Carlos Orsi Martinho

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Carlos Orsi Martinho, ou apenas Carlos Orsi, como assina, é um escritor brasileiro de ficção científica e horror e jornalista especializado em divulgação da Ciência. É uma figura ativa da atual geração de autores da ficção científica brasileira.

Sua estréia profissional como ficcionsita se deu no número 24 da revista Isaac Asimov Magazine, título publicadao no Brasil pela Editora Record entre 1990 e 1993, com a novela "Aprendizado". Foi sócio da Editora Ano-Luz, que publicou livros de ficção científica no Brasil entre 1997 e 2004, e é parte no núcleo original de autores do universo Intempol, criado por Octavio Aragão.

Seu trabalho como ficcionista, composto, majoritariamente, por contos e novelas, foi poublicado em antologias coletivas da Ano-Luz e em praticamente todos os periódicos brasileiros que abriram espaço para o gênero fantástico -- de fanzines a revistas como Dragão Brasil, Quark, SciFi News Contos, Pesquisa FAPESP, Pl4y e, mais recentemente, na revista Ficções, em uma edição especial sobre ficção científica brasileira, lançada em 2006.

É autor de três romances: Melissa, a Meretriz do Mal (disponível online), "Guerra Justa" (Draco, 2010) e "Nômade"(Autores Associados, 2010).

No exterior, já colaborou com fanzines americanos de terror. Contos seus -- bem como uma aventura para o RPG The Call of Cthulhu -- podem ser encontrados na internet, em português e inglês. Boa parte dos escritos do início de sua carreira foi baseada nos Mitos de Cthulhu. Um trabalho inspirado na ditadura militar brasileira, "The Machine in Yellow", foi incluído na antologia Rehearsals for Oblivion, um tributo ao clássico do terror Robert W. Chambers. Um conto seu, "Não Mais", foi traduzido para o espanhol e disponibilizado online no website argentino Axxón.

Orsi é autor dos seguintes livros solo de contos: Medo, Mistério e Morte (Didática Paulista, 1996), O Mal de Um Homem (Ano-Luz, 2000) e Tempos de Fúria (Novo Século, 2005), além da novela de fantasia As Dez Torres de Sangue, lançada em edição limitada pelos fanzines Megalon e Hiperepaço. Sua ficção curta aparece em diversas antologias, ao lado de trabalhos de outros autores brasileiros e estrangeiros. As editoras que mais publicaram trabalhos de Orsi nesse formato foram Ano-Luz, Draco e Não Editora.

Como divulgador de Ciência, iniciou sua carreira ainda nos anos 90, como autor da seção "Ciência e Consciência" do suplemneto infantil "Jotinha", do Jornal de Jundiaí. Em 1997, iniciou uma série semanal de colunas de divulgação científica e de popularização da -- então -- ainda nascente internet comercial, publicadas no website da Agência Estado. A coluna foi transferida, em 2000, para o Portal Estadão, que consolidou os websites do Grupo Estado, e se viu extinta em 2010.

Atualmente, mantém um blog sobre ciência, cultura e atualidades no blogspot.

Artigos e reportagens seus sobre Ciência foram publicados nas edições brasileiras das revistas "Discovery" e "Newton", na "Geek", em "Discutindo Língua Portuguesa", na revista online "DataGramaZero", em "O Estado de S. Paulo", "Carta na Escola" e no Portal Estadão.

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