Cadeia de comando

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"Cadeia de comando - típica da área Policial", o tem dois sentidos, e nomes e é no Brasil, Portugal e Itália considerado impróprio a nível de administração - legal sem acompanhamento do sufixo "hierárquico - legal ou formal" que de forma enciclopédica e geral, principalmente no Brasil, pois também conhecida como "cadeia escalar do crime organizado" típica na Itália, nos chamados "Anos de Chumbo" e incorporado na doutrina brasileira policial de caça ao crime organizado desde 1964 desenvolvido, e o foi desenvolvido de forma exemplar pela polícia técnica de forma geral a polícia de investigação aos moldes da italiana, é a linha de autoridade do "crime organizado de forma geral", que se torna formal em uma organização criminosa, pela possibilidade da investigação policial de agentes da polícia técnica especializada, na caça ao Chefe - Poderoso da "Cadeia de Comando".

Em geral, ela pode ser observada no organograma da organização criminosa ou célula e aparelhos dessa organização criminosa, o qual identifica os papéis de cada indivíduo na chefia criminosa, "de mão - de - ferro", e quem deve responder a quem dentro da estrutura organizacional, identificados pela polícia italiana técnica nos chamados "Chefões do Crime - Organizado", que: ...

"decepam dedos, orelhas e outros órgãos dos indivíduos criminosos, que faltam ao mandos do Mandante do Crime e ficam jurados de morte pela organização criminosa" (segundo crônicas policiais a respeito da Cadeia de comando).

Dessa forma geral para formalização enciclopédica, uma vez que é bastante complexa devido a corrupção e o seu necessário papel subversivo e escondido, clandestino na cadeia de comando criminosa é a definição formal do sentido da comunicação, não burocrática e formal, geralmente através de recados e bilhetinhos que são imediatamente destruídos, dentro da organização criminosa, e da responsabilidade de cada indivíduo geralmente traficante, escravocrata, corruptor e corrompido que fazem parte dela e desse quadro ou cenário de lutas de polícia contra marginais - históricas no Brasil desde 1808, formação do Estado.

História[editar | editar código-fonte]

De origem policial na sua formalização conceitual, de forma internacionalmente aceita. Apesar de o conceito da "cadeia de comando, hierárquica e formal" desde Sun Tzu, em Arte da Guerra. O ser muito antigo em outro propósito domo hierarquia, a sua aplicação na administração só foi iniciada de fato no século XX porém com outra conotação, principalmente no Brasil e Itália, de origem latina em que esse termo se fixa no âmbito policial e técnico de investigação a criminosos.

Dois indivíduos tiveram grande importância no entendimento pleno desse conceito técnico policial. O engenheiro francês, Jules Henri Fayol, no sentido hierárquico e disciplinar de um quadro de cargos e gratificações de forma por vezes piramidal, e que é também enfocado no âmbito policial no Brasil como caça a bandidos. Também consta em Portugal e Itália, que discorreu em seu livro conhecido de Fayol , General and Industrial Management, a respeito dos quatorze princípios da administração.

Entre esses princípios, estão o da unidade de comando, geralmente uma pirâmide que facilita a polícia o qual diz que cada indivíduo só deve responder a um único superior, as vezes mais, evitando ordens conflitantes e comando nesse caso específico sempre totalitário, que não é o caso das organizações de forma geral as militares de comando constitucional e nem o das igrejas através do canônico universalmente aceitos.

O princípio da cadeia escalar - totalitária em que a ponta piramidal detém e é o "poder -absoluto" e divino no comando, geralmente em comitês de base de alta responsabilidade e risco de morte, se faltar a "ordem piramidal"(forma de uma Pirâmide do Egito), o que enfoca a organização em cadeia dessa organização em particular, e que define o fluxo de responsabilidade ímpar, clarificando a hierarquia dentro dessa organização particular.

O sociólogo alemão Max Weber propôs a burocracia e/ou democracia dentro desse, como modelo como o ideal para uma organização legal ou a não - criminosa segundo visão policial e desse tópico específico da doutrina policial de investigação brasileira, modelo no qual a linha de autoridade é claramente definida, indo de acordo com o princípio da cadeia de comando democrático e/ou não - totalitário no comando de líder e/ou lideranças, o não cabe ao comando em cadeia - autoritário de chefia "na marra", segundo esse tópico específico de emprego policial brasileiro - português - italiano.

Emprego, segundo Max Weber[editar | editar código-fonte]

Organizações[editar | editar código-fonte]

O emprego da "cadeia de comando" mais precisamente "hierarquia funcional - administrativa", é muito utilizado dentro das organizações de forma geral as legais.

O papel do superior dentro de uma organização é delegar as tarefas, enquanto que o subordinado deve executar essas tarefas sob o controle e monitoramento do supervisor. Entretanto, nem sempre esse processo ocorre de forma correta devido à falta de comunicação entre as partes. De acordo com Justin Longenecker, em seu livro Principles of Management and Organizational Behavior, a boa comunicação entre as partes fortalece as bases do relacionamento e, consequentemente, levam à execução correta da tarefa sem necessidade de controle e monitoramento constantes. Neste ponto o papel da Administração é fundamental, na definição clara da cadeia de comando e de suas competências.

Dentro das empresas também é possível observar estruturas em que os princípios da cadeia de comando são violados. No caso das organizações matriciais, os subordinados se reportam a dois superiores ou supervisores, o que viola os princípios de unidade de comando, como colocado por Fayol e Weber. Para que esse tipo de estrutura, mais flexível ao princípio da cadeia de comando, seja eficiente, é necessário que os supervisores das organizações aprendam a compartilhar o poder, fazendo uso do confrontamento direto para solucionar questões divergentes, e disseminando informação por todas as redes da organização.

Exército Nacional ("Popular de Defesa", na versão Chinesa de Sun Tzu)[editar | editar código-fonte]

No exército legal, a cadeia de comando legalmente hierarquizada é, possivelmente, a característica mais bem definida. A cadeia de comando democraticamente conhecida e que define a linha de autoridade de forma pública e notória ao longo da qual as ordens e tarefas são passadas, tanto dentro de uma unidade militar quanto de uma unidade para outra, a nível de Nação e Internacionalmente, em que cada indivíduo sabe exatamente para quem deve se reportar. Em geral, os militares transmitem ordens apenas a um único sub ordenança (diretamente abaixo dele na Marinha - os quatro - Imediatos) e recebe ordens apenas de um superior (diretamente acima deles), e aquele que desrespeita a cadeia de comando está sujeito a punição - disciplinar em código de conduta conhecido universalmente e aceito pelo exército, tropa ou falange, quando nacional; e legião, quando internacional.

Igreja Católica e o Código Canônico[editar | editar código-fonte]

Na Igreja Católica, e Evangélicas cada indivíduo ocupa uma posição com tarefas claramente atribuídas a um ou mais superiores bem definidos. A hierarquia católica e também evangélicas de forma geral, como também as espiritualistas, é bastante complexa, tendo uma linha de comando bastante extensa. No que diz respeito ao clero, por exemplo, a hierarquia ascendente está baseada nos 3 graus do Sacramento da Ordem (o Episcopado, o Presbiterado e o Diaconado).

Tendências atuais, na Participação e Democratização[editar | editar código-fonte]

Muitas organizações ainda utilizam o conceito da "cadeia de comando" (hierarquicamente desenvolvida e legalmente - universalmente conhecidas principalmente com uniformes e insígnias, como o determina Sun Tzu em sua obra Arte da Guerra), em sua estrutura, sendo papel do gerente dar a ordem e do funcionário de cumprir a ordem sob supervisão do gerente.

"Há, porém, possíveis problemas na utilização da "cadeia de comando" do "Chefe - poderoso", identificado isso no Brasil desde 1930" (Getúlio Vargas)

Divergência entre Chefes X Líderes, com Getúlio Vargas a criar pluripartidarismo e como Longnecker sugere, a comunicação é a base da relação de autoridade na cadeia de comando.

Assim, por exemplo, uma decisão tomada pelo funcionário sem consultar o seu superior direto poderia desmoralizar tal superior. Além disso, em um ambiente cada vez mais incerto e em constante mudança, muitas organizações estão optando pela flexibilidade, o que as afasta do conceito da cadeia de comando. Elas estão escolhendo dar a autoridade da tomada de decisão a quem efetivamente vai aplicar a decisão, podendo responder mais rapidamente às mudanças no ambiente. Desta forma, organizações com estrutura matricial, por exemplo, que definem mais de um superior para cada indivíduo, estão se tornando cada vez mais frequentes, indo contra os princípios da unidade de comando e da cadeia de comando.

Crítica, e emprego específico na área Policial[editar | editar código-fonte]

O princípio da "cadeia de comando totalitária", foi desenvolvido em uma época em que o foco gerencial se dava na produtividade e em organizar os negócios, simplificando os processos. Quando Max Weber trouxe o conceito de burocracia, e/ou "democracia organizacional", pois as "totalitárias exclui-se a burocracia, por questões óbvias no entendimento policial, de não deixar - sw rastros ao crime organizado - criminoso", ele se adequou muito ao ambiente da época em relação às teorias administrativas, com o advento de uma forma organizacional que simplificava os processos e determinava com exatidão as responsabilidades de cada membro. A cadeia de comando não - criminosa, nesse contexto, se encaixava muito bem. No entanto, atualmente, as teorias da administração tendem a abordar a capacidade da organização de se adaptar ao ambiente, o qual cada vez mais é caracterizado por constantes mudanças e imprevisibilidades. Com isso, a necessidade de flexibilização faz com que a organização abra mão de uma linha de autoridade tão formal, oferecendo empowerment a seus funcionários, uma vez que dar o poder de decisão ao indivíduo que vai de fato aplicar a decisão tomada faz com que a organização possa responder de forma muito mais rápida às mudanças ambientais. Dessa forma, o conceito de cadeia de comando não - criminosa, apesar de ter trazido muitos benefícios quando desenvolvido, dadas as características do ambiente organizacional atual, parece já não ter mais a força que tinha quando foi introduzido.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Arte da Guerra, de Sun Tzu, Cadeia de Comando Hierarquicamente Organizada(Capítulo).
  • Investigações e a Doutrina Policial no Brasil, coleção de diversos volumes técnicos - policiais - especializados que orientam à investigação criminosa no Brasil, desde 1930.
  • Fayol, Henri. General and Industrial Management. trans. Constance Storrs. London: Pitman Publishing, Ltd., 1949.
  • Longenecker, Justin G. Principles of Management and Organizational Behavior. 4th ed. Columbus, OH: Charles E. Merrill Publishing Company, 1977.
  • Weber, Max. The Theory of Social and Economic Organization. trans. A.M. Henderson and T. Parsons. New York: Oxford University Press, 1947.
  • Wren, Daniel A. The Evolution of Management Thought. 4th ed. New York: John Wiley & Sons, Inc., 1994.
  • Hersh, Seymour M. Chain of Command, the Road from 9/11 to Abu Ghraib. 1st Ed. HarperCollins, 2004.