Carta pessoal

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A carta pessoal é um gênero textual especialmente utilizada na comunicação com amigos, parentes ou com cônjuges. Tais cartas, por serem mais informais que a correspondência oficial e comercial, não seguem modelos prontos, caracterizando-se pela linguagem coloquial. Nesse caso o remetente é a própria pessoa que assina a correspondência.[1]

No modelo à carta pessoal, existem regras fixas para escrevê-la. Afora a data, o nome (ou apelido) da pessoa a quem se destina e o nome (ou apelido) de quem a escreve, a forma de redação de uma carta pessoal é extremamente particular.[2]

No processo de comunicação (e a correspondência é uma forma de comunicação entre pessoas), não se pode falar em uma linguagem correta, mas em uma linguagem que seja adequada. Um bom exemplo disso é: Não falamos do mesmo modo com uma criança como falamos com um adulto.[3] A carta pessoal também é quando escrevemos para nos comunicarmos com alguém próximo de nós, como amigos, família.

Características da carta pessoal[editar | editar código-fonte]

1. Comunicação geralmente breve e pessoal, de assunto livre; sua estrutura é composta de local e data, vocativo, corpo e assinatura; às vezes, também de P.S. (post-scriptum),

2. A linguagem varia de acordo com o grau de intimidade entre os interlocutores, podendo ser menos ou mais formal, culta ou coloquial, e, eventualmente, incluir gírias;

3. Verbos geralmente no presente do indicativo;

4. Quando enviada pelo correio, a carta é acondicionada em um envelope, preenchido adequadamente com o nome e o endereço do remetente e do destinatário.

5. O local e data são colocados no início da carta, normalmente à esquerda.

O vocativo pode conter apenas o nome do destinatário ou vir acompanhado de palavras de cortesia, como Caro senhor, Querida amiga, por exemplo, ou pode mesmo ser um apelido, que varia conforme grau de intimidade entre as pessoas que se correspondem. O vocativo pode ser seguido de dois-pontos, de vírgula ou não conter pontuação.

6. A despedida varia muito, podendo ser cortês, carinhosa ou formal.

7. A assinatura do remetente, normalmente o nome manuscrito, sem o sobrenome, finaliza a carta.[4]

- Quando o texto de apoio é notícia a carta deve ser feita em 3° PESSOA do singular ou plural P.S..[5]

Ver Também[editar | editar código-fonte]

Referências