Campos do Jordão

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Município de Campos do Jordão
"Suíça Brasileira"
Bairro Vila Capivari, centro turístico de Campos do Jordão, visto do Morro do Elefante

Bairro Vila Capivari, centro turístico de Campos do Jordão, visto do Morro do Elefante
Bandeira de Campos do Jordão
Brasão de Campos do Jordão
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 29 de abril de 1874 (139 anos)
Gentílico jordanense
Prefeito(a) Frederico Guidoni (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Campos do Jordão
Localização de Campos do Jordão em São Paulo
Campos do Jordão está localizado em: Brasil
Campos do Jordão
Localização de Campos do Jordão no Brasil
22° 44' 20" S 45° 35' 27" O22° 44' 20" S 45° 35' 27" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Vale do Paraíba Paulista IBGE/2008[1]
Microrregião Campos do Jordão IBGE/2008[1]
Região metropolitana Vale do Paraíba e Litoral Norte
Municípios limítrofes Piranguçu (MG), Wenceslau Braz (MG), Guaratinguetá, Pindamonhangaba, Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí
Distância até a capital 173 km[2]
Características geográficas
Área 290 055 km² [3]
População 47 824 hab. Censo IBGE/2010[4]
Densidade 60,65 hab./km²
Altitude 1628 m [5]
Clima tropical de altitude Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,749 alto PNUD/2010 [6]
PIB R$ 491 189,936 mil IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 10 601,53 IBGE/2008[7]
Página oficial

Campos do Jordão é um município brasileiro localizado no interior do estado de São Paulo, mais precisamente na Serra da Mantiqueira; faz parte da recém-criada Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, sub-região 2 de Taubaté.

A cidade fica à altitude de 1.628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro, considerando a altitude da sede. Sua população estimada, em 2004, era de 47.903 habitantes. Dista 173 km da cidade de São Paulo[2] , 350 km do Rio de Janeiro e 500 km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro.

Estância climática[editar | editar código-fonte]

Campos do Jordão é um dos quinze municípios paulistas considerados estâncias climáticas pelo estado, por cumprirem os pré-requisitos definidos por lei estadual. Tal nomeação garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. O município também adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância climática, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

Campos do Jordão é chamada de "Suíça Brasileira", como estratégia de marketing, pela sua arquitetura tardia baseada em construções europeias e pelo seu clima mais frio que a média brasileira. Por isso, a cidade recebe maior quantidade de turistas durante a estação do inverno, especialmente no mês de julho.

Fundação[editar | editar código-fonte]

Pórtico da cidade

Os primeiros habitantes conhecidos da região foram índios pertencentes a várias etnias: puris, caetés, guarulhos e cataguás. A partir do século XVI, a região começou a ser percorrida por desbravadores de origem portuguesa, como Martim Corrêa de Sá, Gaspar Vaz da Cunha e Inácio Caetano Vieira de Carvalho. A família deste último vendeu suas terras na região para Manuel Rodrigues do Jordão, cujo sobrenome veio a conferir à região seu nome atual. As terras de Jordão foram loteadas e vendidas na segunda metade do século XIX. Em 29 de abril de 1874, Mateus da Costa Pinto adquiriu alguns lotes à beira do Rio Imbiri. Esta data passou a ser considerada a data oficial de fundação do município[8] .

A partir do final do século XIX, a região adquiriu a fama de ser um local indicado para o tratamento de doenças do pulmão, devido a seu excelente clima. Nas décadas de 1920 e 1930, começaram a ser construídos os primeiros sanatórios, dedicados ao tratamento de doenças pulmonares. Em 1934, Campos do Jordão separou-se de São Bento do Sapucaí para constituir município autônomo. A partir da década de 1950, o avanço da medicina fez com que a tuberculose deixasse de ser uma doença tão perigosa. Com isso, a cidade passou a desenvolver o turismo[9] . Atualmente, é um dos principais destinos de inverno do Brasil.

Geografia[editar | editar código-fonte]

É o município com a sede administrativa mais elevada do país, atingindo 1 628 metros na sede do município, onde está localizada a prefeitura da cidade, e que pode variar para mais de 2 000 metros nos arredores do município. Está localizado no maciço da Serra da Mantiqueira, uma das mais elevadas cadeias de montanhas do Brasil.

Possui uma área de 289,5 km². É constantemente visitado por turistas de todo o Brasil e até mesmo do exterior, que vão à localidade para gozar do clima de inverno.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

Seu clima é tropical de altitude (Cwb), com verões suaves e invernos com temperaturas bastante baixas para os padrões brasileiros. Ocorrências de neve foram registradas em 1928, 1942, 1947 e em 1966,[10] sendo a última vez em que foi registrada neve na cidade, segundo Paulo Filho, entre 1892 e 1897, era comum a cidade ser atingida por prolongadas nevascas.[11] Geadas são comuns durante o inverno.[12] Seu clima temperado favorece a criação de hortênsias, especificamente as da espécie Hydrangea macrophylla.

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia, a temperatura mínima oficialmente registrada em Campos do Jordão foi de -7,3 graus centígrados, ocorrida no dia 1º de junho de 1979,[13] porém outros institutos já registraram temperaturas ainda menores, como de -7,4 graus centígrados em 26 de junho de 1918, -8,0 graus centígrados em 25 de julho de 1923[14] e -8,7 ºC em julho de 1926.[15] Já a maior temperatura observada na cidade pelo INMET foi de 34,0 ºC, registrada no dia 28 de setembro de 2004.[16] De acordo com o Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO), o maior acumulado de chuva ocorrido em Campos do Jordão foi de 178,1 mm, no dia 5 de janeiro de 2000.[17]

O clima da cidade foi considerado por José Setzer, por volta de 1946, como mesotérmico médio, com verões brandos e sem estação seca.

Tudo começou no final do século XIX, quando fazendeiros identificaram "propriedades terapêuticas" no clima de Campos na época, uma vila. Na primeira metade do século passado acorriam a Campos do Jordão numerosos portadores da tuberculose, cuja cura naquela época era extremamente dificil. Muitos voltaram totalmente sãos. Nessa época a pequena cidade tinha pouca atividade turística concentrando-se muito mais na função terapêutica. Eram numerosos os sanatórios, públicos e privados ali instalados e grande o número de médicos tisiologistas.

Da análise dos dados referentes às temperaturas no período de 1965 à 1974, pode-se afirmar que o clima de montanha de Campos do Jordão é do tipo tropical temperado, não apresentando nebulosidade úmida, ventos constantes ou chuvas excessivas.

O clima de altitude reúne um conjunto de condições particularmente favoráveis, representadas pela secura e pureza do ar, rarefação da atmosfera, favorecendo a ventilação pulmonar, intensidade de irradiação solar, mesmo no inverno, temperatura moderada no verão, condições essas que ativam as combustões internas, acoroçoam a hematopoiese e aguçam as funções orgânicas: é um clima essencialmente, tônico, vivificante, qualidade esta apreciável, sobre tudo, nas estações invernosas, o que faz indicado na maior parte dos estados de enfraquecimento ou debilidade orgânica.

Em razão da grande redução da cobertura vegetal da região, sobretudo nas encostas entre Monteiro Lobato e Campos do Jordão, que, no passado, foram revestidas integralmente de matas, e que hoje, ao contrário, apresentam 9 por cento de campos, operaram-se modificações no clima, no sentido correspondente, ou seja, para um clima mesotérmico com verões brandos e estação chuvosa no verão.

Este tipo de clima foi, pouco a pouco, ascendendo as encostas da Mantiqueira, culminando por imperar em toda a região. A alteração, nociva para a agricultura, no entanto revelou-se francamente benéfica nas áreas de tratamento de doenças pulmonares, onde se torna necessário o clima frio e seco.

Segundo Regnard, podemos classificar o clima de uma localidade, atenta à sua altitude, em uma das três zonas seguintes:

  • estações intermediárias - entre a montanha e a planície, abaixo de 1 200 metros.
  • estações de altitude - entre 1 200 e 1 800 metros.
  • estações altas - entre 1 800 e 2 000 metros.

Assim sendo, fica Campos do Jordão na classe das estações de altitude e em condições superiores a Les Avante (mil metros), Caux (1 100 metros), Leisin (1 450 metros), Davos (1 558 metros), Zermat (1 620 metros) e Saint Moritz (1 769 metros), com exceção desta última.

O clima de Campos do Jordão, comparado à região alpina de Davos Platz na Suíça, acusou supremacia nos graus de nebulosidade, nas taxas de insolação, oscilações térmicas e nos índices de precipitação pluviométrica.

A nebulosidade média em Davos Platz era de cerca de 6 por cento mais elevada. No que tange aos dias claros, as pesquisas deram 52 por cento de dias claros para Campos do Jordão, enquanto que, em Davos Platz, verificou-se apenas 41 por cento.

As diferenças de temperaturas médias do mês mais quente para o mês mais frio não foram além de 8 graus centígrados em Campos do Jordão, ao contrário daquela cidade suíça, em que as diferenças chegaram a 20 graus centígrados.

O teor de oxigenação e ozônio de Campos do Jordão foi considerado superior ao de Chamonix, famosa estância francesa, pela pureza de seu ar, a 2 800 metros de altitude.

No Congresso de Climatologia, realizado em Paris, em 1957, o clima de Campos do Jordão foi considerado o melhor do mundo. [carece de fontes?]

Dados climatológicos para Campos do Jordão, São Paulo - Brasil
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 23 23 23 21 19 18 18 20 21 21 22 22 20,9
Temperatura mínima média (°C) 13 13 12 9 6 4 3 4 7 10 11 12 8,6
Precipitação (mm) 306 266 194 99 79 51 42 59 92 159 206 300 1 853
Fonte: [18] Julho 2013

Solo[editar | editar código-fonte]

O Planalto de Campos do Jordão está inserido na Região de Dobramentos Sudeste que inclui rochas geradas no Ciclo Brasiliano e, em parte, resultantes do retrabalhamento de rochas mais antigas. Gnaisses, granitos, biotita xistos, quartzitos, migmatitos e metassedimentos da Formação Pico de Itapeva representam os principais litotipos da área de estudo.

Subindo o Vale do Paraíba, o granito grosso nas encostas da serra, mostra-se em grandes lajedos, em dorsos lisos ou em blocos amontoados de tamanhos e formas pitorescos.

Na parte setentrional de Campos do Jordão, aparece, superposto ao granito, um xisto micáceo muito fragmentado e com camadas verticais.

Ali, nas fraldas dos morros pelados, onde a vegetação arbórea não prospera, o quartzo branco em fragmentos angulosos e miúdos, cobre o solo em larga extensão.

Pendendo para o pequeno Vale dos Pilões, o granito aparece em extensas lombas, descobertas em dorso negro e liso; mais adiante, apresenta-se em escarpa aprumada, sob camadas de quartzito.

Para o Sul, ainda na margem do Planalto, o granito aflora, frequentemente, e levanta cabeços redondos e pitorescos nas cabeceiras do Piagui.

A Pedra do Baú e os sucessivos contrafortes que dela fazem parte, separando os pequenos vales do Capivari, do Jaú, do Pirangussu, Vargem Grande e do Baú, são também de granito ou gnaisse granitoide, que aí formam os pontos mais elevados da região.

São frequentes as rochas ferruginosas como os conglomerados recentes, compostos de massas de minério de ferro, ligadas por um cimento de limonito, a que se dá o nome de canga.

As águas em geral são límpidas, leves, doces e salutíferas, havendo águas minerais. O município faz parte do complexo cristalino da Mantiqueira, sendo a região, paleontologicamente, pré-cambriana (arqueano); o solo é, em geral, muito calcinado e não são abundantes os minérios.

Em alguns lugares aparece o ferro, grafite, e também o ouro, que, antigamente, foi explorado nas margens dos córregos Alegre e do Sto. Antônio, que afluem para o Sapucaí.

Constituem seus recursos minerais as jazidas de dolomito, bauxita, granada, gnaisse, granito e caulim.

Duas unidades de paisagem, fisionomicamente heterogêneas, foram reconhecidas no Planalto de Campos do Jordão: o geossistema dos altos campos e o geossistema serrano.

Cada um desses geossistemas apresenta variações associadas principalmente a diferenças do substrato e ao grau de dissecação do relevo. No geossistema dos altos campos diferenciam-se três unidades: os de Campos do Jordão, do Serrano e de São Francisco.

A diminuição da atividade morfogenética e mudança nos processos de vertente é documentada pelas sequências coluviais com paleossolos intercalados, que ocorrem principalmente no terço inferior das "lombas", e pelos sedimentos das depressões da base dos anfiteatros.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Araucaria angustifolia em Campos do Jordão.

A vegetação de Campos do Jordão se distribui em dois grandes tipos: a vegetação de mata e a vegetação campestre. De um modo geral, ela se apresenta profundamente modificada pela influência do homem.

Do ponto de vista paisagístico, sobressai a presença das massas vegetais da floresta ombrófila mista e de extensos reflorestamentos de coníferas. O pinheiro é a árvore-símbolo de Campos do Jordão, não obstante o ataque criminoso do homem. O gênero Araucária, Juss., ensina Hoene, em "Araucarilândia", abrange apenas 10 espécies de árvores, dispersadas em várias regiões da América e da Austrália.

No que tange à flora, escreveu Mário Sampalo Ferras, em 1941, que muito interessantes foram as impressões colhidas, em Campos do Jordão, pelo eminente naturalista Hoene, em 1924, acerca de aspectos botânicos, sui generis da região: Apesar de ser parca a espécie, ele classifica de rica a flora serrana de Campos do Jordão, tanto que dali trouxe para o seu notável herbário botânico, em São Paulo, 34 famílias diferentes, distribuídas entre as pináceas, licopodiáceas, liliáceas, eriocauláceas, etc… além de 46 espécies de orquídeas vivas.

Em 26 de junho de 1984 (Lei Estadual 4 105), a cidade de Campos do Jordão foi declarada com Área de Proteção Ambiental. Uma Área de Proteção Ambiental é uma área em geral extensa, com um certo grau de ocupação humana, dotada de atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem-estar das populações humanas e tem, como objetivos básicos, proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais.

A área de proteção ambiental de Campos do Jordão está localizada na Serra da Mantiqueira, fazendo parte de um conjunto de áreas protegidas pelo Estado e pelo Governo Federal para garantir a proteção de importantes ecossistemas da Mata Atlântica e os recursos hídricos, utilizados para abastecimento público de vários municípios paulistas e mineiros.

Essa região é caracterizada por uma cobertura vegetal de transição entre a Mata Atlântica e a Mata de Araucárias. A primeira apresenta em estágios sucessionais desde capoeiras até remanescentes de porte arbóreo denso, na segunda, por sua vez, a vegetação associada à altitude apresenta exemplares de pinheiro-do-paraná e pinheiro-bravo e campos de altitude. Seu relevo, associado à altitude, à vegetação e principalmente ao clima da região, forma um conjunto de grande valor cênico e biológico. Em virtude de sua posição geográfica - localizada entre os dois maiores centros urbanos do país, São Paulo e Rio de Janeiro, a APA possui um grande potencial turístico e ecológico, que são as principais atividades econômicas da região. Campos do Jordão já pode ser considerado um polo de lazer e de cultura, principalmente no inverno, quando é realizado o seu famoso Festival de Inverno.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Cachoeira do Horto Florestal

O rio mais importante de Campos do Jordão é o Capivari ( Ribeirão Capivari ), sendo considerado a vertente mais alta do rio da Prata (cerca de 4/5 do Município estão localizados na Bacia Paraná-Uruguai), cujas nascentes se localizam no bairro de Umuarama.

O rio Capivari vai recebendo, em seu curso, o rio Abernéssia, os ribeirões do Imbiri e das Perdizes, os córregos do Guarani e do Homem Morto, depois do qual passa a denominar-se rio Sapucaí-Guaçu, e que, lá longe do Município, unindo-se ao rio das Mortes, vai formar o rio Grande.

O rio Sapucaí-Guaçu recebe, ainda dentro do Município, as águas dos ribeirões dos Marmelos, do Paiol, do Ferradura, da Serra, do Campo do Meio, da Guarda ou Gaiarada, de Casquilho, Serrote e do Coxim.

Na extremidade sudeste de Campos do Jordão, nas vertentes voltadas para o Vale do Paraíba, descem os ribeirões das Barradas, do Paiol Velho, dos Melos e do Lageado.

Horto Florestal
Panorama de Campos do Jordão.
Panorama de Campos do Jordão.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Bairro Vila Capivari, centro turístico de Campos do Jordão, visto do Morro do Elefante

População total: 44 252

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,820

  • IDH-M Renda: 0,763
  • IDH-M Longevidade: 0,846
  • IDH-M Educação: 0,851

(Fonte: IPEADATA)

Etnias[editar | editar código-fonte]

Cor/Raça Percentagem
Branca 83,9%
Negra 2,3%
Parda 12,2%
Amarela 0,5%

Fonte: Censo 2000

Ensino superior[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Centro de Capivari.

Campos do Jordão realiza anualmente um importante festival internacional de música erudita. Em setembro, realiza o Festival da Viola. Campos do Jordão abriga o Palácio Boa Vista, detentor de um amplo acervo de arte nacional do período colonial e do modernismo, aberto à visitação pública. Também possui o Museu Casa da Xilogravura - o maior em seu tipo existente no país - e o Museu Felícia Leirner, com esculturas a céu aberto. Junto à fábrica do Chocolate Araucária, pode-se conhecer um pouco do processo de produção do chocolate e visitar o Museu do Chocolate.[19]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. a b Distâncias entre a cidade de São Paulo e todas as cidades do interior paulista. Página visitada em 24 de janeiro de 2011.
  3. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  4. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  5. Embrapa. São Paulo. Página visitada em 17 de julho de 2011.
  6. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 31 de julho de 2013.
  7. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  8. SVEVO, C. e NEDOPETALSKI, S. O Toriba na cultura de Campos do Jordão. Disponível em http://www.toriba.com.br/imprensa/O_Toriba.pdf. Acesso em 16 de janeiro de 2013.
  9. SVEVO, C. e NEDOPETALSKI, S. O Toriba na cultura de Campos do Jordão. Disponível em http://www.toriba.com.br/imprensa/O_Toriba.pdf. Acesso em 16 de janeiro de 2013.
  10. Marcelo Bartolomei (21 de julho de 2000). Meteorologistas divergem sobre possibilidade de neve em Campos do Jordão (em português). Folha Online. Página visitada em 31 de Março de 2010.
  11. As mudanças climáticas em Campos do Jordão <http://www.unitau.br/scripts/prppg/humanas/download/Humanas%202006%201/Pdf/2%BA%20art..pdf>,. Acesso em: 31 de Março de 2010
  12. Climate and Daylight Chart for Campos Do Jordao, Brazil, <http://www.climate-charts.com/Locations/b/BZ83714.html>,. Acesso em: 13 de agosto de 2007
  13. Via Vale (18 de junho de 2009). Frio recorde: temperatura cai abaixo de zero em Campos. Arquivado do original em 15 de dezembro de 2012. Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  14. Edmundo Ferreira da Rocha (29 de junho de 2009). Inverno em Campos do Jordão. Campos do Jordão Cultura. Arquivado do original em 15 de dezembro de 2012. Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  15. Meteorologia e Clima (17 de setembro de 2010). Temperatura de 8,7 graus abaixo de zero em Campos do Jordão no ano de 1926. Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  16. Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). Dados Meteorológicos - São Paulo. Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  17. Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO). Dados Temperatura e Chuva. Página visitada em 15 de dezembro de 2012.
  18. Meteorológica de Campos do Jordão Título não preenchido, favor adicionar (em português).
  19. Campos do Jordão, Roteiro de Passeios, Hotéis, Restaurantes, Passeios, Notícias. www.camposdojordao.com.br. Página visitada em 2010-03-19.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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