Carlos Vereza

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Carlos Vereza
O ator em 2010.
Nome completo Carlos Alberto Vereza de Almeida
Nascimento 4 de março de 1939 (75 anos)
Rio de Janeiro, RJ
 Brasil
Ocupação Ator
IMDb: (inglês)


Carlos Alberto Vereza de Almeida, mais conhecido como Carlos Vereza (Rio de Janeiro, 4 de março de 1939), é um ator brasileiro.

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Filho de Walter de Almeida, pintor de paredes, e de Ruth Vereza, enfermeira, Carlos Vereza tendo nascido no subúrbio carioca de Madureira.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Autodidata, ele começou sua carreira de ator em 1959, atuando como figurante de um comercial na extinta TV Tupi. Fascinado por televisão, era frequentador de programas de auditório. Um dia, estava na porta da emissora, na Urca, quando ouviu um diretor reclamar da falta de um ator e, rapidamente, se ofereceu para substituí-lo. Pouco tempo depois, foi contratado e começou a trabalhar no programa Noite de Gala.[1] Na Tupi conheceu Oduvaldo Vianna Filho. Vianinha o levou para o CPC, cuja sede funcionava no prédio da UNE. Lá, Vereza permaneceu por três anos, fazendo teatro de rua. Nessa época também participavam do CPC Ferreira Gullar, Arnaldo Jabor, Flávio Migliaccio, Cacá Diegues, Helena Ignez, João das Neves e Francisco Milani, entre muitos outros. Após o golpe militar de 1964, o fechamento da UNE e dos CPCs, Vereza fez teatro com Antonio Abujamra. Em 1969, ingressou na Tv Globo, convidado por Dias Gomes. Voltou para a Tupi, por pouco tempo, e, novamente para a Globo, onde participou de um grande número de telenovelas.[2] Por mais de 20 anos, Vereza foi militante do Partido Comunista Brasileiro.

Vereza atuou em mais de 30 peças teatrais e escreveu duas: Nó Cego (1977) e Transaminases (1980). Esta última satirizava a tortura numa cela, situação que viveu por duas vezes durante o regime militar. Nesse período, foi ativo na defesa dos interesses de sua categoria, protestando contra as más condições de trabalho dos atores e a falta de regulamentação da profissão de ator. Seu nome chegou a ser indicado para a presidência do Sindicato dos Artistas. Em 1984, conquistou o mais importante prêmio do teatro brasileiro da época - o Molière - por sua interpretação do repórter Felipe na peça No Brilho da Gota de Sangue, escrita e dirigida por Domingos Oliveira.

No cinema, atuou em mais de dez filmes, entre eles Memórias do Cárcere (1984), de Nelson Pereira dos Santos, no qual interpretou Graciliano Ramos. Por esse trabalho, o ator recebeu vários prêmios, dentre os quais, o Pavão de Ouro, no 10º Festival Internacional de Cinema da Índia.[3]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Na televisão[editar | editar código-fonte]

No cinema[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Memória Globo, maio de 2010.
  2. Memória Globo. Entrevista de Carlos Vereza
  3. RAMOS, Fernão Ramos; MIRANDA, Luiz Felipe (orgs.). Enciclopédia do cinema brasileiro. São Paulo: Senac, 1997.
  4. Cinemateca Brasileira, Aleluia, Gretchen [em linha]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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