Carlos Alberto Torres

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Carlos Alberto Torres
Carlos Alberto Torres
Em julho de 2011, durante solenidade de campanha promovida
pelo Ministério da Saúde. (Foto José Cruz/Abr)
Informações pessoais
Nome completo Carlos Alberto Torres
Data de nasc. 17 de julho de 1944 (70 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro (RJ),  Brasil
Altura 1,82 m
Apelido Capita
Informações profissionais
Posição ex-Treinador
(ex-Lateral-direito)
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1963–1966
1966–1971
1971
1971–1974
1974–1977
1977
1977–1980
1981
1982
Brasil Fluminense
Brasil Santos
Brasil Botafogo
Brasil Santos
Brasil Fluminense
Brasil Flamengo
Estados Unidos New York Cosmos
Estados Unidos California Surf
Estados Unidos New York Cosmos
0098 0000(9)
0445 000(40)


0053 0000(4)

0080 0000(6)
0019 0000(2)
0020 0000(0)
Seleção nacional
1958–1970 Brasil Brasil 0053 0000(8)
Times que treinou
1983
1984–1985
1985–1986
1987–1988
1988
1988
1989–1990
1991–1992
1992
1993
1994
1997
1998
1998–1999
2000–2001
2000–2001
2001–2002
2002
2004
2004–2005
2005
Brasil Flamengo
Brasil Fluminense
Brasil Corinthians
Brasil Náutico
Estados Unidos Miami Freedom
Brasil Corinthians
Colômbia Once Caldas
México Monterrey
México Tijuana
Brasil Botafogo
Brasil Fluminense
Brasil Botafogo
Brasil Atlético Mineiro
México Querétaro
Colômbia Unión Magdalena
Flag of Oman.svg Omã
Brasil Flamengo
Brasil Botafogo
Brasil Paysandu
Flag of Azerbaijan.svg Azerbaijão
Brasil Paysandu

Carlos Alberto Torres[1] [2] (Rio de Janeiro, 17 de julho de 1944) é um ex-treinador e ex-futebolista brasileiro, que atuava como lateral-direito.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Um dos maiores jogadores da história em sua posição, ele foi o capitão da Seleção Brasileira que ganhou a Copa do Mundo FIFA de 1970, no México, ficando conhecido como o Capitão do Tri. No que diz respeito aos clubes, Carlos Alberto jogou por Fluminense, Botafogo, Flamengo, California Surf, Santos e New York Cosmos. Ele foi o companheiro de Pelé nos últimos dois clubes.

Carioca de Vila da Penha, Carlos Alberto foi revelado pelo Fluminense, sendo medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1963, disputados em São Paulo, e foi campeão do Campeonato Carioca de 1964. Logo depois, se transferiria para o Santos.

Quando Carlos Alberto chegou na Vila Belmiro em 1965, o Santos atravessava o seu apogeu, com conquistas brilhantes como o bicampeonato da Copa Libertadores da América e do Mundial de Clubes.

Muitos cronistas dizem que foi um dos maiores laterais-direitos que o Brasil e o mundo viram jogar. Tinha habilidade, respeito dos companheiros e, como uma de suas características principais, uma forte personalidade.

Pelo Santos foi pentacampeão paulista em 1965, 1967, 1968, 1969 e 1973, ano em que conquistou seu último título pelo time da Vila Belmiro.

Em 1971, atuou por empréstimo com a camisa do Botafogo em 22 jogos, onde também se destacou nos 3 meses que por lá passou.[3]

Em 1975 retornou ao Fluminense, onde fez parte do time que ficou conhecido como a Máquina Tricolor, sendo bicampeão carioca em 1975 e 1976, semifinalista dos campeonatos brasileiros destes mesmos anos, depois passando pelo Flamengo.

Carlos Alberto marcou sua história em todos os times que jogou, pois, além de talentoso, conseguiu se firmar e ganhar respeito em vários times de craques, mesmo na Seleção Brasileira tricampeã de 1970, onde era um dos líderes e o capitão desta equipe.

Carlos Alberto foi nomeado por Pelé um dos 125 melhores jogadores vivos do mundo, em março de 2004.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Em seu primeiro ano como treinador, já se consagrou Campeão Brasileiro pelo Flamengo.

Seleção da América do Sul de Todos os Tempos[editar | editar código-fonte]

Foi escolhido ainda para integrar a seleção da América do Sul de todos os tempos na posição de zagueiro. A enquete foi realizada com cronistas esportivos de todo o mundo. E considerado pela FIFA como um dos maiores e melhores laterais direitos de todos os tempos.

Carreira política[editar | editar código-fonte]

Na política, Carlos Alberto é filiado ao Partido Democrático Trabalhista. Foi vereador de 1989 a 1993, ocupando a vice-presidência e a primeira secretaria da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Em 2008 tentou uma vaga para vice-prefeito na capital carioca, não se elegendo.

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Carlos Alberto foi casado três vezes: com Sueli, mãe dos seus filhos Andréa e Alexandre Torres, também jogador, com a atriz Terezinha Sodré e com Graça, sua atual esposa.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como Jogador[editar | editar código-fonte]

Fluminense
Santos
New York Cosmos
  • Estados Unidos NASL Exterior Championships: 1977, 1978, 1980 e 1982
  • Estados Unidos Eastern Division (National Conference): 1978, 1979, 1980 e 1982
  • Estados Unidos Trans-Atlantic Cup Championships: 1980
Seleção Brasileira

Como Treinador[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Fluminense
Botafogo

Referências

  1. Que Fim Levou? Carlos Alberto Torres (em português). TerceiroTempo.com. Página visitada em 19 de novembro de 2013.
  2. Carlos Alberto (em português). oGol.com. Página visitada em 19 de novembro de 2013.
  3. Site UOL - Carlos Alberto Torres

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Cléber Camerino
Mário Zagallo
Brasil Técnico do Flamengo
1983
2001–2002
Sucedido por
José Roberto Francalacci (interino)
João Carlos Costa
Precedido por
Carlos Alberto Parreira
Pinheiro
Brasil Técnico do Fluminense
1984–1985
1994
Sucedido por
José Omar Pastoriza
Delei
Precedido por
Jair Picerni
Jair Pereira
Brasil Técnico do Corinthians
1985
1988
Sucedido por
Basílio
José Carlos Fescina
Precedido por
Estados Unidos Técnico do Miami Freedom
1988
Sucedido por
Wim Suurbier
Precedido por
Pedro García Barros
México Técnico do Monterrey
1991–1992
Sucedido por
Miguel Mejía Barón
Precedido por
Othon Valentim
Sebastião Rocha
Ivo Wortmann
Brasil Técnico do Botafogo
1993
1997
2002
Sucedido por
Dé Aranha
Gílson Nunes
Levir Culpi
Precedido por
Carlos de los Cobos
México Técnico do Querétaro
1999
Sucedido por
Mario Zanabria
Precedido por
Valdeir Vieira
Omã Técnico da Seleção de Omã
2000–2001
Sucedido por
Milan Máčala
Precedido por
Asgar Abdullayev
Azerbaijão Técnico da Seleção do Azerbaijão
2004–2005
Sucedido por
Vagif Sadygov