Capitania de Santo Amaro

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A Capitania de Santo Amaro foi criada em 1534 como uma das quinze parcelas do território brasileiro entregues pelo rei de Portugal, Dom João III de Portugal, a donatários em regime de hereditariedade. A capitania foi doada a Pero Lopes de Sousa e ia da foz do rio Juqueriquerê, em Caraguatatuba, a Bertioga (de norte a sul da costa paulista).

A capitania, sem recursos naturais de importância e sem ligações com o Planalto, não se desenvolve. As únicas ações visando a ocupar o território são a construção dos Fortes de São João e São Filipe, destinados a proteção do porto de Santos, uma beneficiadora de óleo de baleia no extremo norte da ilha, na desembocadura do canal de Bertioga e a ação de alguns grupos de jesuítas para a cataquese de índios.

Com o tempo, passou a ser na prática parte da Capitania de São Vicente, capitania essa que compartilhava com Santo Amaro os mesmos donatários.


Capitanias.jpg Capitanias do Brasil Brazil states1709.png

As quinze capitanias hereditárias iniciais
Baía de Todos os Santos | Ceará | Espírito Santo | Ilhéus | Itamaracá | Maranhão (duas secções) | Pernambuco | Porto Seguro | Rio Grande | Santana | Santo Amaro | São Tomé | São Vicente (duas secções)

Capitanias derivadas das iniciais e de novos territórios
Alagoas | Goiás | Estado do Grão-Pará | Mato Grosso | Estado do Maranhão | Minas Gerais | Paraíba | Piauí | Rio de Janeiro | Rio Grande de São Pedro | São José do Rio Negro | São Paulo e Minas de Ouro | São Paulo | São Pedro do Rio Grande do Sul | Santa Catarina | Sergipe

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