Caso do Forte de Itaipu

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O Caso do Forte de Itaipu refere-se a um suposto ataque extraterrestre a duas sentinelas no Forte de Itaipu em Praia Grande, São Paulo, Brasil, no dia 4 de novembro de 1957. Embora as duas estivessem armadas com submetralhadoras, não atiraram contra o agressor nem soaram o alarme.

Os eventos[editar | editar código-fonte]

Às 02:00, duas sentinelas do forte notaram um brilho intenso no céu, e perceberam que se tratava de um objeto descendo em alta velocidade em direção ao forte. A 300 metros do forte, aproximadamente, ela parou. Nessa proximidade, as sentinelas puderam ver que o OVNI era circular, com cerca de 30 metros de diâmetro.

Repentinamente, o OVNI começou a emitir um forte zumbido, e uma intensa onda de calor atingiu as sentinelas, embora não houvesse nenhuma chama ou luz visível. As roupas delas se incendiaram, e uma delas desmaiou. A outra se protegeu debaixo de um canhão. Seus gritos alertaram as tropas que estavam por ali, mas a energia elétrica caiu antes que pudessem reagir.

Um minuto depois, a energia voltou assim que a onda de calor cessou. Alguns soldados conseguiram chegar a tempo de ver o suposto OVNI rumando ao céu. As sentinelas queimadas foram levadas para dentro e receberam atendimento médico. O comandante do forte enviou uma mensagem ao quartel general do Exército Brasileiro.

Como os Estados Unidos detinham mais conhecimento sobre OVNIs, as autoridades brasileiras pediram que a embaixada americana ajudasse nas investigações. Membros do Exército Brasileiro e da Força Aérea Americana foram para o forte, com mais alguns investigadores da Força Aérea Brasileira. Os investigadores ouviram as sentinelas e discutiram sobre o quê teria levado o OVNI a atacá-las.

Até hoje, não houve uma resposta oficial para o caso. Um oficial da FAA, buscando a razão que levou o OVNI a atacar as sentinelas, lembrou-se de um relatório do Projeto Sign, no qual membros disseram acreditar que uma raça avançada esteve observando a Terra. Sobre o caso, ele afirmou:[1]

Tal civilização poderia observar que na Terra nós possuímos agora bombas atômicas e estamos aperfeiçoando rapidamente os foguetes espaciais. Em vista da história pregressa da humanidade - guerra freqüentes mostrando uma raça humana beligerante - eles devem ter ficado alarmados. Nós deveríamos portanto esperar nessa época principalmente, receber tais visitas. De acordo com isso, o principal objetivo dos alienígenas seria vigiar os nossos aperfeiçoamentos espaciais, temendo que possamos nos tornar uma ameaça para outros planetas. Se essa hipótese for exata, ela pode ser ampliada para ligar o lançamento dos Sputiniks com o ataque ao Forte Itaipu. Porém, isso pareceu absurdo para todos os investigadores. Significaria que os alienígenas estariam preocupados com os nossos primeiros passos no espaço, e por espaçonaves pequenas tão primitivas que pareceriam uma canoa comparada com um transatlântico. Isso significaria também que aquelas queimaduras tinham a finalidade de demonstrar as armas superiores que eles poderiam usar contra os exploradores agressivos vindos da Terra. Porém, nós estávamos ainda longe do vôo espacial tripulado, até mesmo para a Lua. Pela lógica humana, nós não poderíamos ameaçar uma nave espacial superior - agora e nem depois.


Em 2008, um documento relatando o incidente foi escrito na Embaixada Brasileira nos Estados Unidos.[2]

Referências

  1. E. Keyhoe, Donald. A Verdade sobre os Discos-Voadores. São Paulo: [s.n.], 1977. 29 pp. Página visitada em 2009-08-07.
  2. Documento