Caipira

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"Caipira picando fumo", de Almeida Júnior, de 1893

Caipira é um termo de origem tupi que designa, desde os tempos coloniais brasileiros, os moradores da roça. A designação alcançou, sobretudo, populações da antiga capitania de São Vicente (posteriormente capitania de São Paulo) que hoje são os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Rondônia. O termo "caipira", no entanto, costuma ser utilizado com mais frequência para se referir à população do interior dos estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás e Minas Gerais. Corresponde, em Minas Gerais, ao capiau (palavra que também significa "cortador de mato") e, na região Nordeste, matuto.[nota 1]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Existem várias explicações etimológicas para a origem do termo "caipira", sempre a partir da língua tupi:

  • ka'apir ou kaa - pira, que significa "cortador de mato";[2]
  • ka'a pora, "habitante do mato", a partir da junção de caa (mato) e pora (gente);[3]
  • kai'pira;[4]
  • kopira, que significa "roçado" ou "roçador".[5]

"Capiau" é um termo de origem guarani[6] . "Matuto" procede de "mato"[7] . "Babaquara" procede da junção dos termos tupis mbae'bé (nada), kwa'á (saber) e ara (agente), significando "aquele que nada sabe"[8] . "Guasca" procede do termo quíchua kuask'a (laço, corda)[9] . "Araruama" procede do topônimo Araruama[10] . "Biriba" e "biriva" procedem do tupi mbi'ribi (pequeno, pouco)[11] . "Botocudo" é uma referência aos índios botocudos. "Bruaqueiro" é uma referência à "bruaca", uma mala de couro cru usada no transporte de cargas sobre o lombo de burros[12] . "Caapora" procede do tupi caa'pora, "o que há no mato"[13] . "Caboclo" procede do tupi kari'boka, "procedente do branco"[14] . "Caburé" procede do tupi kabu'ré[15] . "Caiçara" procede do tupi kai'sara[16] . "Camisão" é o aumentativo de "camisa"[17] . "Canguçu" procede do tupi akãngu'su, "cabeça grande"[18] . "Capa-bode" procede da junção de "capa" e "bode"[19] . "Capuaba" e "capuava" são de origem tupi[20] . "Casaca" procede do francês casaque[21] . "Catrumano" procede de "quadrumano"[22] ("que tem quatro mãos"[23] ). "Groteiro" provém de "grota"[24] . "Jeca" é a forma reduzida de "Jeca Tatu"[25] . "Macaqueiro" procede de "macaco"[26] . "Mandi" procede do tupi mãdi'i[27] . "Mano-juca" é uma forma carinhosa para "irmão José"[28] .

Origens[editar | editar código-fonte]

As primeiras referências ao caipira e ao dialeto caipira são relativas aos antigos aldeamentos situados ao redor da vila de São Paulo: São Miguel de Ururaí, Carapicuíba, Barueri, Nossa Senhora da Escada, Pinheiros, Itapecerica, Embu. É particularmente relevante um livro do século XVIII, do padre Manuel Bernardes, sobre a vida do Padre Belchior de Pontes, basicamente um atestado de nascimento da cultura caipira. Importantes núcleos humanos de persistência dessa cultura, em São Paulo, são o Alto Paraíba, particularmente Cunha e São Luís do Paraitinga; a Baixa Mojiana, sobretudo a Bragantina, particularmente Bragança Paulista, Pinhalzinho, Socorro, Pedra Bela, Amparo, Serra Negra, Lindoia, Águas de Lindoia; e a região de Piracicaba, Capivari, Itu, Porto Feliz, Raffard, Rio das Pedras.

No quadrilátero formado pelos municípios de Campinas, Piracicaba, Botucatu e Sorocaba, no médio rio Tietê, o caipira sofreu muitas transformações, influenciado que foi pela maciça imigração italiana para as fazendas de café do interior de São Paulo. Mas o caipira, por sua vez, aculturou o imigrante, tanto nessa região quanto na região de Santo Amaro, na capital, onde os alemães imigrados logo depois da Independência acabaram conhecidos como "os caipiras alemães de Santo Amaro".

Na região norte paulista (de Campinas a Igarapava) povoada no início do século XIX, a presença de vários imigrantes europeus foi grande, dando outra característica à região.[29] [30] Já o Oeste de São Paulo, de colonização recente (início do século XX), já surgiu com a presença italiana, japonesa, alemã dentre outros povos, também formando uma cultura bem diferente das regiões mais antigas de São Paulo.[31]

Cultura caipira[editar | editar código-fonte]

Uma família de caipiras brancos em Penápolis, em São Paulo, na década de 30.

A chamada "cultura caipira" é fortemente caracterizada pelo bucolismo e pelo catolicismo popular decorrente das inovações do Concílio de Trento, uma religiosidade de rezadores, apoiada nos valores do compadrio, e por manifestações religiosas cujo calendário se combina com o calendário agrícola, como observou em suas importantes pesquisas Alceu Maynard Araújo, da Escola de Sociologia e Política de São Paulo. A mais importante manifestação da religiosidade caipira (e também da religiosidade sertaneja no Brasil) é a festa do Divino Espírito Santo, anualmente anunciada pelas casas da roça e pelos bairros rurais pelo grupo precatório da Folia do Divino.

O caipira tem um dialeto próprio ou "falar": o dialeto caipira, que preserva elementos do falar do português arcaico (como dizer "pregunta" e não "pergunta"; "breganha" e não "barganha") e, principalmente, do tupi, da língua geral paulista e do nheengatu. Os missionários do século XVI, particularmente os jesuítas, já haviam observado que os índios da costa tinham enorme dificuldade para pronunciar as consoantes dobradas das palavras portuguesas (como em "palha", "mulher", "colher", "orelha", "olhos" etc.) e as palavras terminadas em consoantes, como o infinitivo dos verbos. Organizada gramaticalmente pelo padre Anchieta, foi língua de conversação cotidiana e também língua literária, na qual foram escritos os primeiros poemas brasileiros e o primeiro teatro. A língua portuguesa era unicamente língua de repartição pública, das câmaras, da justiça e da correspondência oficial. A língua nheengatu foi proibida em 1727 pelo rei de Portugal. A imposição da língua portuguesa deu origem ao dialeto caipira, uma língua dialetal e não português errado como muitos supõem. Há obras literárias em que o dialeto caipira está fortemente presente, como em "Lereias", de Waldomiro da Silveira e nas obras de Otoniel Mota, Cornélio Pires e Amadeu Amaral, autor do fundamental "Dialeto Caipira". O dialeto caipira não é apenas uma língua, mas expressa também uma lógica e um modo de pensar e definir o mundo, de que a mais bela expressão é "Grande Sertão: Veredas", de João Guimarães Rosa.

Devido à dificuldade da pronúncia, a população caipira passou a falar a língua portuguesa (agora obrigatória) com sotaque nheengatu: "paia", "muié", "cuié", "oreia", "zoio", "fulô" etc., e "falá", "cantá", "pitá", "vê", "senti", "oiá", "rezá" etc.. A língua nheengatu ainda continuou sendo falada em casa pela população mestiça, não só a população pobre, mas também a elite, até pelo menos o começo do século XIX. Persiste, ainda hoje, em regiões do Mato Grosso e no Alto Rio Negro. Em São Gabriel da Cachoeira, no estado do Amazonas, o nheengatu é uma das três línguas oficiais, junto com o português e o baniwa: todos os atos oficiais são obrigatoriamente publicados nessas três línguas.

Amadeu Amaral, em seu estudo "Dialeto Caipira", diz, sobre os diversos falares do Estado de São Paulo: "No próprio interior deste Estado (São Paulo), se podem distinguir, sem grande esforço, zonas de diferente matiz dialetal: o Litoral; o chamado "Norte"; o Sul e a parte confinante com o Triângulo Mineiro."

O filólogo português Cândido de Figueiredo em sua obra "Lições Práticas de Língua Portuguesa", volume 1, publicada em 1891, comparou o "falar" do caipira de São Paulo com o do morador de Lisboa:

Cquote1.svg "Sucede, em Lisboa, o mesmo que entre os caipiras de São Paulo, no Brasil, os quais, como os lisboetas, ditongam a terminação "io", dizendo "tiu", "rosciu" etc., em vez de "ti-o", "rosci-o"..." Cquote2.svg
Cândido de Figueiredo

Música caipira[editar | editar código-fonte]

Sua música era chamada, inicialmente, de música caipira; posteriormente, para se distinguir da música sertaneja, recebeu o nome de "música de raiz" também é conhecida por "música do interior". o compositor Renato Teixeira, com sua composição "Rapaz Caipira", foi um dos responsáveis pela volta do nome "música caipira".

A música caipira tem uma temática rural e, segundo Cornélio Pires, que a conheceu em seu estado original, se caracteriza "por suas letras românticas, por um canto triste que comove e lembra a senzala e a tapera, mas sua dança é alegre". Entre suas mais destacadas variações, está a moda de viola. O termo "moda de viola" usado por Cornélio Pires é o mais antigo nome da música feita pelo caipira.

A música é geralmente homofônica ou, algumas vezes, no estilo primitivo do organum.

O cantor, compositor e empresário brasileiro Roberto Trevisan gravou a música "Matuto em Nova York", na qual diz ser ele mesmo "um caipira imigrante na cidade de Nova York".

Contos ou causos do caipira[editar | editar código-fonte]

Também é típico do caipira os "causos", (historietas contadas através de pai para filho durante séculos), que o caipira gosta de contar. Um exemplo:

"Havia um grupo de dez sacis que vivia numa fazenda com um fazendeiro muito mau. Tinha saci de todo tipo: malandro, bagunceiro, reinador, briguento, como qualquer moleque. Um dia, o fazendeiro desapareceu e os sacis também desapareceram e ninguém sabia pra onde haviam ido. Com o tempo, começaram a aparecer em estradas, para tropeiros e cargueiros, que davam pinga para os sacis. Com o tempo, foram acabando as tropas, foram aparecendo os carros e eles não foram mais aparecendo nas estradas. Mas continuaram aparecendo para os pescadores, assombrando fazendas, destruindo criação pequena, que sumia das fazendas, tiravam ovo da galinha que estava chocando..."

Os vários tipos de caipira[editar | editar código-fonte]

O tipo humano do caipira e sua cultura tiveram sua origem no contato dos colonizadores brancos bandeirantes com os nativos ameríndios (ou "gentios da terra, ou "bugres") e com os negros africanos escravizados. Os negros de São Paulo eram na sua grande maioria provenientes de Angola e Moçambique, ao contrário dos negros da Bahia na sua maioria provenientes da Costa da Guiné.

Assim, o caipira se dividia em quatro categorias, segundo sua etnia, cada uma delas com suas peculiaridades:

Cquote1.svg "Coitado do meu patrício! Apesar dos governos os outros caipiras se vão endireitando à custa do próprio esforço, ignorantes de noções de higiene... Só ele, o caboclo, ficou mumbava, sujo e ruim! Ele não tem culpa... Ele nada sabe. Foi um desses indivíduos que Monteiro Lobato estudou, criando o Jeca Tatu, erradamente dado como representante do caipira em geral"! Cquote2.svg
Cornélio Pires
  • caipira negro: descendente de escravos, na época de Cornélio Pires chamado de "Caipira Preto". Foi imortalizado pelas figuras folclóricas da "mãe-preta" e do "preto-velho", que é homenageado por Tião Carreiro e Pardinho nas músicas "Preto inocente" e "Preto Velho". É, em geral, pobre. Sofre, até hoje, as consequências da escravidão; Cornélio Pires diz dele: "É batuqueiro, sambador, e "bate" dez léguas a pé para cantar um desafio num fandango ou "chacuaiá" o corpo num baile da roça".
  • caipira branco: descendente dos bandeirantes, uma nobreza decaída, orgulha-se de seu sobrenome bandeirante: os Pires, os Camargos, os Paes Lemes, os Prados, os Siqueiras, entre outros. É católico, e se miscigenou com o colono italiano. Pobre, mas é, ainda, proprietário de pequenos lotes de terras rurais: os chamados "sítios". Cornélio Pires, em seu livro "Conversas ao Pé do Fogo", conta que o caipira branco, descendente dos "primeiros povoadores, fidalgos ou nobres decaídos", se orgulhava do seu sobrenome:
Cquote1.svg "Se o caipira branco diz: 'Eu sou da família Amaral, Arruda, Campos, Pires, Ferraz, Almeida, Vaz, Barros, Lopes de Souza, Botelho, Toledo', ou outra, dizem os caboclos: 'Eu sou da raça, de tal gente'"! Cquote2.svg
Cornélio Pires

[32]

  • caipira mulato, descendente de africanos com europeus. Raramente são proprietários. Cornélio Pires os tem como patriotas e altivos. Diz dele Cornélio Pires: "o mais vigoroso, altivo, o mais independente e o mais patriota dos brasileiros". Excessivamente cortês, galanteador para com as senhoras, jamais se humilha diante do patrão. Apreciador de sambas e bailes, não se mistura com o 'caboclo preto'".

Cornélio Pires informa, em "Conversas ao Pé do Fogo", onde descreveu a vida do caipira, que o caipira cafuzo e o caipira "caboré" são raros no Estado de São Paulo.

O caipira na cultura brasileira[editar | editar código-fonte]

O caipira foi estigmatizado por Monteiro Lobato, que conheceu apenas o caipira caboclo, tomando-o como paradigma e protótipo de todos os caipiras.

Casamento caipira em festa junina

O cineasta Amácio Mazzaropi criou uma personagem, nos anos de 1950, que fez muito sucesso no cinema brasileiro: o Jeca, inspirado no caipira branco (Mazzaropi tinha ascendência italiana).

O cartunista Maurício de Sousa também tem um personagem caipira nas histórias da Turma da Mônica que é o Chico Bento: um menino caipira que representa o confronto da cultura caipira com a urbanização do Brasil. Notável é o fato de as falas nas historietas em quadrinhos do "Chico Bento" serem escritas no dialeto caipira, em vez do português culto.

O caipira foi retratado com precisão e maestria pelo pintor José Ferraz de Almeida Júnior nas suas obras-primas "caipira picando fumo" e "violeiro".

O maior estudioso do caipira foi Cornélio Pires que compreendeu, valorizou e divulgou a cultura caipira nos centros urbanos do Brasil. Cornélio Pires em sua obra Samba e Cateretês, registrou inúmeras letras de música caipiras, que ouviu em suas viagens, e que, sem esta obra, teriam caído no esquecimento. Cornélio Pires registrou também a influência da imigração italiana entrando em contato com o caipira. Cornélio Pires também registrou os termos caipiras mais usados em seu "Dicionário do Caipira" publicado na obra "Conversas ao pé do Fogo".

Cornélio Pires foi o primeiro que lançou, em discos de 78 Rpm, a música caipira, hoje chamada de "música de raiz", em oposição à música sertaneja, e produziu cerca de 500 discos em 78 rpm.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Outros sinônimos são: araruama, babaquara, babeco, baiano, baiquara, beira-corgo, beiradeiro, biriba, biriva, botocudo, brocoió, bruaqueiro, caapora, caboclo, caburé, cafumango, caiçara, cambembe, camisão, canguaí, canguçu, capa-bode, capicongo, capuava, capurreiro, cariazal, casaca, casacudo, casca-grossa, catatuá, catimbó, catrumano, chapadeiro, curau, curumba, groteiro, guasca, jeca, macaqueiro, mambira, mandi, mandim, mandioqueiro, mano-juca, maratimba, mateiro, mixanga, mixuango, muxuango, mocorongo, moqueta, mucufo, pé-duro, pé-no-chão, pioca, piraguara, piraquara, queijeiro, restingueiro, roceiro, saquarema, sertanejo, sitiano, tabaréu, tapiocano, urumbeba e urumbeva[1] .

Referências

  1. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 314.
  2. Caipiras. Disponível em http://www.ecobrasil.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=338&sid=59. Acesso em 5 de setembro de 2012.
  3. DICIONÁRIO-VOCABULÁRIO-GUARANI-TUPI-TUPI ANTIGO-PORTUGUÊS. Disponível em http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani1.htm. Acesso em 5 de setembro de 2012.
  4. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 314.
  5. NAVARRO, E. A. Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo. Global. 2013. p. 230.
  6. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 341.
  7. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 105.
  8. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 214.
  9. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 875.
  10. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 156.
  11. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 261.
  12. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 288.
  13. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 298.
  14. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 302.
  15. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 304.
  16. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 313.
  17. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 328.
  18. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 336.
  19. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 340.
  20. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 345.
  21. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 362.
  22. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 371.
  23. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 424.
  24. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 870.
  25. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 986.
  26. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 057.
  27. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 076.
  28. FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário da língua portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 082.
  29. CHIACHIRI FILHO, 1986.
  30. MARCONI, 1991.
  31. MOMBEIG, 1983.
  32. PIRES, Cornélio, Conversas ao Pé do Fogo, Imesp, edição fac-símile, São Paulo, 1986

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CÂNDIDO, Antônio, Os parceiros do Rio Bonito, Editora José Olympio, São Paulo, 1957.
  • CHIACHIRI FILHO, José, Do Sertão do Rio Pardo a Vila Franca do Imperador, Franca, Ribeirão Gráfica, 1986.
  • MARCONI, Marina de Andrade, Linguagem na Região de Franca, UNESP, Franca, 1991.
  • MOMBEIG, Pierre, Pioneiros e fazendeiros de São Paulo, Editora Hucitec, São Paulo, 1983.
  • MONTEIRO LOBATO, José Bento de, Urupês, Editora Monteiro Lobato e Cia., São Paulo, 1923.
  • NEPOMUCENO, Rosa, Música Caipira, da roça ao rodeio, Editora 34, 1999.
  • QUEIROZ, Renato da Silva, Caipiras Negros no Vale do Ribeira, Editora da USP, 1983.
  • PIRES, Cornélio, Conversas ao pé do fogo, IMESP, edição fac-similar, 1984.
  • PIRES, Cornélio, Sambas e Cateretês, 2º edição, Editora Ottoni, Itu, São Paulo, 2004.
  • RODRIGUES, Ada Natal, O Dialeto Caipira na Região de Piracicaba, Editora Ática, 1974.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]