Campeonato Paulista de Futebol

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Campeonato Paulista de Futebol‎ - Série A1
Campeonato Paulista
Dados gerais
Organização FPF
Edições 123
Outros nomes Paulistão
Local de disputa  São Paulo,  Brasil
Número de equipes 20
Sistema Temporada, Misto (turno classificatório)
Soccerball current event.svg Edição atual
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O Campeonato Paulista de Futebol, mais conhecido como Campeonato Paulista ou ainda Paulistão, é a competição profissional desse esporte no estado de São Paulo. Organizado pela Federação Paulista de Futebol, é a liga de futebol mais antiga do Brasil, sendo realizada ininterruptamente desde 1902.[1] [2] Teve como primeiro campeão o São Paulo Athletic.[3]

Seu atual campeão é o Ituano Futebol Clube, vencedor da edição de 2014, quando conquistou seu segundo título na competição. O maior campeão da competição é o Corinthians, com 27 conquistas. Além do Corinthians, os maiores campeões são o Palmeiras (22 títulos), o São Paulo (21) e o Santos (20). A rivalidade entre estes quatro times, que figuram no grupo das maiores equipes do Brasil, está marcada na história desta competição. Outros 12 clubes já venceram a principal divisão do futebol paulista ao longo de sua história, que contou com a participação de 102 clubes diferentes.

Atualmente, o torneio da Primeira Divisão é disputado por 20 equipes e normalmente realizado entre janeiro e meados de maio da temporada do futebol brasileiro. Desde 2012, por questões de patrocínio, é também chamado por Paulistão Chevrolet.[4] [5]

História[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

São Paulo Athletic, o primeiro vencedor do Campeonato Paulista

Charles Miller foi o responsável pela criação do primeiro torneio de futebol no Brasil, no estado de São Paulo.[6] Charles introduziu as regras do futebol em seu país após seu retorno da Inglaterra, onde ele realizada seus estudos e descobrira o esporte.[6] Em 14 de dezembro de 1901 é fundada a Liga Paulista de Foot-Ball, acrônimo LPF, sendo composta inicialmente por cinco equipes: São Paulo Athletic, Internacional, Mackenzie, Germânia e Paulistano.[7] [8] Entre abril e outubro de 1902 estas equipes competiram na primeira edição do torneio, que teve o São Paulo Athletic Club como campeão[7] [9] e o próprio Charles como artilheiro.[10] Diferente da Argentina e do Uruguai, o futebol era restrito às elites em seus primeiros momentos no Brasil.[6] [11]

Nos anos seguintes a popularidade do futebol foi crescendo. O Paulistano, uma equipe composta pelos filhos das famílias mais ricas de São Paulo[12] , tornou-se a equipe mais forte do estado.[13] Contudo, a base da popularidade do esporte começou a mudar após a brilhante turnê do Corinthian, uma equipe amadora de Londres, realizada em São Paulo e no Rio de Janeiro.[14] Eles venceram facilmente os melhores times brasileiros da época e causaram uma impressão bastante favorável nos fãns mais jovens do esporte.[14] Pouquíssimo tempo depois, um grupo de trabalhadores inspirou-se neles e fundou o primeiro time popular da cidade: o Corinthians.[14] [15]

Time do Paulistano em 1901

Dos Anos 10 ao final dos Anos 30[editar | editar código-fonte]

O crescimento da popularidade do futebol entre as classes mais baixas gerou um racha na LPF. Seus diretores defendiam que o futebol deveria continuar sendo um esporte das elites. Esta diferença de opinião levou a criação de outra liga, a Associação Paulista de Esportes Atléticos, acrônimo APEA, que promoveu o esporte dentre de todas as classes sociais. Corinthians, Palestra Itália, uma nova equipe composta por imigrantes italianos, e Paulistano ajudaram a compor a nova liga[16] .

A LPF encerrou suas atividades em 1917. Até 1926, a APEA permaneceu sendo a única liga em São Paulo. Equipes fortes, grandes multidões e jogadores como Neco do Corinthians e Arthur Friedenreich do Paulistano contribuíram para a febre futebolística que converteu o futebol, de "diversão de estrangeiro", para o esporte mais popular no Brasil[16] . Debates cercaram a questão de que se o futebol deveria ser profissionalizado ou se deveria permanecer um simples empreendimento amador. O Paulistano, recordista de títulos na época, recusou-se a tornar-se profissional e criou em 1925 a Liga dos Amadores de Futebol, acrônimo LAF. A competição entre as duas ligas alimentou a expansão do número de times e clubes do interior do estado começaram então a aderi-las[16] .

A partir de 1930, com a queda da LAF e o encerramento das atividades do departamento de futebol do Paulistano, uma nova era no futebol paulista começou. Os jogadores tornaram-se profissionais em 1933, quando a Liga Bandeirante de Futebol foi criada[16] . Corinthians e Palestra Itália assumiram suas posições como os times mais fortes e populares do estado. Então um novo clube surge para competir pelos corações dos torcedores. Alguns dissidentes do Paulistano, favoráveis à profissionalização, juntamente com os diretores da A.A. das Palmeiras se unem para formar o São Paulo Futebol Clube, a terceira força da cidade.[17] [18]

O Paulistão de 1933 entrou para a história do futebol brasileiro por ter sido o primeiro campeonato profissional de futebol no Brasil. O primeiro jogo de futebol profissional do Brasil foi um amistoso realizado na Vila Belmiro, em 12 de março, com vitória do São Paulo por 5 a 1 sobre o Santos. E Arthur Friedenreich, ironicamente um contrário à profissionalização, fez o primeiro gol "remunerado" da história do futebol do País.

Era moderna[editar | editar código-fonte]

Pelé com a camisa do Santos na década de 1960

A APEA cessou suas atividades em 1938, e após algumas mudanças de nome, a original Liga Bandeirante de Futebol tornou-se oficialmente a Federação Paulista de Futebol, acrônimo FPF, em 22 de abril de 1941. São Paulo assinou com Leônidas da Silva no ano seguinte e venceu cinco das oito edições seguintes do campeonato. O Palestra Itália mudou seu nome para Palmeiras em 1942 devido à Segunda Guerra Mundial e à lei que baniu referências no esporte às potências do Eixo, e foi o campeão daquele ano. O futebol cresceu dentro do estado e a segunda divisão foi criada em 1948, permitindo que equipes do interior participassem da competição principal. O XV de Novembro da cidade de Piracicaba foi a primeira equipe promovida à elite.

São Paulo, Palmeiras e Corinthians dominaram os títulos no começo dos anos 50.[9] O Santos, mesmo competindo em alto nível, teria que esperar mais alguns anos para alcançar o status dos três da capital. No ano de 1957 o futebol viu o nascimento de seu maior jogador em todos os tempos: Pelé. Seus gols fantásticos levaram o Santos a vencer nove dos próximos doze campeonatos.[9]

Pelé foi o artilheiro do campeonato em todos os anos entre 1957 e 1965[10] , incluindo o recorde de tentos em uma única edição, 58 gols no ano de 1958.[10] Naquele tempo, o Santos venceu uma série de competições, a nível estadual, nacional, continental e intercontinental. O Palmeiras, com a Academia comandada por Ademir da Guia, foi o único na época capaz de tentar frear tal domínio dos anos 60.

Desde os anos 60, o Brasil passou a desenvolver competições nacionais mais maduras, que passaram a competir com os torneios estaduais pela atenção dos torcedores. Demoraria, porém, um certo tempo para que a competição paulista perdesse seu espaço e muitos campeonatos ainda entrariam para a história do futebol brasileiro.

Na decisão do Campeonato Paulista de 1973, um erro de arbitragem fez com que dois campeões fossem proclamados: o Santos e a Portuguesa. O jogo entre o campeão do primeiro turno (Santos) e o campeão do segundo turno (Portuguesa), terminou empatado por 0 a 0. Com o empate também na prorrogação, a decisão foi para os pênaltis. O árbitro Armando Marques errou na contagem e encerrou as cobranças, quando o placar marcava 2 a 0 para o Santos, embora a Portuguesa ainda tivesse duas cobranças por efetuar. Depois de terminar a disputa, Marques se deu conta do erro, mas já era tarde, pois a equipe paulistana já havia deixado os vestiários. A solução da FPF foi dividir o título.

Em 1977, o Corinthians encerrou a amarga espera de 23 anos sem títulos ao bater a Ponte Preta na final do campeonato. Depois disso, o começo dos anos 80 ficou marcado pelas batalhas entre Corinthians, de Sócrates, e São Paulo, de Serginho Chulapa.

A Democracia Corintiana venceu em 1982 e 1983 enquanto introduziu uma nova filosofia de gestão da equipe, na qual os jogadores participavam de todas as decisões. O São Paulo tornou-se a equipe mais bem sucedida da década, vencendo as edições de 1980, 1981, 1985, 1987 e 1989, sendo estes últimos anos marcados pelo surgimento de jogadores como Müller e Silas, conhecidos na época como os "Menudos do Morumbi", em alusão ao nome de uma banda porto-riquenha chamada Menudo, que se tornou um fenômeno nacional nessa época.

Em 1986, a Inter de Limeira protagonizou uma grande zebra, ao derrotar o Palmeiras na final do campeonato, em pleno Estádio do Morumbi. Em 1990, o Bragantino e o Novorizontino fizeram a primeira final só com equipes do interior, marcando a maior zebra da história do Paulistão.

Em 1993, com estrelas como Evair, César Sampaio, Roberto Carlos, Zinho e Edmundo, o Palmeiras foi outro time grande que encerrou um longo jejum de títulos, de 16 anos, interrompendo o tabu com vitória por 4 a 0 sobre o arquirrival Corinthians[19] . Os torcedores do alviverde ainda viram a equipe vencer em 1994 e 1996. Neste último, o título representou a melhor campanha de uma equipe na era profissional do Campeonato Paulista[20] . Cafu, Rivaldo, Djalminha e Müller são alguns dos jogadores da "Máquina verde", que marcou 102 gols no campeonato de 1996.

O Corinthians conquistou o troféu cinco vezes no período de 1995 a 2003, tornando-se assim a equipe mais bem sucedida nos primeiros 100 anos do Campeonato Paulista, com 25 títulos.

Desde 2000, o Campeonato Paulista tem perdido a sua popularidade. As principais equipes do estado de São Paulo tratam o torneio como "preparação" para torneios mais cobiçados, como a Copa Libertadores da América e o Campeonato Brasileiro. Contudo, o Paulistão ainda mantém sua importância, ao promover a revelação de novos talentos e sustentar as bases futebolísticas do interior do estado, além de cultivar a rivalidade, especialmente entre os grandes clubes.

No Século XXI, o Santos vem sendo o grande conquistador de títulos. Desde 2001, a equipe do litoral venceu cinco campeonatos e teve estrelas como Robinho, Paulo Henrique Ganso e Neymar. O Corinthians, que é o maior vencedor da história da competição, vem na sequência com quatro títulos.

Organização[editar | editar código-fonte]

O primeiro Campeonato Paulista foi organizado em 1902 pela Liga Paulista de Foot-Ball (LPF), entidade fundada em 1901, e contou com 10 equipes da capital.[21] Na década de 1910, aconteceu a primeira cisão no futebol paulista, que resultou na fundação da Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA). A nova entidade, que organizou seu primeiro campeonato paralelo ao torneio da LPF em 1913, defendia uma competição mais elitista. Após quatro temporadas com duas edições paralelas, a APEA prevaleceu sobre a LPF, que acabou extinta. A maior parte dos seus clubes da LPF disputaria o torneio que se considera atualmente a Segunda Divisão.[22]

Em 1926, o Paulistano liderou uma nova cisão, por ser contrário à profissionalização do futebol paulista. Ferrenho defensor do amadorismo, o clube rompeu com a APEA e decidiu criar uma nova liga, denominada Liga de Amadores de Futebol (LAF). Por três temporadas, o futebol paulista teve dois campeonatos estaduais paralelos, até a desintegração da LAF em 1930.[22] Em meados da década de 1930, ocorreu a última cisão no futebol local, novamente por conta de disputas acerca do profissionalismo. Fundou-se a Liga Paulista de Futebol, com a participação de Corinthians e Palestra Itália, os dois principais times paulistas da época.

Enfraquecida, a APEA não resistiu e acabou extinta após a temporada de 1936.[22] Entre 1937 e 1941, a nova entidade se consolidaria — foi rebatizada para Liga de Futebol Paulista (em 1937), Liga de Futebol do Estado de São Paulo (de 1938 a 1940) e, por fim, Federação Paulista de Futebol (desde 1941).[22]

Resumidamente, a ordem cronológica das entidades responsáveis pela organização do campeonato segue como:[21] [22]

Formato[editar | editar código-fonte]

O Campeonato Paulista é organizado anualmente pela Federação Paulista de Futebol, ou FPF, contando com equipes residentes no estado de São Paulo. Vinte equipes competem na divisão mais alta da liga, a Série A1.[23] Em 2014 o formato da competição foi alterado, após um contestado[24] [25] formato nas temporadas de 2011, 2012 e 2013, onde as 20 equipes jogavam entre si em turno único e as 8 melhores colocadas avançavam para a fase mata-mata, realizada em sistema de jogo único até a partida final, que era realizada em sistema de ida e volta.[23] A partir de 2014, os 20 clubes foram divididos em quatro grupos com cinco equipes cada um e os clubes de um grupo jogam com todos os clubes dos demais grupos, em turno único, classificando-se para as quartas de final os dois times com o maior número de pontos em cada grupo. Nas quartas de final, os melhores colocados de cada grupo enfrentam em casa o segundo da mesma chave em jogo único. A semifinal também será em jogo único, onde o time de melhor campanha enfrenta em casa o quarto índice técnico (e, por consequência, o segundo recebe o terceiro). A final é disputada em jogos de ida e volta. O time de melhor campanha joga a segunda partida em casa.

Assim como já acontecia nas temporadas anteriores, em 2014 as equipes que não avançarem para a fase semifinal e que não residirem na capital do estado, além do Santos Futebol Clube, competem na fase Campeonato Paulista do Interior pelo título de Campeão do Interior.[23] Também foi mantido o rebaixamento para a divisão inferior, a Série A2, dos quatro clubes que somem o menor número de pontos na fase classificatória, disputando-a no ano seguinte. Em 2014, se os quatro clubes de menor pontuação estiverem num mesmo grupo, o melhor terceiro colocado avançaria para a fase seguinte da competição.[23]

Direitos de transmissão[editar | editar código-fonte]

Atualmente, as Organizações Globo detêm os direitos de transmissão do Campeonato Paulista da Série A. O último contrato de cessão de direitos foi fechado em 2010, diretamente entre representantes dos quatro maiores clubes paulistas e da emissora carioca, que pagaria R$ 63,5 para Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo.[26] Cada um deles receberia R$ 9,5 milhões nas temporadas 2011 e 2012 e um acréscimo de 20% (no total: R$ 11,5 milhões) para as temporadas 2013, 2014 e 2015.[26]

Pela primeira vez, a Federação Paulista de Futebol ficou fora da negociação, ficando responsável apenas pelo acerto referente aos demais 16 clubes que disputam o torneio.[27] São desconhecidos os valores pagos para esses outros participantes.

O contrato é válido para TV aberta (Rede Globo), TV fechada (SporTV) e pay-per-view (Premiere FC). O torneio foi transmitido em tevê aberta nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.[28]

Desde 2013 e por quatro temporadas, o canal latino-americano da ESPN também transmite jogos ao vivo para países de língua não-portuguesa na América Latina e Caribe.[29]

Participantes em 2014[editar | editar código-fonte]

Equipe Cidade Em 2013 Estádio Capacidade Títulos
Atlético Sorocaba Sorocaba bandeira.jpg Sorocaba 15º (Série A1) Walter Ribeiro 13 722 0 (não possui)
Audax [a] Bandeira Osasco.gif Osasco 3° (Série A2) José Liberatti 12 430 0 (não possui)
Botafogo-SP Bandeira ribeirao preto.jpg Ribeirão Preto 7º (Série A1) Santa Cruz 29 292 0 (não possui)
Bragantino Bandeira de Bragança Paulista.jpg Bragança Paulista 11º (Série A1) Nabi Abi Chedid 17 128 1 (1990)
Comercial Bandeira ribeirao preto.jpg Ribeirão Preto 4º (Série A2) Palma Travassos 18 277 0 (não possui)
Corinthians Bandeira da cidade de São Paulo.svg São Paulo 1º (Série A1) Pacaembu 37 730 27 (último em 2013)
Ituano Bandeira de Itu.jpg Itu 14º (Série A1) Novelli Júnior 18 560 2 (último em 2014)
Linense Lins Bandeira.jpg Lins 9º (Série A1) Gilberto Siqueira Lopes 15 770 0 (não possui)
Mogi Mirim Bandeira de Mogi Mirim.gif Mogi Mirim 4º (Série A1) Vail Chaves 19 900 0 (não possui)
Oeste Itápolisbandeira.jpg Itápolis 16º (Série A1) Amaros 14 074 0 (não possui)
Palmeiras Bandeira da cidade de São Paulo.svg São Paulo 6º (Série A1) Pacaembu [b] 37 730 22 (último em 2008)
Paulista Jundiai.gif Jundiaí 13º (Série A1) Jayme Cintra 15 155 0 (não possui)
Penapolense Bandeira penapolis.gif Penápolis 8º (Série A1) Tenente Carriço 10 679 0 (não possui)
Ponte Preta Bandeiracampinas.jpg Campinas 5º (Série A1) Moisés Lucarelli 19 728 0 (não possui)
Portuguesa Bandeira da cidade de São Paulo.svg São Paulo 1° (Série A2) Canindé 21 004 3 (último em 1973)
Rio Claro Bandeira Rio Claro (São Paulo).gif Rio Claro 2º (Série A2) Augusto Schmidt Filho 15 000 0 (não possui)
Santos Bandeira Santos SaoPaulo Brasil.svg Santos 2º (Série A1) Vila Belmiro 16 798 20 (último em 2012)
São Bernardo Bandeira de São Bernardo do Campo.jpg São Bernardo do Campo 12º (Série A1) Primeiro de Maio 15 789 0 (não possui)
São Paulo Bandeira da cidade de São Paulo.svg São Paulo 3º (Série A1) Morumbi 67 428 21 (último em 2005)
XV de Piracicaba Flag piracicaba.gif Piracicaba 10º (Série A1) Barão de Serra Negra 18 000 0 (não possui)

a. ^ O Audax-SP foi vendido ao Grêmio Osasco e seus diretores em 17 de setembro de 2013, com isso herdou a vaga na Série A1, o novo nome da equipe passa a ser Grêmio Osasco Audax. Contudo, a equipe continua sendo chamada de Audax.

b. ^ O Estádio Palestra Itália está fechado para a reforma e construção da Allianz Parque, com isso o Palmeiras mandará seus jogos no Estádio do Pacaembu.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Campeões[editar | editar código-fonte]

Campeonato Paulista[editar | editar código-fonte]

Clube com mais títulos

Corinthians Corinthians Corinthians Palmeiras Corinthians Corinthians Club Athletico Paulistano São Paulo Athletic Club

Ano Organizador Campeão Vice-campeão 3º colocado 4º colocado
1902 LPF São Paulo Athletic Paulistano Mackenzie Germânia
1903 LPF São Paulo Athletic(INV) Paulistano Mackenzie S.C. Internacional
1904 LPF São Paulo Athletic Paulistano S.C. Internacional Mackenzie
1905 LPF Paulistano(INV) Germânia S.C. Internacional São Paulo Athletic
1906 LPF Germânia S.C. Internacional A.A. das Palmeiras Paulistano
1907 LPF S.C. Internacional Paulistano S.C. Americano Mackenzie
1908 LPF Paulistano Germânia S.C. Americano S.C. Internacional
1909 LPF A.A. das Palmeiras Paulistano S.C. Internacional S.C. Americano
1910 LPF A.A. das Palmeiras(INV) S.C. Americano São Paulo Athletic Paulistano
1911 LPF São Paulo Athletic S.C. Americano Paulistano Ypiranga
1912 LPF S.C. Americano(INV) Paulistano Germânia Mackenzie
1913 LPF
APEA
S.C. Americano(INV)
Paulistano
Ypiranga
Mackenzie
S.C. Internacional
A.A. das Palmeiras
Corinthians
Não houve
1914 APEA
LPF
A.A. São Bento(INV)
Corinthians
(INV)
Paulistano
Campos Elíseos
Mackenzie
Minas Gerais
Ypiranga
S.C. Internacional
1915 APEA
LPF
A.A. das Palmeiras(INV)
Germânia
Mackenzie
Campos Elíseos
Ypiranga
S.C. Internacional
Paulistano
Luzitano
1916 APEA
LPF
Paulistano
Corinthians
(INV)
A.A. São Bento
União Lapa
Mackenzie
Alumni
Ypiranga
Campos Elíseos
1917 APEA Paulistano Palestra Itália Santos Corinthians
1918 APEA Paulistano Corinthians A.A. das Palmeiras Santos
1919 APEA Paulistano Palestra Itália Corinthians Ypiranga
1920 APEA Palestra Itália Paulistano Corinthians A.A. São Bento
1921 APEA Paulistano Palestra Itália Corinthians A.A. São Bento
1922 APEA Corinthians Palestra Itália Sírio Paulistano
1923 APEA Corinthians Palestra Itália Sírio A.A. São Bento
1924 APEA Corinthians Paulistano A.A. São Bento Santos
1925 APEA A.A. São Bento Corinthians Paulistano Santos
1926 APEA
LAF
Palestra Itália(INV)
Paulistano
Auto
Germânia
Corinthians
Independência
Santos
Antarctica
1927 APEA
LAF
Palestra Itália
Paulistano
(INV)
Santos
Hespanha
Corinthians
Paulista
Guarani
A.A. São Bento
1928 APEA
LAF
Corinthians
S.C. Internacional
Santos
Paulistano
Palestra Itália
Hespanha
Guarani
Ponte Preta
1929 APEA
LAF
Corinthians(INV)
Paulistano
Santos
Ponte Preta
Palestra Itália
S.C. Internacional
Portuguesa
Independência
1930 APEA Corinthians São Paulo Palestra Itália Santos
1931(1) APEA São Paulo Palestra Itália Santos Atlético Santista
1932 APEA Palestra Itália(INV) São Paulo Juventus Germânia
1933 APEA Palestra Itália São Paulo Portuguesa Corinthians
1934 APEA Palestra Itália São Paulo Portuguesa Corinthians
1935 LPF
APEA
Santos
Portuguesa
Palestra Itália
Ypiranga
Corinthians
Estudantes
Hespanha
E.C. São Caetano
1936 LPF
APEA
Palestra Itália
Portuguesa
Corinthians
Ypiranga
Portuguesa Santista
E.C. São Caetano
Santos
Tremembé
1937 LFP Corinthians Palestra Itália Portuguesa Santista Estudantes
1938 LFESP Corinthians(INV) São Paulo Portuguesa Santista Palestra Itália
1939 LFESP Corinthians Palestra Itália Portuguesa São Paulo Railway
1940 LFESP Palestra Itália Portuguesa Ypiranga Corinthians
1941 FPF Corinthians São Paulo Palestra Itália Portuguesa
1942 FPF Palmeiras Corinthians São Paulo Ypiranga
1943 FPF São Paulo Corinthians Palmeiras Juventus
1944 FPF Palmeiras São Paulo Corinthians Ypiranga
1945 FPF São Paulo Corinthians Palmeiras Portuguesa
1946 FPF São Paulo(INV) Corinthians Portuguesa Santos
1947 FPF Palmeiras Corinthians Portuguesa São Paulo
1948 FPF São Paulo Santos Ypiranga Corinthians
1949 FPF São Paulo Palmeiras Portuguesa Santos
1950 FPF Palmeiras São Paulo Santos Portuguesa
1951 FPF Corinthians Palmeiras Portuguesa São Paulo
1952 FPF Corinthians São Paulo Portuguesa Palmeiras
1953 FPF São Paulo Palmeiras Corinthians Portuguesa
1954 FPF Corinthians Palmeiras São Paulo Santos
1955 FPF Santos Corinthians São Paulo Palmeiras
1956 FPF Santos São Paulo Corinthians Palmeiras
1957 FPF São Paulo Santos Corinthians Palmeiras
1958 FPF Santos São Paulo Corinthians Palmeiras
1959 FPF Palmeiras Santos São Paulo Ferroviária
1960 FPF Santos Portuguesa Corinthians Palmeiras
1961 FPF Santos Palmeiras São Paulo Portuguesa
1962(2) FPF Santos Corinthians e São Paulo Não houve Palmeiras
1963 FPF Palmeiras São Paulo Santos E.C. São Bento
1964 FPF Santos Palmeiras Portuguesa Corinthians
1965 FPF Santos Palmeiras Corinthians Portuguesa
1966 FPF Palmeiras Corinthians Santos Comercial
1967 FPF Santos São Paulo Corinthians Palmeiras
1968 FPF Santos Corinthians Ferroviária Portuguesa
1969 FPF Santos Palmeiras São Paulo Corinthians
1970 FPF São Paulo Palmeiras e Ponte Preta Santos Corinthians
1971 FPF São Paulo Palmeiras Corinthians Santos
1972 FPF Palmeiras(INV) São Paulo(INV) Santos Corinthians
1973(3) FPF Santos
Portuguesa
Palmeiras Corinthians Guarani
1974 FPF Palmeiras Corinthians Santos Portuguesa
1975 FPF São Paulo Portuguesa Palmeiras Corinthians
1976 FPF Palmeiras XV de Piracicaba Guarani Botafogo-SP
1977 FPF Corinthians Ponte Preta Palmeiras São Paulo
1978 FPF Santos São Paulo Guarani Palmeiras
1979 FPF Corinthians Ponte Preta Palmeiras Guarani
1980 FPF São Paulo Santos Ponte Preta Corinthians
1981 FPF São Paulo Ponte Preta Guarani Palmeiras
1982 FPF Corinthians São Paulo Palmeiras Ponte Preta
1983 FPF Corinthians São Paulo Santos Palmeiras
1984 FPF Santos Corinthians São Paulo Palmeiras
1985 FPF São Paulo Portuguesa Guarani Ferroviária
1986 FPF Inter de Limeira Palmeiras Corinthians Santos
1987 FPF São Paulo Corinthians Santos Palmeiras
1988 FPF Corinthians Guarani São Paulo São José
1989 FPF São Paulo São José Corinthians Bragantino
1990 FPF Bragantino Novorizontino Corinthians Palmeiras
1991 FPF São Paulo Corinthians Palmeiras Portuguesa
1992 FPF São Paulo Palmeiras Mogi Mirim Ponte Preta
1993 FPF Palmeiras Corinthians São Paulo Santos
1994 FPF Palmeiras São Paulo Corinthians Santos
1995 FPF Corinthians Palmeiras Portuguesa São Paulo
1996 FPF Palmeiras São Paulo Portuguesa Corinthians
1997 FPF Corinthians São Paulo Santos Palmeiras
1998 FPF São Paulo Corinthians Portuguesa Palmeiras
1999 FPF Corinthians Palmeiras São Paulo Santos
2000 FPF São Paulo Santos Corinthians Palmeiras
2001 FPF Corinthians Botafogo-SP Ponte Preta Santos
2002 FPF Ituano União São João Rio Branco-SP Juventus
2003 FPF Corinthians São Paulo Portuguesa Santista Palmeiras
2004 FPF São Caetano Paulista Santos Palmeiras
2005 FPF São Paulo Corinthians Santos Santo André
2006 FPF Santos São Paulo Palmeiras Noroeste
2007 FPF Santos São Caetano São Paulo Bragantino
2008 FPF Palmeiras Ponte Preta São Paulo Guaratinguetá
2009 FPF Corinthians(INV) Santos Palmeiras São Paulo
2010 FPF Santos Santo André Grêmio Prudente São Paulo
2011 FPF Santos Corinthians Palmeiras São Paulo
2012 FPF Santos Guarani São Paulo Ponte Preta
2013 FPF Corinthians Santos São Paulo Mogi Mirim
2014 FPF Ituano Santos Palmeiras Penapolense
(INV) Campeão invicto
(1) O Campeonato Paulista de Futebol de 1931 foi vencido pelo São Paulo Futebol Clube, conhecido na época como São Paulo da Floresta, que fechou suas portas em 1935 e, após um breve período de inatividade, foi refundado em dezembro de 1935 mantendo o nome que ostenta até hoje. Por estas razões, o título de 1931 é reconhecido como sendo um título do atual São Paulo Futebol Clube. [30] [31] [32]
(2) O Campeonato Paulista de Futebol de 1962 teve como campeão a equipe do Santos. Como o regulamento não previa critérios de desempate entre os vices, Corinthians e São Paulo, que empataram no número de pontos, foram declarados vice-campeões. [33] [34]
(3) O Campeonato Paulista de Futebol de 1972 foi decidido, entre Palmeiras e São Paulo. Terminado os 2 clubes de sem perder nenhuma partida, ou seja; invictos.
(4) O Campeonato Paulista de Futebol de 1973 foi decidido nos pênaltis, entre Santos e Portuguesa. Após a terceira rodada de cobranças, o placar estava 2x0 para o Santos. Erradamente, o árbitro Armando Marques encerrou a partida, declarando o Santos como campeão (na verdade, a Portuguesa ainda tinha a chance de empatar a série). No dia seguinte, a FPF tentou corrigir o engano e declarou as duas equipes como campeãs. O Palmeiras, que havia feito a melhor campanha na primeira fase, herdou o vice-campeonato. [35] [36]

Campeonato Paulista Extra[editar | editar código-fonte]

Ano Organizador Campeão Vice-campeão 3º colocado 4º colocado
1926 [37] APEA Palestra Itália Sírio Santos A.A. São Bento
1938 [38] APEA Palestra Itália Corinthians São Paulo Railway Santos

Supercampeonato Paulista[editar | editar código-fonte]

Ano Organizador Campeão Vice-campeão 3º colocado 4º colocado
2002 FPF São Paulo Ituano Corinthians Palmeiras

Títulos por clube[editar | editar código-fonte]

Campeões invictos[editar | editar código-fonte]

Artilheiros[editar | editar código-fonte]

Maiores públicos[editar | editar código-fonte]

Fachada do Estádio do Morumbi, um dos templos do futebol paulista, onde foram realizados os 10 jogos da lista ao lado e todos os outros 59 jogos do campeonato com mais de 80 mil espectadores
# Jogo Público Pagantes Estádio Campeonato Data
1 Corinthians 1 x 2 Ponte Preta 146.082 138.032 Estádio do Morumbi 1977 09 de outubro de 1977
2 Palmeiras 2 x 0 Santos 127.423 123.318 Estádio do Morumbi 1978 15 de outubro de 1978
3 São Paulo 1 x 0 Santos 122.535 122.209 Estádio do Morumbi 1980 16 de novembro de 1980
4 Corinthians 0 x 1 Palmeiras 120.902 120.522 Estádio do Morumbi 1974 22 de dezembro de 1974
5 Corinthians 1 x 1 Santos 120.782 116.881 Estádio do Morumbi 1977 20 de março de 1977
6 Corinthians 1 x 0 Santos 120.000 Estádio do Morumbi 1978 26 de dezembro de 1978
7 Corinthians 4 x 0 Santos 119.965 117.676 Estádio do Morumbi 1977 29 de maio de 1977
8 São Paulo 3 x 2 Corinthians 119.858 117.061 Estádio do Morumbi 1982 05 de dezembro de 1982
9 São Paulo 1 x 0 Palmeiras 119.113 112.016 Estádio do Morumbi 1979 17 de junho de 1979
10 Corinthians 1 x 1 Santos 117.628 111.103 Estádio do Morumbi 1978 20 de agosto de 1978

Participações[editar | editar código-fonte]

Competições relacionadas[editar | editar código-fonte]

Campeonato Paulista do Interior[editar | editar código-fonte]

Este campeonato paralelo, que pode ser visto simplesmente como uma fase do Campeonato Paulista Série A1, é disputado pelas equipes que não avançarem para a fase semifinal de tal campeonato e que não residam na capital do estado, além do Santos Futebol Clube. Aponta o Campeão do Interior.[23]

Taça dos Invictos[editar | editar código-fonte]

A Taça dos Invictos do futebol paulista é um troféu entregue aos clubes de São Paulo, tanto da capital como do interior do estado, que permanecem invictos por uma determinada quantidade de partidas, contabilizadas somente em partidas disputadas pelo Campeonato Paulista de Futebol.[39] Entregue originalmente pelo jornal A Gazeta Esportiva [39] , o troféu era chamado pela publicação nos anos 1980 de "um dos mais belos e o mais tradicional troféu do futebol brasileiro".[40] O atual detentor é o Corinthians, pela sequência de 28 jogos de invencibilidade que o clube obteve entre os Campeonatos Paulistas de 2009 e 2010. [39] [41]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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Notas

  1. Não confundir com a Liga Paulista de Foot-Ball, cujo acrônimo também é LPF, primeira entidade a organizar o Campeonato Paulista, de 1902 a 1916.
  2. A mesma entidade Liga Paulista de Futebol, porém com nome diferente.
  3. A mesma Liga de Futebol Paulista, LFP, porém com nome diferente.
  4. a b c O S.C. Americano foi fundado em Santos, mas em 1911 se transferiu para São Paulo. Os títulos e vices estão atribuídos à cidade onde o clube estava sediado na época da conquista.

Referências

  1. Como era São Paulo sem estádios de futebol - O Estado de S.Paulo, 13 de março de 2013
  2. Arquivo do Estadão: Há 110 anos, futebol entrava no calendário esportivo paulista - O Estado de S.Paulo, 21 de janeiro de 2012
  3. Campeonato Paulista - História, UOL Esporte, 1999
  4. Montadora adquire naming rights de 20 estaduais - O Estado de S.Paulo, 09 de janeiro de 2013
  5. Campeonato Paulista terá naming right da Chevrolet- A Máquina da Notícia, 17 de janeiro de 2012
  6. a b c História do futebol. Sua pesquisa. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  7. a b A História do Futebol Paulista. campeoesdofutebol.com.br. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  8. Campeonato Paulista de Futebol - Participantes da Série A1. RSSSF. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  9. a b c Campeonato Paulista de Futebol - Lista de campeões da Série A1. RSSSF. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  10. a b c Campeonato Paulista de Futebol - Lista de artilheiros. RSSSF. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  11. Antonio Roque Citadini. Os primeiros campeonatos. [S.l.: s.n.], 2001. p. 25 a 26. Página visitada em 30 de maio de 2012.
  12. A aprendizagem das diferenças sociais: classe, gênero e corpo em uma escola para meninas. Artigo de Graziela Serroni Perosa, professora da Universidade de São Paulo. Página visitada em 03 de junho de 2012.
  13. C.A. Paulistano: Os reis do futebol. Museu Virtual do Futebol em 27 de outubro de 2009. Página visitada em 03 de junho de 2012.
  14. a b c Antonio Roque Citadini. A visita do Corinthian inglês e a fundação do Corinthians Paulista. [S.l.: s.n.], 2001. p. 35. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  15. História. Corinthians.com.br. Página visitada em 30 de maio de 2012.
  16. a b c d História (em português). Folha Online (18 de junho de 2000). Página visitada em 18 de junho de 2012.
  17. São Paulo Futebol Clube - Genealogia. São Paulo Futebol Clube. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  18. São Paulo Futebol Clube - Floresta, ver aba "Fundação". São Paulo Futebol Clube. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  19. "Evair. O jogo da Minha Vida. Palmeiras 4 x 0 Corinthians. Paulistão de 1993", Estadão.com, Visitada em 19/2/2013
  20. Enciclopédia do Futebol Brasileiro, Volume 1 - Lance, Rio de Janeiro: Aretê Editorial S/A, 2001, página 217
  21. a b Desde 1902, campeonato já teve vários 'patrões' - O Estado de S.Paulo, 21 de janeiro de 2012
  22. a b c d e História - Folhaonline, 2000
  23. a b c d e Regulamento do Campeonato Paulista de Futebol Série A1. Federação Paulista de Futebol. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  24. A fórmula insensata do Paulistão. Globo SporTV - Blog Expresso do Esporte por Décio Lopes. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  25. Líder e eliminado: Tite lamenta queda e pede mudança na fórmula. Globo Esporte em 24 de abril de 2012. Página visitada em 01 de junho de 2012.
  26. a b Painel FC: Grandes de SP ganharão R$ 63,5 milhões cada um da Globo
  27. G4 Paulista negocia TV no Paulistão – 5 anos e mais dinheiro que a Libertadores
  28. O mapa do televisionamento dos estaduais 2013
  29. ESPN adquire direitos da Globo para exibir campeonato Paulista e Brasileirão
  30. Federação Paulista de Futebol computa título de 1931 ao São Paulo Futebol Clube - Ver Página D10. Folha de São Paulo - Edição de 31 de março de 2005. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  31. São Paulo como campeão Paulista de 1931. Site oficial da FIFA (em inglês). Página visitada em 31 de maio de 2012.
  32. Campeonato Paulista 1931. Site oficial RSSSF Brasil. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  33. São Paulo se isola no topo do Ranking Folha ao acabar com jejum de 4 anos.. Folha de S. Paulo. Página visitada em 19 de maio de 2013.
  34. Campeonato Paulista de Futebol - Podium. RSSSF. Página visitada em 20 de maio de 2013.
  35. Armando a maior confusão. Claro!. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  36. Armando Marques se embanana e Federação Paulista proclama dois campeões em 1973. Apito Nacional. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  37. http://cacellain.com.br/blog/?p=40639
  38. http://www.rsssfbrasil.com/tablesae/csp1938.htm
  39. a b c Corinthians conquista a vaga e também a Taça dos Invictos. Gazeta Esportiva.Net em 19 de abril de 2009. Página visitada em 31 de maio de 2012.
  40. (15 de setembro de 1986) "Internacional recebe o troféu mais tradicional do Brasil". A Gazeta Esportiva (21 606): 68. São Paulo: Fundação Casper Líbero.
  41. Com vitória, Corinthians tira Taça dos Invictos do São Paulo. Terra Esportes em 19 de abril de 2009. Página visitada em 31 de maio de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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