Campanha nas Ilhas Vulcano e Ryukyu

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Campanha nas Ilhas Volcano e Ryukyu
Guerra do Pacífico
OkinawaSprintingMarine.jpg
Um fuzileiro norte-americano lutando na batalha por Okinawa.
Data Janeiro – Junho de 1945
Local Ilhas Vulcano e Ilhas Ryūkyū, Oceano Pacífico
Desfecho Vitória dos Aliados
Combatentes
US flag 48 stars.svg Estados Unidos
 Reino Unido
Canadian Red Ensign 1921-1957.svg Canadá
 Austrália
 Nova Zelândia
Japão Império do Japão
Comandantes
Estados Unidos Chester W. Nimitz
Estados Unidos Holland Smith
Estados Unidos Simon B. Buckner
Estados Unidos Joseph W. Stilwell
Estados Unidos Ray Spruance
Estados Unidos Marc A. Mitscher
Reino Unido Bruce Fraser
Japão Tadamichi Kuribayashi
Japão Mitsuru Ushijima
Japão Isamu Cho
Japão Hiromichi Yahara (capturado)
Naval Ensign of Japan.svg Seiichi Itō
Naval Ensign of Japan.svg Minoru Ota
Naval Ensign of Japan.svg Kosaku Aruga
Naval Ensign of Japan.svg Keizō Komura
Baixas
19 840 mortos ou desaparecidos,
58 105 feridos,
33 096 perdas fora do combate,
79 navios afundados ou danificados,
773 aeronaves abatidas
90 400 mortos ou desaparecidos,
17 000 feridos,
7 671 capturados,
21 navios afundados,
3 130 aeronaves abatidas,
75 000-140 000 civis mortos ou desaparecidos

A Campanha nas Ilhas Vulcano e Ryūkyū foi uma série de combates e confrontos, ocorridos entre janeiro e junho de 1945, entre as Forças Aliadas e as forças do Império Japonês durante a campanha no Oceano Pacífico na Segunda Guerra Mundial.

A campanha ocorreu nos grupamento de ilhas de Vulcano and Ryukyu. Os principais combates da campanha foram a Batalha de Iwo Jima (16 de fevereiro-26 de março de 1945) e a Batalha de Okinawa (1 de abril-21 de junho de 1945). Uma das maiores batalhas navais da guerra aconteceu durante esta campanha, a chamada Operação Ten-Go (7 de abril de 1945).

Esta campanha foi parte de uma operação ainda maior, a chamada Campanha Japão, que deveria servir de preparação para a invasão por terra daquele país, além de apoiar os bombardeios aéreos e navais as suas ilhas principais. O lançamento das bombas atômicas em duas cidades japonesas acabou por forçar a rendição do Japão sem que uma invasão fosse necessária.

Referências