Brasileiros

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Brasileiros
MuralBrasileirosÉNóis naFitaCommons!.jpg

1ª linha: •Felipe Camarão •Pedro II do Brasil •Gisele Bündchen
2ª linha: •Machado de Assis •Marina Silva •Pelé
3ª linha:Zilda Arns •Ayrton Senna •Alberto Santos Dumont
População total

c. 193 946 886 brasileiros (2012)

Regiões com população significativa
 Brasil        192 milhões1
 Estados Unidos 1.388.0002
 Japão 230.5522
Paraguai 200.0002
 Reino Unido 180.0002
 Espanha 158.7612
 Portugal 136.2202
Alemanha 91.0872
 Itália 85.0002
 França 80.0002
 Bélgica 60.0002
Suíça 57.5002
 Bolívia 50.1002
 Austrália 45.3002
Argentina 37.3002
 Canadá 30.1462
Uruguai 30.1352
 Venezuela 26.0002
 Países Baixos 20.2462
 Israel 20.0002
Angola 20.0002
Suriname 20.0002
 Irlanda 18.0002
Guiana Francesa 18.0002
Línguas
Português
Religiões
Cristianismo (católico e protestante)
Grupos étnicos relacionados
Portugueses, povos autóctones, africanos, italianos, espanhóis, alemães, japoneses, árabes (sírios, libaneses) e poloneses.

Os brasileiros formam uma nacionalidade ligada de forma indissociável ao Estado brasileiro, ou seja, a característica fundamental de um brasileiro é sua ligação com a República Federativa do Brasil. Como é característica dos países do Novo Mundo, os brasileiros não formam um grupo étnico homogêneo, portanto não existindo, na antropologia tradicional, uma etnia brasileira. Um brasileiro pode ser também uma pessoa nascida em outro país de um pai brasileiro ou um estrangeiro morando no Brasil, que solicitou a cidadania brasileira.3

No período que se seguiu à descoberta do território brasileiro por Portugal, durante boa parte do século XVI, o vocábulo "brasileiro" foi dado aos comerciantes portugueses de pau-brasil, designando exclusivamente o nome de tal profissão, visto que os habitantes da terra eram, na sua maioria, índios, ou portugueses nascidos em Portugal, ou no território agora denominado Brasil.4 No entanto, desde muito antes da independência do Brasil, em 1822, tanto no Brasil como em Portugal, já era comum se atribuir o gentílico "brasileiro" a uma pessoa, normalmente de clara ascendência portuguesa, residente ou cuja família residia no Brasil colônia (1530-1815), pertencente ao Império Português. Durante a vigência do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no entanto, houve confusões quanto à nomenclatura.

Índice

Definição [editar]

Segundo a Constituição do Brasil, um cidadão brasileiro é:

  • Qualquer pessoa nascida no Brasil, ainda que de pais estrangeiros. No entanto, se os pais estrangeiros estavam a serviço de um Estado estrangeiro (como diplomatas estrangeiros), a criança não é brasileira;3
  • Qualquer pessoa nascida no estrangeiro de pai brasileiro, com o registro de nascimento em uma Embaixada ou Consulado brasileiro. Além disso, uma pessoa nascida no estrangeiro de pai brasileiro, que não foi registrada, mas que, depois de completar 18 anos, passou a viver no Brasil;3
  • Um estrangeiro vivendo no Brasil, que solicitou e foi aceito como um cidadão brasileiro (naturalizado brasileiro).3

Segundo a Constituição, todas as pessoas que possuem a cidadania brasileira são iguais, independentemente de raça, etnia, gênero ou religião.3

Um estrangeiro pode aplicar para a cidadania brasileira após viver por 15 anos ininterruptos no Brasil e ser capaz de falar português. Uma pessoa nativa de um país cuja a língua oficial é o português (Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Timor-Leste) pode solicitar a nacionalidade brasileira depois de apenas um ano ininterrupto de vida no Brasil. Uma pessoa de origem estrangeira que tem cidadania brasileira tem exatamente os mesmos direitos e deveres de um cidadão brasileiro de nascimento, mas não pode ocupar alguns cargos públicos especiais, como a Presidência da República, Vice-Presidência da República, o Ministro da Defesa, Presidência do Senado, Presidência da Câmara dos Deputados, oficial das Forças Armadas do Brasil e Diplomata.3

A prerrogativa portuguesa [editar]

De acordo com a Constituição brasileira, o povo português tem um estatuto especial no Brasil. O artigo 12, parágrafo primeiro da Constituição, concede aos cidadãos de Portugal, com residência permanente no Brasil "os direitos inerentes aos brasileiros", excluídas as prerrogativas constitucionais de um brasileiro nato. Requisitos para a concessão de igualdade são: local de residência habitual (permanente), a idade da maioridade e a formulação de um pedido ao Ministério da Justiça.3

No Brasil, os portugueses podem exigir igualdade de tratamento no que diz respeito aos direitos civis, além disso, eles podem solicitar que sejam concedidos direitos políticos concedidos a brasileiros (exceto os direitos exclusivos para os brasileiros natos). Neste último caso, isso requer um mínimo de três anos de residência permanente.3

O uso da cidadania por cidadãos não-brasileiros (neste caso, portugueses) é uma rara exceção ao princípio de que a nacionalidade é uma condição sine qua non para a cidadania, concedida aos portugueses - se com um tratamento recíproco para os brasileiros em Portugal - devido à a relação histórica entre os dois países.3

Gentílico [editar]

Seguindo as regras gramaticais para formação de gentílicos, o correto seria: brasilianos ou brasilienses. Brasileiro alude a um ofício ou profissão (tal qual "verdureiro", "engenheiro", "pedreiro") e, nas raízes históricas, estudiosos têm escrito que referia-se ao comerciante, geralmente português, do pau-brasil, na época do Brasil Colônia,5 passando, eventualmente, a ser nome pátrio (por causas de várias naturezas e com muitas teorias acerca do assunto).6 Durante os primórdios da construção do país, tornou-se comum designar brasileiro o português ou o estrangeiro estabelecido no Brasil, brasiliense o natural do Brasil e brasiliano o indígena.7 Como exemplo, tomemos o livro Romance de Gregório de Matos, composto no século XVII, em que "brasileiro" serve para designar os "naturais" explorados: "os brasileiros são bestas/ e estão sempre a trabalhar/ toda a vida por manterem/ maganos de Portugal..."7

Contudo, com a emancipação política durante o Segundo Reinado, o substantivo brasileiro começou a caracterizar um novo corpo político que surgia.7 Na terceira de suas Cartas sobre a Revolução do Brasil, por exemplo, Silvestre Pinheiro Ferreira observava que "o partido brasileiro cobrou com a sua presença e com a revelação dos seus projetos ao conselho de Sua Majestade uma energia, que até agora se não tinha observado, nem mesmo presumido que ele fosse capaz de desenvolver."7 (grifo exclusivo) Assim, aqui nota-se que o adjetivo "brasileiro" servia para definir um grupo político ou uma corrente de opinião que se contrapunha ao "partido europeu".8

Durante os eventos que conduziram à dissolução da primeira Assembléia Constituinte e Legislativa, o próprio Imperador Dom Pedro II, em 13 de novembro de 1823, serviu-se do substantivo para caracterizar um corpo político: "[...] quem aderiu à nossa sagrada causa, quem jurou a independência deste Império, é brasileiro."7 9 Em 1824, o texto constitucional da Constituição brasileira de 1824 (a primeira do país) já declarava: "Art 6. São cidadãos brasileiros [...]"

Os estudiosos notam que, no Brasil, o mesmo processo de derivação do termo "brasileiro" ocorreu, por ex., com mineiro e campineiro (de Minas Gerais e de Campinas, respectivamente).10

Grupos étnicos [editar]

O povo brasileiro é composto por vários grupos étnicos, como branco (português, alemão, italiano e árabe), asiático, africano, pardo (cafuzo, pardo e caboclo) e nativo).

A população brasileira é formada principalmente por descendentes de povos indígenas, colonos portugueses, escravos africanos e diversos grupos de imigrantes que se estabeleceram no Brasil, sobretudo entre 1820 e 1970. A maior parte dos imigrantes era de italianos e portugueses, mas houve significante presença de alemães, espanhóis, japoneses sírio-libaneses,11 poloneses e ucranianos.

Ressalta-se também que uma pesquisa genética realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais apontou que em torno de 19% dos brasileiros brancos naturais da região nordeste são descendentes de holandeses,12 este percentual é muito maior no chamado nordeste setentrional, principal área de atuação dos cerca de oitenta mil holandeses que se estabeleceram na região por mais de duas décadas durante século XVII,13 .

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) classifica o povo brasileiro entre cinco grupos: branco, preto, pardo, amarelo e indígena, baseado na cor da pele ou raça. Quem declara sua cor ou raça é o próprio entrevistado. O censo nacional de 2010 realizado pelo IBGE encontrou o Brasil sendo composto por 91 milhões de brancos, 82,2 milhões de pardos, 14,5 milhões de negros, 2,1 milhões de amarelos e 817 mil indígenas. 14 15

Grupos étnicos no Brasil16 17 18
Etnia Porcentagem
Brancos
  
47,3%
Pardos
  
43,1%
Pretos
  
7,6%
Amarelos
  
2,1%
Indígenas
  
0,3%

Comparado a outros censos realizados nas últimas duas décadas, pela primeira vez o número de brancos não ultrapassou os 50% da população. Em 2000, os brancos eram 53,7% no censo, em 2010 caíram para 47,33%. Em comparação, o número de pardos cresceu de 38,5% para 43,13% e o de pretos de 6,2% para 7,6%. Os pardos, que em 2000 eram 65,3 milhões, dez anos depois somavam 82,2 milhões. Os pretos, que eram 10,5 milhões, saltaram para 14,5 milhões. Os amarelos, que somavam apenas 761,5 mil, subiram para 2 milhões. Os indígenas, que eram 734 mil, elevaram-se para 817,9 mil. De fato, a população branca, além de ter sido a única a diminuir em termos percentuais entre os dois censos, também foi a única a diminuir em termos numéricos, enquanto todos os outros grupos cresceram consideravelmente. Mesmo tendo a população brasileira crescido de 169,8 milhões para 190,7 milhões em dez anos, a população branca além de não crescer, diminuiu sensivelmente: em 2000, os brancos eram 91,2 milhões, e em 2010 em torno de 91 milhões.19 20 De acordo com o IBGE, essa tendência se deve ao fato da revalorização da identidade histórica de grupos raciais historicamente discriminados.21

A composição étnica dos brasileiros não é uniforme por todo o País. Devido ao largo fluxo de imigrantes europeus no Sul do Brasil no século XIX, a maior parte da população é branca: 78,47%.22 No Nordeste, em decorrência do grande número de africanos trabalhando nos engenhos de cana-de-açúcar, o número de pardos e negros forma a maioria, 59,44% e 9,53%, respectivamente.23 No Norte, largamente coberto pela Floresta Amazônica, a maior parte das pessoas é de cor parda (66,88%), devido ao importante componente indígena.24 No Sudeste e no Centro-Oeste as porcentagens dos diferentes grupos étnicos são bastante similares.

De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, racismo é um crime inafiançável e condenável à prisão.25

Cultura [editar]

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá. >>>
Gonçalves Dias
Brasileiros praticando capoeira.

Devido a diversos grupos de imigrantes, os brasileiros possuem uma rica diversidade de culturas, que sintetizam as diversas etnias que formam o povo brasileiro. Por essa razão, não existe uma cultura brasileira homogênea, e sim um mosaico de diferentes vertentes culturais que formam, juntas, a cultura brasileira. É notório que, após mais de três séculos de colonização portuguesa, a cultura brasileira é, majoritariamente, de raiz lusitana. É justamente essa herança cultural lusa que compõe a cultura brasileira: são diferentes etnias, porém, todos falam a mesma língua (o português) e, quase todos, são cristãos, com largo predomínio de católicos. Esta igualidade lingüística e religiosa é um fato raro para uma cultura como a brasileira.

Embora seja um país de colonização portuguesa, outros grupos étnicos deixaram influências profundas na cultura nacional, destacando-se os povos indígenas, os africanos, os italianos e os alemães. As influências indígenas e africanas deixaram marcas no âmbito da música, da culinária, no folclore e nas festas populares. É evidente que algumas regiões receberam maior contribuição desses povos: os estados do Norte têm forte influência das culturas indígenas, enquanto certas regiões do Nordeste têm uma cultura bastante africanizada.

Quanto mais à sul do Brasil nos dirigimos, mais europeizada a cultura se torna. No Sul do país as influências de imigrantes italianos e alemães são evidentes, seja na culinária, na música, nos hábitos e na aparência física das pessoas. Outras etnias, como os árabes, espanhóis, poloneses e japoneses contribuíram também para a cultura brasileira, porém, de forma mais limitada.

Idioma nacional [editar]


O português é a língua oficial e falada por toda a população. O Brasil é o único país de língua portuguesa das Américas, dando-lhe uma distinta identidade cultural em relação aos outros países do continente. Ainda é o idioma mais falado na América do Sul (50,1% dos sul-americanos o falam).

O português é o único idioma falado e escrito oficial do Brasil, com algumas variações regionais na forma coloquial. É a língua usada nas instituições de ensino, nos meios de comunicação e nos negócios. A Linguagem Brasileira de Sinais é, no entanto, considerada um meio de comunicação legal no país.

O idioma falado no Brasil é em parte diferente daquele falado em Portugal e nos outros países lusófonos. O português brasileiro e o português europeu não evoluíram de forma uniforme, havendo algumas diferenças na fonética e na ortografia, embora as diferenças entre as duas variantes não comprometam o entendimento mútuo.

Países e regiões onde a língua portuguesa é falada ou possui status oficial.

Idiomas indígenas e de imigrantes [editar]

Hotel em estilo alemão no Lago Negro, em Gramado, no Rio Grande do Sul: na região, o dialeto alemão é uma das principais formas de comunicação.

Na época do Descobrimento, é estimado que falavam-se mais de mil línguas no Brasil. Atualmente, esses idiomas estão reduzidos à 180 línguas. Das 180 línguas, apenas 24, ou 13%, têm mais de mil falantes; 108 línguas, ou 60%, têm entre cem e mil falantes; enquanto que 50 línguas, ou 27%, têm menos de 100 falantes e metade destas, ou 13%, têm menos de 50 falantes, o que mostra que grande parte desses idiomas estão em sério risco de extinção.

Nos primeiros anos de colonização, as línguas indígenas eram faladas inclusive pelos colonos portugueses, que adotaram um idioma misto baseado na língua tupi. Por ser falada por quase todos os habitantes do Brasil, ficou conhecida como língua geral. Todavia, no século XVIII, a língua portuguesa tornou-se oficial do Brasil, o que culminou no quase desaparecimento dessa língua comum.

Com o decorrer dos séculos, os índios foram exterminados ou aculturados pela ação colonizadora e, com isso, centenas de seus idiomas foram extintos. Atualmente, os idiomas indígenas são falados sobretudo no Norte e Centro-Oeste. As línguas mais faladas são do tronco Tupi-guarani.

Além das dezenas de línguas autóctones, dialetos de origem alóctones são falados em colônias rurais mais isoladas do Brasil meridional, sobretudo o hunsrückisch e o talian (ou vêneto brasileiro), de origens alemã e italiana, respectivamente.26 27

Religião [editar]

Religiões no Brasil (Censo de 2010)28
Religião Porcentagem
Catolicismo romano
  
64,6%
Protestantismo
  
22,2%
Sem religião
  
8%
Espiritismo
  
2%
Outras religiões
  
3,2%

Sendo constitucionalmente um estado laico, o Brasil não possui religião oficial e a discriminação aos seguidores de determinada religião é ilegal. Apesar disso, a população do país é tradicionalmente seguidora da Igreja Católica Apostólica Romana e é inegável a influência de tal religião em vários momentos do passado e até mesmo do presente. Nos dias de hoje o Brasil é considerado o maior país católico do mundo em números absolutos.

A predominância do catolicismo, entretanto, deve ser relativizada quando se leva em conta a recente ascensão do protestantismo e a importância histórica das religiões afro-brasileiras, o Candomblé e a Umbanda, na formação cultural e ética do povo brasileiro, apesar de terem sido perseguidas até o começo do século XX, quando a prática religiosa era reprimida pela polícia.

O censo demográfico realizado em 2000 pelo IBGE apontou a seguinte estrutura religiosa do Brasil:29

Culinária [editar]

A culinária brasileira é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, indígenas e africanos. A refeição básica do brasileiro consiste em arroz, feijão e carne. O prato internacionalmente mais representativo do país é a feijoada. Os hábitos alimentares variam de região para região. No Nordeste há grande influência africana na culinária, com destaque para o acarajé, vatapá e molho de pimenta. No Norte há a influência indígena, no uso da mandioca e de peixes. No Sudeste há pratos diversos como o feijão tropeiro e angu, em Minas Gerais, e a pizza em São Paulo. No Sul do país há forte influência da culinária italiana, em pratos como a polenta, e também da culinária alemã. O churrasco é típico do Rio Grande do Sul.

Ver também [editar]

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Referências

  1. G1:Censo aponta 190,7 milhões de brasileiros em 2010. Página visitada em 29/11/2010.
  2. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w · Estimativa de Brasileiros no Exterior - MRE. brasileirosnomundo.itamaraty.gov.br (1 de junho de 2011). Acessado em 5 de dezembro de 2012.
  3. a b c d e f g h i Constituição da República Federativa do Brasil, Artigo 12, I.
  4. FACIOLI, Valentim. Um defunto estrambótico. Análise e Interpretação das Memórias Póstumas de Brás Cubas. 2ª Ed. São Paulo, Nankin, Edusp. (pág. 93).
  5. A construção do Brasil. Editora Vera Cruz
  6. Vasco Botelho de Amaral, A bem da lingua portuguesa: estudos criticos de filologia, Edição da "Revista de Portugal", 1943, p.106.
  7. a b c d e Francisco Ribeiro da Silva, Estudios em homenagem a Luís António de Oliveira Ramos, Universidade do Porto, 2004, p.733.
  8. José Honório Rodrigues, Brasil e África: outro horizonte. 2ª edição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964, p.131-181.
  9. Cf. a respeito Imar Rohloff de Mattos. "A moeda colonial em restauração". in O tempo saquarema. 4ª edição. Rio de Janeiro: Acess editora, 1999, p.84.
  10. Francisco Ribeiro da Silva, op.cit., p.734 e seguintes.
  11. [1]
  12. [2]
  13. [3]
  14. Censo demográfico revela que o Brasil ficou mais velho e menos branco
  15. População que se declara branca diminui, diz IBGE
  16. Tendências Demográficas: Uma análise da população com base nos resultados dos Censos Demográficos 1940 e 2000
  17. Censo demográfico revela que o Brasil ficou mais velho e menos branco
  18. População que se declara branca diminui, diz IBGE
  19. http://www.fatimanews.com.br/noticias/populacao-que-se-declara-branca-diminui-diz-ibge_116224/
  20. [4]
  21. PNDA Census 2006 race (em portuguese). Página visitada em 2007-08-21.
  22. [5]
  23. [6]
  24. [7]
  25. Constituição Federal Brasileira, artigo 5º, XLII
  26. DW-World.de, O alemão lusitano do Sul do Brasil
  27. http://www.labeurb.unicamp.br/elb/europeias/talian.htm
  28. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):Tabela 1.4.1 População residente, por situação do domicílio e sexo, segundo os grupos de religião - Brasil (2010). Página visitada em 29 de janeiro de 2013.
  29. IBGE, População residente, por sexo e situação do domicílio, segundo a religião, Censo Demográfico 2000. Acessado em 13 de dezembro de 2007

Bibliográficas [editar]

Ligações externas [editar]