Pelotas - LPF, o Brasil disputou a final contra o campeão da Primeira Região e do Campeonato de Porto Alegre - APAD, o Grêmio. No dia 9 de novembro de 1919, o Xavante venceu o time da capital por 5 a 1, em Porto Alegre, gols de Proença (3), Alvariza e Ignácio para o Brasil, e Máximo, para o Grêmio. O jogo foi realizado no Estádio da Baixada, no Moinhos de Vento, com a presença de mais de três mil torcedores. O Brasil precisou fazer uma viagem de navio a vapor de 16 horas entre Pelotas e Porto Alegre. O jornal porto-alegrense Correio do Povo registrou a ampla superioridade do time Xavante durante o jogo.[3] A escalação dos times que disputaram a final do Campeonato Gaúcho de 1919 foi:

  • Brasil: Frank; Nunes e Ari Xavier; Floriano, Pedro e Babá; Farias, Ignácio, Proença, Alberto e Alvariza.
  • Grêmio: Demétrio; Pinto e Ary; Chiquinho, Dorival e Assumpção; Gertum, Lagarto, Máximo, Meneghini e Bruno.

Antes de retornar a Pelotas, o Brasil jogou contra a Seleção de Porto Alegre, no dia 11, e empatou por 3 a 3. O árbitro deste jogo foi Florêncio Ygartua, hoje nome de rua em Porto Alegre.

Após o retorno dos jogadores a Pelotas, a delegação campeã foi recepcionada por milhares de torcedores no porto de Pelotas. Houve queima de fogos e uma passeata até a Praça Cel. Pedro Osório, onde foram prestadas homenagens aos campeões.[4]

Copa dos campeões estaduais[editar | editar código-fonte]

Em 1920, a CBD organizou um torneio entre os campeões estaduais para observar jogadores para a formação da Seleção Brasileira, visando a disputa dos Jogos Olímpicos e do Campeonato Sul-Americano de Futebol. A competição ocorreu no Rio de Janeiro e teve 3 equipes como participantes: Fluminense, (campeão do Rio de Janeiro), Paulistano (campeão de São Paulo), e o Brasil (campeão gaúcho).

No dia 15 de março de 1920, a delegação Xavante embarcou em uma viagem de quatro dias de barco até o Rio de Janeiro. A Copa dos Campeões Estaduais começou no dia 25 de março, com o Brasil enfrentando o Paulistano, perdendo por 7 a 3. Nesse jogo, o Brasil jogou com: Frank; Nunes e Zabaleta; Floriano, Rossell e Babá; Farias, Alberto, Proença, Ignácio e Alvariza. O Paulistano também derrotou o Fluminense, por 4 a 1, e conquistou o título.

No último jogo do torneio, dia 3 de abril, o Brasil foi derrotado pelo time da casa, o Fluminense, por 6 a 2. Após o fim do torneio, o Brasil disputou mais três amistosos: um no Rio de Janeiro (vitória por 5x1 sobre o São Cristóvão, dia 8 de abril), e mais dois em São Paulo — o primeiro contra o Palestra Itália, atual Palmeiras, no dia 13 de abril (derrota por 2x1), e o segundo no dia 15 de abril, um empate em 4 a 4 com o Corinthians Paulista.[4] [5]

Vitória sobre a Seleção Uruguaia[editar | editar código-fonte]

Em 1950, o Brasil excursionou ao Uruguai para enfrentar a Seleção Uruguaia, que preparava-se para a disputa da Copa do Mundo de 1950. Venceu a Celeste Olímpica no Estádio Centenário por 2x1, gols de Darci e Mortosa. O time base do Brasil era Tibirica, Seara, Tavares, Dario, Taboa, Mortosa, Manuel, Darci, Galego e Lombardini. Técnico: Chico.[5] [6] [7]

Excursão às Américas[editar | editar código-fonte]

Na década de 1950, o Brasil recebeu diversos convites para jogos em outros países, optando por excursionar durante 104 dias pelas Américas. Enfrentando equipes famosas do futebol sul-americano e centro-americano, climas diferentes, grandes altitudes, viagens cansativas e alimentação exótica, o Brasil obteve 16 vitórias, 6 empates e apenas 6 derrotas, em 28 jogos disputados.

A excursão do Brasil de Pelotas ao exterior iniciou-se no Paraguai, dia 14 de julho de 1956, com uma derrota por 3 a 0 para o Cerro Porteño, em Assunção. No dia seguinte, venceu o Olímpia por 3 a 2, também em Assunção. O clube paraguaio, campeão nacional de 1956, não perdia para adversários há 18 anos, até jogar com o Xavante.[5]

A viagem prosseguiu até à Bolívia. Em Cochabamba, no dia 22 de julho, o Brasil venceu o Jorge Wilstermann por 5 a 2. No dia 26 de julho, uma derrota por 8 a 2 para a Seleção de La Paz, na capital boliviana. O Brasil viajou para o Peru e fez dois jogos em Arequipa: venceu o Pierola por 2 a 1 no dia 28 de julho e empatou com o White Star em 1 a 1 no dia 30 de julho. Na cidade de Ica, no sudoeste do Peru, o Brasil goleou o Octavio Espinoza por 6 a 2, no dia 2 de agosto. Na capital peruana, um empate sem gols contra o Universitario, em 4 de agosto. A última partida do Brasil em solo peruano ocorreu no dia seguinte, em Chiclayo, com derrota por 4 a 1 contra o José Pardo.

Em 10 de agosto, já no Equador, o Brasil venceu por 3 a 1 ao Valdez, em Guayaquil. Em Quito, fez 3 a 0 no España, no dia 12 de agosto. Novamente em Guayaquil, empatou com Emelec em 2 a 2, no dia 15 de agosto. Na Colômbia, o Brasil empatou por 0 a 0 com a Seleção do Valle del Cauca, em Cáli, no dia 21 de agosto. Goleou o América de Cáli por 4 a 0 em 24 de agosto e perdeu por 2 a 1 para o Nacional, em Medellín, no dia 26 de agosto.

No final do mês, o Brasil excursionou aos países da América Central. Em 30 de agosto, na Cidade do Panamá, o Brasil goleou a equipe do Martell por 5 a 1; no dia seguinte, venceu o Fastlich por 3 a 2. Realizou uma partida na Costa Rica, contra o Saprissa, perdendo por 1 a 0 no dia 4 de setembro, em San José. Em Honduras, uma vitória apertada por 4 a 3 sobre o Olimpia, no dia 7 de setembro em Tegucigalpa. Dois dias depois, em San Pedro Sula, o Brasil empatou por 1 a 1 com o Hibueras. Em El Salvador, o Brasil fez três partidas na capital, San Salvador, conseguindo três vitórias: 5 a 3 no Atlante (14 de setembro), 3 a 0 no Olimpia (15 de setembro) e 4 a 3 no Atlético Marte (16 de setembro). Retornou ao Panamá para a realização de mais duas partidas na capital panamenha: goleada contra o Fastlich por 6 a 1 em 26 de setembro, e empate em 4 a 4 contra a Seleção do Panamá em 1 de outubro. A excursão pela América Central terminaria com uma nova visita à Costa Rica, sendo o Brasil pelo Alajuelense por 3 a 1 em 2 de outubro, na cidade de San José.

Antes da volta para casa, o Brasil jogou duas partidas na Colômbia. No dia 3 de outubro, bateu o Libertad em Barranquilla, por 1 a 0. No dia seguinte, em Santa Marta, encerrou sua excursão ao exterior com uma goleada sobre o Unión Magdalena por 5 a 0.

Terceiro no campeonato brasileiro[editar | editar código-fonte]

Em 1984, o Brasil já havia feito boa campanha no Campeonato Brasileiro, no qual conseguiu vaga após ser vice-campeão estadual. Nesse período houve vitórias históricas como a do jogo contra o Flamengo por 2 a 0.[4] [8] [9] [10] [11]

Em 1985, porém, o Brasil viveu o melhor momento de sua história, ao realizar o que até hoje é a melhor campanha dos clubes do interior gaúcho em Campeonatos Brasileiros. O Brasil, treinado por Walmir Louruz, chegou ao terceiro lugar, sendo obrigado a jogar a semifinal em Porto Alegre, pois a CBF não permitiu que os jogos das semifinais fossem no estádio do Brasil, que não reúne as condições de segurança necessárias para esse tipo de disputa. A torcida Xavante lotou Porto Alegre e foi para o Estádio Olímpico para apoiar o time contra o Bangu Atlético Clube, no dia 24 de julho. O Brasil entrou em campo com a seguinte escalação: João Luís; Valdoir, Silva, Hélio e Jorge Batata; Doraci, Lívio e Andrezinho; Júnior Brasília, Bira e Zezinho. Porém, os cariocas venceram pelo placar de 1x0. Na partida de volta, no dia 28 de julho, no Estádio do Maracanã, o Brasil perdeu por 3 a 1.

Existem dezenas de fontes inclusive a própria CBF que confirmam que o Brasil foi o terceiro colocado.[4] [8] [9] [10] [11]

Desconsiderando a boa colocação da equipe Xavante no campeonato, a CBF colocou o Brasil, no ano seguinte, a disputar o campeonato num dos 4 "grupos da morte", jogando contra 8 adversários, em turno único e apenas o campeão prosseguindo na competição. Nos demais grupos, classificaram-se entre 4 e 5 equipes.

Últimos anos[editar | editar código-fonte]

Em 1995 o Brasil foi rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Gaúcho de Futebol. Em 1996, o time conseguiu voltar à primeira divisão estadual. Logo no primeiro jogo, o Brasil ganhou por 1 a 0 do Internacional, no Bento Freitas.

No campeonato de 1997, o Brasil chegou às semifinais, sendo obrigado a disputar a primeira partida no Estádio Aldo Dapuzzo, em Rio Grande, devido ao seu estádio ter ficado interditado. O adversário foi o Grêmio e a partida terminou empatada em 1 a 1. No jogo de volta, um empate em 2 x 2 no Olímpico levou a decisão da vaga para os pênaltis, mas após 12 cobranças o Brasil foi desclassificado. Mas a resposta do Brasil não tardaria e no Campeonato Gaúcho de 1998 o elimina em dois jogos muito empolgantes. No primeiro jogo, acabou empatando em 0 x 0 no Bento Freitas e na partida de volta no Olímpico, vence por 2 x 1 empurrados pela torcida e também pelas declarações do então técnico do Grêmio, Sebastião Lazaroni, que acusava os jogadores do Brasil de doping.

Em 1999, o Brasil foi mais uma vez rebaixado para a Segunda Divisão, disputa que amargou até o ano de 2004, quando foi campeão, assim retornando à Primeira Divisão a partir de 2005.

Em 2008, apesar da não muito boa campanha no Campeonato Gaúcho, o Brasil saiu-se muito bem na Série C do Brasileiro de 2008. A meta inicial era se classificar para a nova Série C de 2009 para depois pensar na vaga na Série B. O Xavante acabou progredindo e conseguindo atingir o objetivo de se manter na série C do Brasileiro, embora tenha perdido a vaga para a Série B no último jogo.

Tragédia antes do Estadual de 2009[editar | editar código-fonte]

Um ônibus no qual havia 31 pessoas da delegação do time caiu de um barranco em Canguçu (293 km de Porto Alegre) na noite do dia 15 de janeiro de 2009, no km 150 da BR-392, e provocou a morte do atacante uruguaio Claudio Milar, ídolo da torcida, com 111 gols marcados pelo xavante, do zagueiro Régis Gouveia Alves, e do preparador de goleiros Giovane Guimarães. Outras 20 pessoas ficaram feridas no acidente.[12] [13] A equipe retornava de um jogo-treino na cidade de Vale do Sol, onde havia vencido o Futebol Clube Santa Cruz por 2 a 1.

Outros dois atletas - os volantes Xuxa e Edu - e o auxiliar-técnico Paulo Roberto - passaram por cirurgias delicadas, mas se recuperaram.[14]

Informações da Polícia Rodoviária Federal dão conta de que, por volta das 23h30, no viaduto que dá acesso à BR-392, o condutor do ônibus Marcopolo modelo Paradiso 1550 LD prefixo 5009, da empresa Bosembecker, perdeu o controle em uma curva fechada, capotou e despencou de um barranco de cerca de 30 metros de altura.[15] Exames constataram que o motorista, que usava cinto de segurança e não ficou ferido, não ingeriu bebidas alcoólicas antes de dirigir.[16] No entanto, a polícia não encontrou o tacógrafo, o que ajudaria a esclarecer o que aconteceu. O equipamento serve para monitorar o tempo de uso, a distância percorrida e a velocidade.[17]

O velório dos jogadores e do preparador de goleiros foi realizado no dia 16 de janeiro, no gramado do estádio Bento Freitas, em Pelotas. O corpo do uruguaio Milar ficou no local por poucos minutos e depois foi transportado para Chuy (Uruguai), onde foi sepultado no dia seguinte.[18] [19] [20]

A diretoria do clube até cogitou não disputar o Campeonato Gaúcho de Futebol de 2009, porém, o Brasil acabou jogando oito jogos em 15 dias e disputou a competição com um time que não havia treinado junto. O clube conseguiu apenas uma vitória no campeonato e foi rebaixado para a Série B 2010.

Campanha de 2010[editar | editar código-fonte]

Depois de um ano do acidente de 2009, o Xavante foi mal no Segundona Gaúcha e terminou na 20ª colocação.

No Brasileiro Série C 2010 o clube terminou na 14ª colocação.

No Centenário[editar | editar código-fonte]

O Brasil começou o ano de 2011, pensando no Acesso para a série A do estadual. O Clube começou bem na Segundona Gaúcha, mas acabou muito mal, permanecendo assim na 2º divisão, foi o 6º colocado no torneio. Mas, o pior mesmo estava por vir no Série C. Na primeira rodada o clube foi bem, mas acabou escalando o atleta Claudio, sem que soubesse que o mesmo tinha punição a cumprir, devido a uma expulsão quando jogava pelo Boa Esporte em 2010, antigo Ituiutaba. Com isso o clube perdeu seis(6) pontos, como só tinha um(1) jogo contra o Santo André,porém, o fato ainda encontra-se em litígio na Justiça Comum, tendo o clube como argumento o fato de não ter, até o momento do fato, nenhuma forma de saber das punições que cada atleta tem a cumprir quando contratado.[21]

O Brasil também lançou o Livro "Identidade Xavante", que conta toda a história do clube.[22]

O retorno à primeira divisão[editar | editar código-fonte]

Depois da tragédia ocorrida em 2009, o Brasil iniciou a busca pela primeira divisão. Em 2013, depois do vice-campeonato do primeiro turno, perdendo o título para o São Paulo-RG, o clube se recuperou vencendo o segundo turno sobre o Aimoré. Na decisão da Segunda Divisão do Gauchão, venceu o São Paulo em Rio Grande por 4–1 [23] e em Pelotas por 1–0[24] , sagrando-se campeão e retornando à Primeira Divisão.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão invicto.

Estaduais
Competição Títulos Temporadas
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho de Futebol 4 1919Cscr-featured.png1954, 1955 e 1983
Rio Grande do Sul Campeonato do Interior 9 1919, 1953, 1954, 1955, 1963, 1968, 1983, 1984 e 2014
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho de Futebol - Segunda Divisão 3 1961, 2004 e 2013
Rio Grande do Sul Regional do Campeonato Gaúcho 7 1926, 1927, 1941, 1946, 1950, 1955 e 1961
Rio Grande do Sul Copa Governador do Estado 1 1972
Rio Grande do Sul Copa RS 1 1993
Pelotas (RS) - Brasao.png Taça Cidade de Pelotas 1 1982
Porto Alegre (RS) - Brasao.png Taça Cidade de Porto Alegre 1 1991
Municipais
Competição Títulos Temporadas
Pelotas (RS) - Brasao.png Campeonato Citadino de Pelotas 20 1917, 1918, 1919, 1929, 1931, 1937, 1941, 1942, 1946, 1948, 1949, 1955, 1961, 1962, 1963, 1964, 1970, 1976, 2004 e 2006
Campanhas em destaque
Competição Colocação Temporadas
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho de Futebol 1º colocado 1953, 1954, 1955 e 1983
Rio Grande do Sul Copa Governador do Estado 1º colocado 1977
Rio Grande do Sul Copa FGF 1º colocado 2007 e 2012
Pelotas (RS) - Brasao.png Campeonato Citadino de Pelotas 1º colocado 1915, 1916 e 1933, 1929[25]

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

  • Rio Grande do Sul Taça Casa Marcílio Dias: 1926
  • El Salvador Torneio Quadrangular Internacional de El Salvador: 1956
  • Rio Grande do Sul Copa Clébel Furtado: 1992
  • Rio Grande do Sul Copa Giuglianni Filho: 1995

Categorias de base[editar | editar código-fonte]


Futebol de salão[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Grêmio Esportivo Brasil
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Copa FGF Campeonato Gaúcho
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Fase Máxima Div. Pos.
2005 _ _ _ _ _ _ _ _ _ 2ª Fase 1D
2006 C 32 15 4 13 40 43 _ 1ª Fase 1D 16º
2007 _ _ _ _ _ _ _ _ _ Final 1D 10º
2008 C 32 14 7 11 43 44 _ _ 1D 13º
2009 C 10 5 2 3 13 12 _ Semifinal 1D 16º
2010 C 14º 8 2 4 2 4 5 _ _ 2D 20º
2011 C 19º[¹] 8 2 2 4 11 17 _ Oitavas-de-final 2D
2012 D 25º 8 2 3 3 6 7 _ Final 2D
2013 _ _ _ _ _ _ _ _ 1ª Fase Quartas-de-final 2D
2014 D _ Em agosto 1D


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Rebaixamento
     Acesso
     Classificado à Copa do Brasil

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Grêmio Esportivo Brasil
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Quarto colocado
Brasil Copa dos Campeões Estaduais 0 (não possui) 0 (não possui) 1 (1920) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro 1 (1985) 1 (1986) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série B 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série C 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Campeonato Brasileiro – Série D 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Brasil Copa do Brasil 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho 4 (1953, 1954, 1955, 1983) 0 (não possui) 8 (1921, 1950, 1952, 1963, 1984, 1997, 1998, 2014) 5 (1931, 1942, 1949, 1964, 1968)
Rio Grande do Sul Copa FGF 0 (não possui) 2 (2007, 2012) 0 (não possui) 1 (2009)
Rio Grande do Sul Campeonato Gaúcho - Divisão de Acesso 3 (1961, 2004, 2013) 0 (não possui) 0 (não possui) 0 (não possui)

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Atualizado em 26 de junho de 2014. [29] [30]

Legenda
  • Capitão: Capitão
  • Prata da casa: Prata da casa (Jogador da Base)
  • Lesionado: Jogador lesionado/contundido


Goleiros
Jogador
- Brasil Eduardo Martini
- Brasil Anderson Corrêa
- Brasil Rafael Dida
Defensores
Jogador Pos.
- Brasil Cirilo Z
- Brasil Fernando Cardozo Z
- Brasil Ricardo Bierhals Z
- Brasil Ricardo Schneider Z
- Brasil Raulen LD
- Brasil Wender LD
- Brasil Rafael Forster LE
- Brasil Billy LE
- Brasil Brock LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
- Brasil Márcio Hahn V
- Brasil Nunes V
- Brasil Leandro Leite Capitão V
- Brasil Washington V
- Brasil Zotti M
- Brasil Cleiton M
- Brasil Eder M
- Brasil Gustavinho M
- Brasil Leo Dias M
Atacantes
Jogador
- Brasil Alex Amado
- Brasil Gustavo Papa
- Brasil Marcio Jonatan
- Brasil Guiné Equatorial Nena
- Brasil Felipe Garcia

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

Comissão técnica
Nome Função
Brasil Rogério Zimmermann Treinador
Brasil João Beschoner Preparador físico
Brasil Passarinho Preparador de Goleiros
Brasil Moisés Von Ahn Supervisor de Futebol
Brasil Paulo Tatu Massagista
Brasil David Roupeiro
Brasil Dr. André Guerreiro Médico
Brasil Dr. Fábio Brião Médico
Brasil Guilherme Fisioterapeuta
Brasil Pingo Fisioterapeuta
Brasil Jéferson Retreinador


Transferências 2014 - Série D[editar | editar código-fonte]

Legenda

Torcida[editar | editar código-fonte]

O Brasil e sua torcida receberam o codinome Xavante após um clássico Bra-Pel onde a torcida do Brasil invadiu o campo como no filme da época "Invasão Xavante". Essa partida ocorreu em 1946, no estádio do Pelotas, o Brasil começou perdendo por 3x0, mas acabou virando o jogo para 5x3, conquistando o Campeonato Citadino de Pelotas. Além disso, as cores vermelho e preto, apesar de não serem originalmente as cores oficiais do time, são as mesmas usadas pelos índios Xavantes.[32] O Brasil de Pelotas tinha as cores Verde e Amarelo, mas trocou de cor com o passar do tempo por ser muito parecida com a do seu rival Esporte Clube Pelotas, conhecido como Lobo.

Atualmente o G.E.Brasil possui 4 torcidas organizadas:[33] Máfia Xavante, TOB, Comando Rubro-Negro e Camisa 12.

E tendo como bateria a Garra Xavante.

Núcleos de torcedores Xavantes de fora de Pelotas/RS:[34]

  • Paraná XAPA - Xavantes do Paraná (Sede: Cascavel - Abrangência: Estado do Paraná)
  • Rio Grande do Sul OX - Onda Xavante (Sede: Porto Alegre - Abrangência: Porto Alegre-RS e Região Metropolitana)
  • Rio Grande do Sul XaSerra - Xavantes da Serra (Sede: Caxias do Sul - Abrangência: Caxias do Sul-RS e Região Serrana do RS)
  • Santa Catarina XaSC - Xavantes de Santa Catarina (Sede: Joinville - Abrangência: Estado de Santa Catarina)
  • São Paulo XaSampa - Xavantes de São Paulo (Sede: São Paulo - Abrangência: Estado de São Paulo)
  • Distrito Federal (Brasil) República Xavante - Xavantes do Distrito Federal (Sede: Brasília - Abrangência: Distrito Federal)
  • Rio de Janeiro XAVANRIO - Xavantes do Rio de Janeiro (Sede: Rio de Janeiro - Abrangência: Rio de Janeiro)

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino do GE Brasil foi composto em 1956, pelos músicos José Costa e Victor Jacó. Mas quem o gravou pela primeira vez foi o conjunto Os Santos, que entoou a letra nas dependências da Rádio Cultura, em Pelotas.

Mascote[editar | editar código-fonte]

A escolha do Índio Xavante como mascote rubro-negra passa pela rivalidade do GE Brasil com o EC Pelotas. Aconteceu em 1946, no clássico Bra-Pel que decidira o título do Campeonato Citadino daquele ano. O time da Baixada, que estava jogando fora de casa, foi para o intervalo perdendo por 3 a 1 e com um jogador a menos em campo. Na volta para a segunda etapa tudo parecia perdido. O técnico Teté, que comandava o Brasil naquele jogo, chegou até ameaçar tirar a equipe de campo. Mas os torcedores rubro-negros não deixaram, pelo contrário eles empurraram time para uma virada histórica. A partida terminou num impressionante 5 a 3, em uma das mais suadas e emocionantes das tantas vitórias que o Brasil já conquistou sobre o rival da avenida. Após o apito final, a torcida vencedora não se aguentou nas arquibancadas, atropelou o alambrado e invadiu o campo para comemorar. Vendo toda aquela euforia, quase que descontrolada, um dirigente áureo-cerúleo comparou a festa em vermelho e preto ao filme "Invasão dos Xavantes" (em cartaz nos cinemas de Pelotas na época) dizendo: "eles foram um bárbaros ao final do jogo, pareciam uns Xavantes". Irreverente que é, a torcida rubro-negro ignorou o tom pejorativo da expressão e adotou a simpática e querida figura do Índio Xavante como mascote do Brasil.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Evolução do Escudo do GE Brasil

O escudo do GE Brasil foi desenvolvido por Paulo Viola, no final da década de 1930.O desenhista elaborou o distintivo para atender a um pedido do então presidente Xavante, Bento Mendes de Freitas. Originalmente o emblema continha no centro as letras GSB, de Grêmio Sportivo Brasil, o nome de fundação do clube. Só no início da década de 1940 o “Sportivo” foi aportuguesado para “Esportivo” e o “S” do distintivo rubro-negro foi substituído pelo “E”, ficando com a atual sigla: GEB.

Em dezembro de 2009, por uma iniciativa do Depto. de Marketing do Brasil, o brasão rubro-negro passou por uma sutil padronização técnica. Pequenas mudanças tornaram o escudo Xavante mais moderno e funcional, facilitando a aplicação dele nos mais diferentes produtos e peças institucionais e publicitárias. Com a intenção de criar simetria e harmonia entre todas as formas do distintivo, todas as linhas e os traços foram alinhados, redimensionados e realocados nas devidas posições. Fazendo com que a leitura passasse a ser mais direta e o escudo, de uma maneira geral, ganhasse mais impacto e uma percepção mais atual, sem, contudo, abandonar os traços consagrados do símbolo rubro-negro.

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes atuais[editar | editar código-fonte]

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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme

Outros Uniformes[editar | editar código-fonte]

  • 2013

(Brasil Dresch Sport)

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1º Uniforme
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2º Uniforme
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3º Uniforme
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4º Uniforme
  • 2012

(Brasil Kanxa)

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1º Uniforme
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2º Uniforme
  • 2011

(Estados Unidos Wilson)

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1º Uniforme
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2º Uniforme

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Bra-Pel

É o maior clássico da região sul do estado, e segundo maior do estado do Rio Grande do Sul.

Estádio[editar | editar código-fonte]

Logo após a sua fundação o Brasil não tinha seu próprio estádio, até que o Dr. Augusto Simões Lopes cedeu em um campo de sua propriedade localizado perto da Estação Férrea. Ali foram travadas partidas memoráveis, atraindo cada vez mais torcedores aos jogos do Brasil.

Em 1939, o Brasil ganhou em comodato um terreno à rua 13 de Maio, atual Princesa Isabel para construir ali o seu novo estádio. O novo estádio foi inaugurado em 1943, num jogo amistoso do Brasil com o Força e Luz, de Porto Alegre. O primeiro Bra-Pel ali realizado terminou com vitória Xavante pelo placar de 3 x 1, tendo Mortosa assinalado o primeiro gol.[36]

Apelidos sobre o Estádio Bento Freitas
  • Caldeirão da Baixada
  • Baixada

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Grandes técnicos que já passaram pelo Xavante[editar | editar código-fonte]

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

O Brasil é o clube de Pelotas e da Zona Sul do estado melhor posicionado no Ranking Oficial da CBF.

  • Posição: 69º
  • Pontuação: 1.035 pontos[37]

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Outros rankings[editar | editar código-fonte]

No ranking do campeonato brasileiro do Jornal Estado De São Paulo o Brasil aparece na 87ª posição nacional e como sexto clube do estado e quinto do Interior, atrás somente da dupla Grenal e dupla Ca-Ju

No ranking Gaúcho de clubes do jornal Estado de São Paulo o Brasil aparece na 7ª posição.

No ranking do campeonato brasileiro do Jornalista Juca Kfouri o Brasil aparece na 60ª posição nacional e como quinto clube do estado, sendo o melhor colocado da cidade de Pelotas e também de toda a Metade Sul do Estado.

No ranking por colocações do campeonato gaúcho do jornal Estado de São Paulo o Brasil aparece como quinto clube do estado, sendo o melhor colocado da cidade de Pelotas e também de toda a Metade Sul do Estado.

No ranking de clubes da Placar o Brasil aparece na 70ª posição nacional e como quinto clube do estado, sendo o melhor colocado da cidade de Pelotas e também de toda a Metade Sul do Estado.

No ranking por pontos do campeonato gaúcho o Brasil aparece como oitavo clube do estado, sendo o segundo colocado da cidade de Pelotas e também de toda a Metade Sul do Estado.

No ranking de clubes do jornal Estado de São Paulo o Brasil aparece na 67ª posição nacional e como sexto clube do estado, sendo o melhor colocado da cidade de Pelotas e também de toda a Metade Sul do Estado.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Primeiro jogador de clube gaúcho na seleção brasileira[editar | editar código-fonte]

A seleção brasileira de 1920 recebeu o primeiro jogador de Seleção de um clube gaúcho, Alvariza, do Grêmio Esportivo Brasil e Castelhano que jogou 14 anos no 14 de Julho de Santana do Livramento, transferindo-se para o Santos-SP em 1920. Juntamente com Alvariza foram os primeiros jogadores gaúcho a ser convocado pela Seleção Brasileira. Convocado para disputar o Sul-Americano de 1920, no Chile. O Brasil foi primeiro clube do estado com representante na Seleção Brasileira e o único clube da cidade de Pelotas a ter cedido jogador para a Seleção Brasileira.[4] [38] [39]

Alvariza fez um gol logo na sua estréia na Seleção, o gol da vitória no jogo contra o Chile, país-sede do Sul-Americano de 1920. Após esse jogo, Alvariza ainda jogaria as partidas contra Uruguai e Argentina pelo Sul-Americano, tendo terminado a competição e o ano como artilheiro da Seleção Brasileira, além de sido titular todo o ano e em todos os jogos da Seleção antes de retornar ao Xavante, onde foi recebido como herói.[40] [41]

Alvariza também participou de um jogo histórico contra a Seleção Argentina, no qual ambos os times começaram a partida com apenas 8 jogadores em campo de cada lado, devido a um protesto contra um jornal argentino que publicou charges da Seleção Brasileira como macacos, devido a esse fato alguns jogadores se recusaram a entrar em campo e a partida acabou se realizando com apenas oito atletas de cada lado.[40] [41]

Primeiro jogo noturno de futebol com iluminação no país[editar | editar código-fonte]

O Brasil participou do segundo jogo noturno de futebol com iluminação realizado no país. No dia 25 de dezembro de 1915, em Pelotas, o Xavante enfrentou a equipe do Sport Club União(já extinto time de Pelotas), vencendo por 5 a 1. A cerimônia foi apresentada pelo Dr. Ildefonso Alves de Carvalho e o sistema de iluminação foi acionado pelo Capitão Leopoldo Haertel.[4] [42]

Felipão no Xavante[editar | editar código-fonte]

O gaúcho Luiz Felipe Scolari, técnico do Penta, já passou pelo Estádio Bento Freitas.

Em 1983, Luiz Felipe Scolari havia sido demitido do comando da equipe juvenil do Juventude, de Caxias do Sul. Neste mesmo ano, o então vice-presidente de futebol do Grêmio Esportivo Brasil, Geraldo Sica, por indicação de Elzaide José Lahn (Peto) trouxe o jovem técnico para ser o comandante do rubro-negro pelotense. Começava então uma história de conquistas na carreira do técnico da Seleção Brasileira no Penta.

Com Luiz Felipe, o Brasil foi, em 1983, campeão do interior do Rio Grande do Sul, no Campeonato Gaúcho deste ano, sendo ao mesmo tempo vice-campeão da competição, que teve o Internacional como campeão. Foi também no Grêmio Esportivo Brasil que nasceu a amizade entre Felipão e Flávio Teixeira, o Murtosa. Na época, Murtosa era o fisicultor xavante e dali em diante a dupla esteve sempre ligada profissionalmente.

Publicações sobre o Xavante[editar | editar código-fonte]

Livros[editar | editar código-fonte]

  • COLEÇÃO BRASIL GIGANTE
  • CAMPEÃO INVICTO EM 1950 - Raymundo Anselm
  • G.E.BRASIL - UMA VIAGEM PELAS AMÉRICAS
  • A NOITE QUE NÃO ACABOU
  • ESPECIAL PELOTAS MEMÓRIA - GRÊMIO ESPORTIVO BRASIL: 90 ANOS
  • CONTOS DE FUTEBOL - autoria de Aldyr Garcia Schlee.
  • Camisa Brasileira - autoria de Gilberto Perin e Aldyr Garcia Schlee.
  • Identidade Xavante - 100 Anos

Vídeos[editar | editar código-fonte]

  • Brasil Grande do Sul
  • O Centenário Rubro-Negro

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www.futebolnacional.com.br/infobol/stadiumdetails.jsp?code=112
  2. {{Citar web|url=http://imagens.cbf.com.br/201401/945239113.pdf
  3. [1].
  4. a b c d e f http://www.memorial.rs.gov.br/cadernos/futebol.pdf
  5. a b c [2]. [ligação inativa]
  6. Brasil de Pelotas - Arquivo de Clubes. Página visitada em 28 de Outubro de 2009.
  7. [3].
  8. a b [4].
  9. a b [5].
  10. a b Campeonato Brasileiro de Futebol. Página visitada em 28 de Outubro de 2009.
  11. a b [6].
  12. Ônibus do Brasil, de Pelotas, cai em barranco e três esportistas morrem - Folha Online, 16 de janeiro de 2009.
  13. PRF confirma morte de Claudio Milar e mais dois em acidente com ônibus do Brasil de Pelotas - Zero Hora, 16 de janeiro de 2009.
  14. Médico do Brasil de Pelotas diz que ninguém terá alta nesta sexta - GloboEsporte.com, 16 de janeiro de 2009.
  15. Sobrevivente revela detalhes da tragédia com ônibus do Brasil de Pelotas - GloboEsporte.com, 16 de janeiro de 2009.
  16. PRF promete investigar sumiço dos dados do tacógrafo - Zero Hora, 16 de janeiro de 2009.
  17. Superintendente da PRF crê que houve excesso de velocidade - Zero Hora, 16 de janeiro de 2009.
  18. Goleiro Danrlei se emocionou no velório de companheiros do Brasil-RS - Folha Online, 16 de janeiro de 2009.
  19. Multidão xavante dá adeus a zagueiro Régis e preparador de goleiros - GloboEsporte.com, 16 de janeiro de 2009.
  20. Preparador de goleiros e zagueiro do Brasil-Pe são enterrados em Pelotas - Zero Hora, 16 de janeiro de 2009.
  21. BOMBA! Brasil-RS é punido pelo STJD e acaba rebaixado na Série C Futebol do Interior. Página visitada em 15 de setembro de 2011.
  22. 'Identidade Xavante' é lançado em grande estilo Site Oficial do Clube. Página visitada em 10 de dezembro de 2011.
  23. http://portallw.correiodopovo.com.br/Esportes/?Noticia=503402
  24. http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/esportes/entrevero/noticia/2013/07/brasil-pel-vence-o-sao-paulo-rg-no-bento-freitas-e-conquista-a-serie-a-2-4207060.html
  25. Desconhecidos os vice-campeões de 1908, 1914, 1917 até 1932 e 1935 até 1996.
  26. Brasil é campeão invicto da Sub-17 - Diário Popular, 17 de abril de 2001.
  27. http://www.campeoesdofutebol.com.br/rgsul_juvenil.html
  28. Brasil de Pelotas perde seis pontos e está rebaixado à Série D do Brasileiro GloboEsporte.com. Página visitada em 15 de setembro de 2011.
  29. http://www.ogol.com.br/equipa.php?epoca_id=143&id=3157= Elenco de Futebol atual de Futebol no Ogol
  30. Elenco atual de Futebol (em português) Site oficial do Grêmio Esportivo Brasil. Página visitada em 26 de junho de 2014.
  31. Comissão Futebol Profissional (em português) Site oficial do Grêmio Esportivo Brasil. Página visitada em 26 de junho de 2014.
  32. [7].
  33. [8].
  34. ::BRASIL DE PELOTAS.COM - Bem-Vindos à HP oficial da equipe de futebol G. E. Brasil de Pelotas - O Xavante ::. Página visitada em 28 de Outubro de 2009.
  35. [9].
  36. ::BRASIL DE PELOTAS.COM - Bem-Vindos à HP oficial da equipe de futebol G. E. Brasil de Pelotas - O Xavante ::. Página visitada em 28 de Outubro de 2009.
  37. Título não preenchido, favor adicionar.
  38. [10].
  39. [11].
  40. a b [12]. [ligação inativa]
  41. a b Seleção Brasileira. Página visitada em 28 de Outubro de 2009.
  42. Primeiros jogos noturnos realizados no Brasil

Ligações externas[editar | editar código-fonte]