Casa Stefan Zweig
A Casa Stefan Zweig é um edifício em Petrópolis, última moradia de Stefan Zweig.
Em 2006, foi transformada, por um grupo de amigos e admiradores do autor austríaco, em entidade cultural de direito privado, com o objetivo de criar naquele local um museu em sua memória.
A casa onde o escritor Stefan Zweig e sua segunda mulher, Lotte, moraram durante cinco meses até consumarem o seu pacto de morte, em fevereiro de 1942, e na qual Zweig completou sua autobiografia O mundo que eu vi, escreveu o conto Uma partida de xadrez, retocou algumas obras inacabadas como Clarissa, além de esboçar o Montaigne, foi comprada pela sociedade Casa Stefan Zweig e foi contratado o arquiteto Miguel Pinto Guimarães para transformá-la num museu com o nome de Museu Casa Stefan Zweig.
O projeto do museu inclui também um "Memorial do Exílio", destinado a divulgar as obras de outros artistas, intelectuais e cientistas que, como Zweig, se refugiaram no Brasil durante no período 1933-1945 e que contribuíram para a cultura, as artes e a ciência do país.
O primeiro presidente da sociedade Casa Stefan Zweig é o jornalista brasileiro Alberto Dines. Por seu trabalho ele recebeu o Austrian Holocaust Memorial Award (AHMA) em 2006.
Desde fevereiro do ano 2008 um austríaco presta o Serviço Austríaco da Memória do Holocausto na Casa Stefan Zweig.