Carlos Chagas (jornalista)

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Carlos Chagas
Nascimento 1938 (76 anos)
Três Pontas, MG
Ocupação jornalista

Carlos Chagas (Três Pontas, 1938) é um advogado, professor e jornalista brasileiro.

Começou sua carreira como repórter de O Globo, em 1958. Depois passou pelo O Estado de S. Paulo, onde permaneceu durante 18 anos. Formado em Direito pela PUC-Rio.

Apresentou o programa Jogo do Poder, exibido pela Rede CNT e que antes ia ao ar nas redes Manchete e Rede TV. Agora, recentemente apresenta o programa Falando Francamente. Também é comentarista do Jornal do SBT em Brasília. Foi professor da Universidade de Brasília (UnB) durante 25 anos.

Alem de apresentador da CNT, escreve uma coluna publicada em 12 jornais, onde comenta e critica a forma como a imprensa brasileira atua. É comentarista de política no SBT e na Jovem Pan. É pai de Helena Chagas, atual ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Dilma Rousseff. Ele próprio foi assessor de imprensa da Presidência da República em 1969.[1] no governo do General Costa e Silva.

Escreveu, entre outros livros: "O Brasil sem Retoque: 1808 - 1964"; "Carlos Castelo Branco: o Jornalista do Brasil" e "Resistir é Preciso".

Caso Sociedade dos Amigos de Plutão[editar | editar código-fonte]

Em 2 de setembro de 2006, o jornalista Carlos Chagas publicou no site da revista Brasília em dia uma notícia sobre a criação de uma ONG chamada Sociedade dos Amigos de Plutão.[2] Nesta notícia, o jornalista divulga detalhes sobre a suposta ONG, apontando número de diretores, valores destinados à organização, e uma ligação íntima entre o presidente da ONG (supostamente um ex-líder sindical, filiado à CUT e ao PT) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A notícia em questão gerou grande repercussão dentro e fora da Internet, atingindo seu ápice quando o senador Heráclito Fortes do então PFL (atual Democratas) propôs uma CPI para apurar a criação da suposta ONG.

O jornalista Carlos Chagas publicou uma retratação no dia 2 de outubro em sua coluna na Tribuna da Imprensa. Nela afirmou que tudo aquilo não passava de uma metáfora, que, entretanto, não estava devidamente caracterizada.[3]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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