Carlos Mota Pinto
| Carlos Mota Pinto | |
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| Ministro de |
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| Mandato | I Governo Constitucional
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| Vida | |
| Nascimento | 25 de Julho de 1936 Pombal |
| Falecimento | 7 de maio de 1985 (48 anos) Coimbra |
| Partido | Partido Social Democrata |
| Profissão | Jurista |
Carlos Alberto da Mota Pinto GC C • GC IP (Pombal, 25 de julho de 1936 — Coimbra, 7 de maio de 1985) foi um jurista e político português.
Professor da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde se licenciou e obteve o grau de doutor em Ciências Jurídicas, foi um teórico influente no campo do Direito Civil. Nessa área, a sua obra mais conhecida é o manual Teoria Geral do Direito Civil. Leccionou também na Universidade Católica Portuguesa, bem como em algumas universidades estrangeiras.
Após o 25 de Abril ajudou a fundar, juntamente com Sá Carneiro, Pinto Balsemão e Magalhães Mota, o Partido Popular Democrático (actual PSD).
Pelo mesmo partido, foi eleito deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República (cujo nome é, aliás, devido a uma proposta legislativa por si apresentada, durante os trabalhos da Constituinte). Foi igualmente presidente do Grupo Parlamentar do PSD.
Ao partido deu também o slogan «Hoje somos muitos, amanhã seremos milhões», incluído no seu discurso no 1º comício do PSD, realizado no Pavilhão dos Desportos de Lisboa, em 1974. Entrou em ruptura com Sá Carneiro no Congresso de Aveiro, em dezembro de 1975, tendo-se posteriormente reconciliado com ele e com o partido. À data da morte de Sá Carneiro era mandatário nacional da candidatura presidencial do candidato da AD, General Soares Carneiro.
Foi igualmente ministro do Comércio e Turismo no I Governo Constitucional (1976-1977), 152º primeiro-ministro do IV Governo Constitucional (1978-1979), nomeado por iniciativa presidencial de Ramalho Eanes, e ainda vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa do IX Governo Constitucional (1983-1985).
Liderou a Comissão Política Nacional do PSD, entre 1984 e 1985, depois de de 1983 a 1984 ter liderado o partido junto com Nascimento Rodrigues e Eurico de Melo, na chamada "Troika". Faleceu subitamente nesse mesmo ano, em Coimbra, dias antes da realização do congresso, na Figueira da Foz, que daria a chefia do partido a Cavaco Silva.
Casou com Maria Fernanda Cardoso Correia, de quem teve três filhos, Paulo Cardoso Correia da Mota Pinto, Nuno Cardoso Correia da Mota Pinto (1970) e Alexandre Cardoso Correia da Mota Pinto (1971), casado com Joana Ferraz.
| Precedido por Nobre da Costa |
Primeiros-ministros de Portugal (IV Governo Constitucional) 1978 - 1979 |
Sucedido por Lourdes Pintasilgo |
| Precedido por Nuno Rodrigues dos Santos |
Presidente do PSD 1984 - 1985 |
Sucedido por Cavaco Silva |
| Precedido por Diogo Freitas do Amaral |
Ministro da Defesa Nacional IX Governo Constitucional |
Sucedido por Rui Machete |
| Precedido por Álvaro Barreto |
Ministro do Comércio e Turismo I Governo Constitucional |
Sucedido por Basílio Horta |
- Mortos em 1985
- Primeiros-ministros da Terceira República Portuguesa
- Ministros da Defesa Nacional de Portugal
- Deputados da Assembleia Constituinte de Portugal de 1975
- Deputados da Assembleia da República de Portugal
- Líderes partidários de Portugal
- Naturais de Pombal (Portugal)
- Membros do Conselho de Estado de Portugal
- Professores da Universidade de Coimbra
- Professores da Universidade Católica Portuguesa
- Políticos do Partido Social Democrata (Portugal)
- Políticos de Portugal que mudaram de partido