Brincadeiras de criança

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Brincadeiras de crianças são todas os tipos de jogos e atividades que envolvem imaginação, esforço físico e competição praticados pelas crianças. Existem vários tipos de brincadeiras, estas sofrem tem suas próprias sub-divisões regionais.

Atualmente as brincadeiras ainda persistem, mas sofrem concorrência com os jogos eletrônicos e esportes tradicionais.

  AVISO!: algumas das paginas a baixo não são sobre as brincadeiras, mas sim sobre outra coisa que tem o mesmo nome. 


Brincadeiras de Criança 2
  
   Atualmente o brincar é um tema que tem sido valorizado pelos educadores. Quando a criança brinca, temos a oportunidade de conhecê-la, pois nesse momento ela está se descobrindo e descobrindo o mundo em sua volta.

“As interações que oportuniza favorecem a superação do egocentrismo, desenvolvendo a solidariedade e a empatia por meio das quais é possível fazer amigos” (opinião de FORTUNA, 2010, p.39). No período de recreação o professor precisa ter delicadeza, ao olhar e perceber quais características seu aluno apresenta, para que possa intervir de maneira correta na postura do aluno diante dos colegas, e das regras aprendendo por meio delas. Ao brincar a criança revela seus medos, suas qualidades e expressa o que não consegue dizer verbalmente. O brincar também revela o meio cultural em que está inserida, nota-se, por exemplo, que com o auxilio da imaginação ela representa diferentes papéis e experimenta o mundo, além disso, muitas brincadeiras ocorrem de modo coletivo proporcionando o desenvolvimento social da criança. Vale ressaltar que ao brincar a criança espelha seus desejos mais íntimos, como por exemplo, brincando com sua boneca dizendo que é sua mãe, jura não abandona-la, demonstrando sua carência e solidão, ou então um garoto age com violência com seus colegas dizendo palavras duras partindo para a violência física, tem grandes possibilidades de estar reproduzindo sua rotina familiar. A criança grita por socorro, pois está viva, é individuo sócio-cultural. Os professores e os pais nesse momento tem a chance de agir adequadamente corrigindo pontualmente a necessidade explicitada pela criança evitando problemas no futuro. Porém se o adulto não se apropriar dessa informação a criança quando crescer poderá ter graves consequências. Sendo o brincar uma fonte vasta de estudo é importante levar em conta que hoje em dia as crianças brincam pouco, não saem mais as ruas devido à violência. Os pais trabalham muito e as crianças são pouco estimuladas, e na escola o brincar é visto muitas vezes como perda de tempo diante da diversidade de conteúdos que o professor deve dar conta. Com os atuais avanços tecnológicos as crianças estão se acostumando a brincar com jogos de computador e vídeo game, deixando de interagir com outras crianças, abrindo mão do universo lúdico proporcionado pelo convívio com o outro por meio das brincadeiras. A escola pode através de projetos resgatar algumas brincadeiras esquecidas, incentivando que os alunos façam uma pesquisa para conhecerem como as crianças brincavam antigamente, além disso, o professor pode propor que as crianças confeccionem seu próprio brinquedo com materiais recicláveis como forma de atrai-las a explorar a criatividade. “A brincadeira pode ser um antídoto contra o individualismo e o narcisismo, tão pujantes na nossa época. Assim, brincando, temos de reconhecer o outro na sua diferença e na sua singularidade” (FORTUNA, 2010, p.39). Durante a brincadeira se o professor se dispuser ela trabalha matemática, português ciências, história, de uma forma agradável e atraente para seu aluno, para que essa contribuição torne-se realidade é necessária uma busca de aperfeiçoamento específico em cursos e diversas literaturas, porque talvez somente em ambiente escolar a criança tenha esta oportunidade. Contudo, e necessário enfatizar que o brincar não é simplesmente pura diversão, mas é uma questão de aprendizado. Por meio da brincadeira o desenvolvimento da criança pode ser potencializado.


Notas e referências[editar | editar código-fonte]

  • REVISTA APRENDIZAGEM. “A revista da prática pedagógica” (Brincar: vivências vínculos e valores para a vida toda). Ed. Mello, ano 4 n° 19 / 2010,p.65.
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