Caixa de Pandora

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Pandora abre a caixa dada a ela por Zeus, assim libertando todos os males do mundo.

A Caixa de Pandora é um artefato da mitologia grega, tirada do mito da criação de Pandora, que foi a primeira mulher criada por Zeus. A "caixa" era na verdade um grande jarro dado a Pandora, que continha todos os males do mundo.

Quando Pandora abriu o frasco, todo o seu conteúdo, exceto um item, foi liberado para o mundo. O item remanescente foi a esperança.

Hoje em dia, abrir uma "caixa de Pandora" significa criar um mal que não pode ser desfeito.

[editar] Interpretação

É na Ilíada que, no verso 527 e seguintes, se utiliza este termo: na casa de Zeus havia duas jarras, uma contendo os bens, outra contendo os males. A Teogonia de Hesíodo não o evoca, anunciando apenas que sem mulher, a vida do homem é impraticável, e com mulher ainda mais impraticável é. Hesíodo classifica Pandora como « mal belo » (em grego antigo καλὸν κακὸν kalòn kakòn).

Para o nome «Pandora» há vários significados: panta dôra, (que tem todos os dons) ou pantôn dôra (que tem dons de todos os deuses).

A razão para a permanência da Esperança entre os males precisa de melhor tradução do texto grego. O termo preciso é em grego antigo ἐλπίς elpís, definível como a espera de algo ; traduz-se muitas vezes por esperança. Uma tradução alternativa será "antecipação".

Pandora é simultaneamente a introdutora dos males mas também da força, da dignidade e da beleza, e a partir da abertura da sua caixa o ser humano não pode melhorar a sua condição sem enfrentar adversidades.

[editar] Ver também

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