Capitalismo informacional

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O conceito de Capitalismo informacional, ou "capitalismo cognitivo", elege a tecnologia de informação como o paradigma das mudanças sociais que reestruturaram o modo de produção capitalista, a partir de 1980. Trata-se de uma teoria que observa a sociedade da virada do século XX para o século XXI, e assinala uma nova realidade de práticas sociais geradas pelas transformações decorrentes da “revolução tecnológica concentrada nas tecnologias de informação” (1999:39) [1] .

O conceito[editar | editar código-fonte]

Nuclearmente, o Capitalismo informacional se baseia nas mudanças provocadas pelas novas tecnologias de informação.

Tais mudanças também foram observadas nas formulações teóricas de outros estudiosos, como, por exemplo, Pierre Lévy em sua obra Cibercultura [2] . Este, entre outros.

Principal teórico[editar | editar código-fonte]

O conceito foi proposto pelo sociólogo Manuel Castells, no livro "A Sociedade em Rede", que foi escrito ao longo de 12 anos, e que contou com o apoio de pesquisadores de diversos países na coleta de dados disponíveis e na formulação de teorias exploratórias. É uma proposta que busca entender uma nova estrutura social, que se manifesta de diversas maneiras por conta da diversidade cultural e das instituições existentes em todo o planeta.


Referências

  1. Manuel Castells. A sociedade em rede - a era da informação: economia, sociedade e cultura. v. 1. São Paulo: Paz e Terra, 1999 p.39.
  2. Pierre Lévy. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999. 264p. (Coleção TRANS) – 7ª. Edição

Ligações externas[editar | editar código-fonte]