Caso Campeche

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde janeiro de 2011). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

O Caso Campeche teve lugar no México em 2004, quando a câmera infravermelha de um avião da Força Aérea Mexicana supostamente filmou onze óvnis no espaço aéreo do país.[necessário esclarecer]

O caso[editar | editar código-fonte]

Question book.svg
Esta seção não cita fontes fiáveis e independentes. (desde janeiro de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Em 5 de março de 2004, um avião Merlin C-26/A do 501ª Esquadrão da Força Aérea Mexicana efetuava uma patrulha de combate às drogas no estado mexicano de Campeche. Pouco antes de 17h, o tenente Germán Marín Ramírez, o operador de radar do avião, reparou em onze ecos de radar não identificados. Ele advertiu então o Major Castañón Magdaleno Muñoz, piloto da aeronave, que decidiu investigar os ecos, pensando serem de aviões de narcotraficantes. No entanto, a tripulação nada conseguia enxergar a olho nu. A câmera de infravermelho foi nesse momento ativada, registrando onze globos que aparentavam voar sobre o mar do país.

Explicação do caso[editar | editar código-fonte]

Os registros foram conservados e, numa atitude inédita, a Secretaria de Defesa Nacional (SEDENA), do México, pediu a ajuda da comunidade ufológica para tentar explicar o que fora captado nas imagens. Uma cópia do vídeo feito foi entregue para o jornalista e ovniólogo Jaime Maussan, que analisou as imagens e não chegou a nenhuma conclusão plausível para os orbes. A SEDENA resolveu então autorizar a veiculação do vídeo pela televisão, o que foi feito em 11 de maio de 2004. Logo ficou provado, graças ao capitão e piloto mexicano Alejandro Franz Navarrete[1] [2] , que assistiu às imagens veiculadas, que os aparentes globos registrados pelo infravermelho nada mais eram que os imensos queimadores do complexo petrolífero de Cantarrel, localizado perto da Baía de Campeche. [1] [3] A câmera captou o forte calor proveniente das plataformas de perfuração, difíceis de enxergar a olho nu na altitude em que os pilotos se encontravam. O movimento aparente dos ufos era devido a uma ilusão de óptica criada pelo fato da aeronave estar em movimento, bem como as nuvens.

Alejandro Franz Navarrete fez um voo de reconstituição a fim de verificar a hipótese dos poços de petróleo, seguindo a trajetória de voo do avião militar e filmando na mesma direção. Os resultados provaram definitivamente que a hipótese dos poços de petróleo era a correta. O voo de reconstituição foi documentado pela National Geographic.

Referências

  1. a b Franz, Capt. Alejandro (2012-01-28). Mexican Air Force FLIR's video lights are not UFO's they are oil well gas flames Part II. Visitado em 2012-01-28. (em inglês)
  2. Franz, Capt. Alejandro (2012-01-28). UFO's or simply Oil Well Gas Flames? Part I. Visitado em 2012-01-28. (em inglês)
  3. Smith, James C. (2012-01-28). The Mexican Air Force UFO Affair: Aliens, Ball Lightning, or Flares?. Visitado em 2012-01-28. (em inglês)