Caio Túlio Costa
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Caio Túlio Costa (Alfenas, 1954) é um jornalista, professor, doutor em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP e executivo na área de comunicação.
[editar] Carreira
Caio Túlio trabalhou durante 21 anos na Folha de S. Paulo onde foi editor, secretário de redação, correspondente na Europa, baseado em Paris, diretor de revistas e pioneiro nos investimentos do jornal em internet.
Foi ainda escolhido o primeiro ombudsman da imprensa brasileira, cargo que exerceu neste mesmo jornal onde polemizou com o colunista Paulo Francis.
Em seguida, Caio Túlio criou a Revista da Folha e, em 1995, começou a trabalhar na criação do que seria depois o Universo Online, o UOL, do qual, além de fundador, foi o diretor geral até 2002.
Ao se desligar do grupo Folha, no final de 2002, Caio Túlio passou a presidir a Fundação Semco, onde ajudou a criar o Instituto DNA Brasil, centro de estudos voltado para as questões estratégicas do Brasil.
Passou a dar aulas de Ética Jornalística em 2003 na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, cujo curso foi a base de seu doutorado na Escola de Comunicações e Artes na Universidade de São Paulo, USP.
Em maio de 2006 assumiu o cargo de presidente do Internet Group, braço de internet da Brasil Telecom, que reúne os portais e provedores iG, iBest e BrTurbo.
Em junho de 2008 Caio Túlio defendeu sua tese na USP e tornou-se doutor em Ciências da Comunicação. O trabalho trata da ética no jornalismo, tanto na sua forma enquanto imprensa tradicional quanto na nova mídia. Intitula-se "Moral Provisória - Ética e jornalismo: da gênese à nova mídia".
[editar] Obra
Publicou três livros, O que é Anarquismo (Brasiliense, 1981), Cale-se (A Girafa, 2003) e Ombudsman - O Relógio de Pascal (Siciliano, 1991; reeditado pela Geração Editorial em 2006). Também ministrou aulas de Jornal Laboratório no departamento de Jornalismo da PUC de São Paulo e ministrou curso na pós-graduação da ECAUSP.
É co-autor da primeira versão do Manual Geral de Redação da Folha (1984), tem artigos em livros sobre comunicação e organizou livros do Instituto DNA Brasil tais como 50 Brasileiros param para pensar o país (Instituto DNA Brasil, 2005) e Somos ou estamos corruptos? (Instituto DNA Brasil: 2006). Além disso, foi o diretor geral dos primeiros eventos anuais do Instituto DNA Brasil que reúnem personalidades notáveis das diversas áreas do conhecimento para pensar o futuro do país.

