Carlos Henrique Schroder

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Nome completo Carlos Henrique Schroder
Nascimento 28 de janeiro de 1959 (56 anos)
Santo Ângelo (RS)
Nacionalidade  brasileiro
Cônjuge Cristiane Moucher
Ocupação Diretor de TV
Principais trabalhos Direção Geral de Jornalismo e Esportes da TV Globo e Direção Geral da TV Globo

Carlos Henrique Schroder (Santo Ângelo, 28 de janeiro de 1959) é um jornalista brasileiro, diretor geral da Rede Globo desde 1º de janeiro de 2013.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Direito e Comunicação, iniciou sua carreira no jornalismo em 1981, como repórter da Folha da Tarde, em Porto Alegre. No ano seguinte, transferiu-se para a TV Educativa, onde começou como editor do jornal da noite. Em seis meses, tornou-se diretor de jornalismo da emissora. Ainda em 1982, quando a Rede Brasil Sul de Comunicações (RBS) lançou o Bom dia Rio Grande, tornou-se editor do telejornal, acumulando as funções nas duas emissoras gaúchas.

Ainda na RBS, Carlos Henrique Schroder foi editor do Jornal da RBS, telejornal local exibido logo após o Jornal da Globo. Em 1984, tornou-se coordenador de rede, dentro de uma nova organização implementada na Globo para o recebimento de matérias das afiliadas pela Central Globo de Jornalismo (CGJ), no Rio de Janeiro. No novo esquema, o jornalismo de cada estado designava profissionais responsáveis pela interlocução com a TV Globo.

Jornal Hoje[editar | editar código-fonte]

No final de 1984, Carlos Henrique Schroder foi convidado a assumir a produção do jornal Hoje, então baseada no Rio de Janeiro. Nessa época, participou do Centro de Produção de Notícia (CPN), onde editores, produtores e repórteres da TV Globo definiam como seriam as coberturas da emissora. Foi editor-chefe do Jornal Hoje, depois produtor e editor dos assuntos nacionais do Jornal Nacional, entre 1988 e 1989.

Acompanhou inúmeros acontecimentos jornalísticos importantes, como a doença e morte do presidente Dr. Tancredo Neves (1985) e a Guerra do Golfo (1991). Um momento dramático foi a morte do piloto Ayrton Senna, em maio de 1994. A cobertura imediata do acidente possibilitou que o Fantástico do mesmo dia fosse quase todo dedicado ao fato, alcançando aproximadamente 80% de audiência. Carlos Henrique Schroder acumulava então as funções de diretor de produção e diretor editorial da CGJ.

Central Globo de Jornalismo[editar | editar código-fonte]

No final da década de 1990, passou a ocupar o cargo de diretor de planejamento da CGJ, nova denominação para a função de diretor de produção. Em março de 2000, voltou a conciliar o trabalho na direção de planejamento com as funções de diretor editorial. Em junho do ano seguinte, depois do falecimento do jornalista Evandro Carlos de Andrade, foi convidado a assumir a direção da Central Globo de Jornalismo.

Três meses depois, o novo diretor da CGJ teve que enfrentar um grande desafio: comandar a cobertura jornalística do atentado ao World Trade Center, em Nova York. A TV Globo foi a primeira TV aberta brasileira a mostrar as imagens do ataque às torres gêmeas, apenas sete minutos após o choque do primeiro avião. A emissora acompanhou com detalhes os fatos e seus desdobramentos e, no ano seguinte, concorreu ao Prêmio Emmy Internacional na categoria cobertura jornalística, ficando entre as quatro emissoras finalistas.

Carlos Henrique Schroder ganhou duas vezes o prêmio Comunique-se de Jornalismo e Comunicação, em 2004 e 2006, na categoria de melhor executivo de veículo de comunicação.

Em 2009 deixou a direção da Central Globo de Jornalismo, sendo promovido à Direção Geral de Jornalismo e Esportes, comandando assim a CGJ (assumida por Ali Kamel) e a recém-criada Central Globo de Esportes (dirigida por Luiz Fernando Lima). É torcedor do Internacional.

Transição[editar | editar código-fonte]

Em 19 de setembro de 2012, as Organizações Globo anunciaram que Carlos Henrique Schroder assume o cargo diretor geral da TV Globo a partir do início de 2013. Ele substitui Otávio Florisbal, que entra para o Conselho de Administração. tendo Ali Kamel assumindo a Direção Geral de Jornalismo e Esportes[1] .

Fantástico - a muito tempo este programa perdeu a sua essência, exceção ao quadro 'Sala dos Espíritos' vinculado recentemente. A Rede Globo tem perdido a audiência--187.38.69.126 (discussão) 19h41min de 23 de fevereiro de 2015 (UTC) para os seus concorrentes veiculando o que seja, de fato, Fantástico. Quadros que veiculam denúncias, crimes e tragédias nada tem de Fantástico. Estes deveriam ter um programa próprio e que tem um público bem definido. Fantástico é saudar a vida, mostrar o espetacular, o surpreendente, aquilo que muitas vezes está à frente dos nossos olhos mas apenas os microscópios e os telescópicos mostram. Fantástico é a necessidade de ajudarmos uns aos outros e que existem histórias reais de sobra para demonstrar esse atributo nato dos seres vivos. Fantástico, explore a fundo o seu significado, Aurélio, em sua primeira edição, quarto verbete, define "Incrível, extraordinário, prodigioso ...". São fartas as histórias de métodos fantásticos de cura que a ciência tem proporcionado. Descobertas fantásticas de todo tipo de natureza, seja ela de ordem física, extrafísica; científica e metafísica; dos reinos mineral, vegetal e animal. Experimentos extraordinários são noticiados todos os dias, porém as grandes massas ainda não tem acesso.

Fantástico é o Fantástico vir a ser.

Fantástico o Show da Vida.

Referências

Precedido por
Evandro Carlos de Andrade
Diretor Responsável da Central Globo de Jornalismo
20012009
Sucedido por
Ali Kamel
Precedido por
Diretor Geral da Área de Jornalismo e Esporte da Rede Globo
20092012
Sucedido por
Ali Kamel
Precedido por
Otávio Florisbal
Direção geral da Rede Globo
2012 - presente
Sucedido por
'