Cazuza

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Cazuza
Cazuza em 1988
Informação geral
Nome completo Agenor de Miranda Araújo Neto
Também conhecido(a) como Cazuza, O Poeta do Rock, Exagerado, Caju
Nascimento 4 de abril de 1958
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ
 Brasil
Origem Leblon, Rio de Janeiro
Data de morte 7 de julho de 1990 (32 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ
 Brasil
Nacionalidade  brasileiro
Gênero(s) Rock, rock brasileiro, MPB, Punk
Instrumento(s) Vocal
Período em atividade 1981 - 1990 (9 anos)
Gravadora(s) Som Livre, PolyGram, Universal Music Group
Afiliação(ões) Barão Vermelho, Frejat, Simone, Leoni, Ney Matogrosso, Renato Russo, Leoni, Bebel Gilberto, George Israel, Lobão, Caetano Veloso, Ezequiel Neves, Rita Lee, João Araújo
Influência(s) Led Zeppelin, Janis Joplin, The Rolling Stones, Elis Regina, Cartola, Raul Seixas, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Queen, Gilberto Gil, Caetano Veloso, João Gilberto, Gal Costa, Noel Rosa, Geração Beat, Lulu Santos, Bob Marley, The Beatles, Maysa, Dalva de Oliveira, Léo Jaime, Lobão, Arnaldo Antunes, Rita Lee, João Araújo
Influenciado(s) Lobão, Frejat, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Leoni, Sandra de Sá, Cássia Eller, Chorão, Marcelo D2, Gabriel Pensador, Carlinhos Brown
Página oficial www.cazuza.com.br

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990) foi um cantor, compositor, poeta e escritor brasileiro. Ganhou fama como vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho.[1] Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

Cazuza é considerado um dos maiores compositores da música brasileira. Dentre seus sucessos musicais em carreira solo, destacam-se "Exagerado", "Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Brasil", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Para" e "O Nosso Amor a Gente Inventa". Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo (termo usado para descrever a presença do vírus HIV, causador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS - no sangue) e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro.

Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira, cujo resultado colocou Cazuza na 34ª posição.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Infância e adolescência[editar | editar código-fonte]

Filho de João Araújo (1935-2013), produtor fonográfico, e de Lucinha Araújo (1936), Cazuza recebeu o apelido mesmo antes do nascimento. Agenor, seu verdadeiro nome foi recebido por insistência da avó paterna.[1] Na infância, Cazuza nem sequer sabia seu nome de batismo, por isso não respondia à chamada na escola. Só mais tarde, quando descobre que um dos compositores prediletos, Cartola, também se chamava Agenor (na verdade, Angenor, por um erro do cartório), é que Cazuza começa a aceitar o nome.[3]

Cazuza sempre teve contato com a música. Influenciado desde pequeno pelos grandes nomes da música brasileira, ele tinha preferência pelas canções dramáticas e melancólicas, como as de Cartola, Dolores Duran, Lupicínio Rodrigues, Noel Rosa, Maysa e Dalva de Oliveira. Era também grande fã da roqueira Rita Lee, para quem chegou a compor a letra da canção "Perto do fogo", que Rita musicou. Cazuza cresceu no bairro do Leblon e estudou no Colégio Santo Inácio até mudar para o Colégio Anglo-Americano, para evitar reprovação. Como os pais às vezes saíam à noite, o filho único ficava na companhia da avó materna, Alice.[4] Por volta de 1965 começou a escrever letras e poemas, que mostrava à avó. Graças ao ambiente profissional do pai, Cazuza cresceu em volta dos maiores nomes da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Elis Regina, Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto, Novos Baianos, entre outros. A mãe, Lucinha Araújo, também cantava e gravou três discos.

Em 1972, tirando férias em Londres, Cazuza conheceu as canções de Janis Joplin, Led Zeppelin e Rolling Stones, e logo tornou-se um grande fã. Por causa da promessa do pai, que disse que lhe presentearia com um carro caso ele passasse no vestibular, Cazuza foi aprovado em Comunicação em 1976, mas desistiu do curso três semanas depois. Mais tarde começou a frequentar o Baixo Leblon, onde levou uma vida boêmia. Assim, João Araújo criou um emprego para ele na gravadora Som Livre, da qual foi fundador e presidente.[4] Na Som Livre, Cazuza trabalhou no departamento artístico, onde fez triagem de fitas de novos cantores. Logo depois trabalhou na assessoria de imprensa, onde escreveu releases para divulgar os artistas. No final de 1979 fez um curso de fotografia na Universidade da Califórnia em Berkeley, Estados Unidos. Lá, descobriu a literatura da Geração Beat, os chamados poetas malditos, que mais tarde teria grande influência na carreira. Em 1980 retornou ao Rio de Janeiro, onde ingressou no grupo teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone no Circo Voador.[3] Foi nessa época que Cazuza cantou em público pela primeira vez. O cantor e compositor Léo Jaime, convidado para integrar uma nova banda de rock de garagem que se formava no bairro carioca do Rio Comprido não aceitou, mas indicou Cazuza aos vocais. Daqueles ensaios na casa do tecladista Maurício Barros, nasceu o Barão Vermelho.[5]

Barão Vermelho[editar | editar código-fonte]

O Barão Vermelho, que até então era formado por Roberto Frejat (guitarra), Dé Palmeira (baixo), Maurício Barros (teclados) e Guto Goffi (bateria), gostou muito do vocal berrado de Cazuza. Em seguida, Cazuza mostra à banda letras que havia escrito e passa a compor com Roberto Frejat, formando uma das duplas mais festejadas do rock brasileiro.[6] Dali para frente, a banda que antes só tocava covers passa a criar um repertório próprio. Após ouvir uma fita demo da banda, o produtor Ezequiel Neves convence o diretor artístico da Som Livre, Guto Graça Mello, a gravar a banda.[4] Juntos convencem o relutante João Araújo a apostar no Barão.

Com uma produção barata e gravado em apenas dois dias, é lançado em 1982 o primeiro álbum da banda, Barão Vermelho. Das canções mais importantes, destacam-se "Bilhetinho Azul", "Ponto Fraco", "Down Em Mim" e "Todo Amor Que Houver Nessa Vida". Apesar de ser aclamado pela crítica, o disco vendeu apenas sete mil cópias.[4] Depois de alguns shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, a banda voltou ao estúdio e com uma melhor produção gravou o disco Barão Vermelho 2, lançado em 1983. Esse disco vendeu 15 mil cópias. Foi nessa fase que, durante um show no Canecão, Caetano Veloso apontou Cazuza como o maior poeta da geração e criticou as rádios por não tocarem a banda. Na época as rádios só tocavam pop brasileiro e MPB. O rótulo de "banda maldita" só abandonou o Barão Vermelho quando o cantor Ney Matogrosso gravou "Pro Dia Nascer Feliz". Era o empurrão que faltava, e a banda ganhou vida pública própria.

Maior Abandonado e Rock in Rio[editar | editar código-fonte]

A banda foi convidada a compor e gravar o tema do filme Bete Balanço. A canção-título tornou-se um dos grandes clássicos da banda, impulsionando o filme que vira sucesso de bilheteria. A canção também impulsionou as vendas do terceiro disco do Barão, Maior Abandonado, lançado em outubro de 1984, que conquistou disco de ouro, registrando outras composições como "Maior Abandonado" e "Por Que a Gente é Assim?". Em 15 e 20 de janeiro de 1985, o Barão Vermelho se apresentou na primeira edição do Rock in Rio.[6] A apresentação da banda no quinto dia tornou-se antológica por coincidir com a eleição do presidente Tancredo Neves e com o fim da Ditadura Militar. Cazuza anunciou esse fato ao público presente e para comemorar, cantou "Pro Dia Nascer Feliz". [5]

"Não divido nada, muito menos o palco"[editar | editar código-fonte]

Cazuza deixou a banda a fim de ter liberdade para compor e se expressar, musical e poeticamente. Em julho de 1985, durante os ensaios do quarto álbum, Cazuza deixou o Barão Vermelho para seguir carreira solo. Suspeita-se que nesse mesmo ano começou a ter febre diariamente, indícios da AIDS que se agravaria anos depois. Ezequiel Neves (faleceu no dia 7 de julho de 2010), que trabalhou com o Barão, dividiu-se entre a banda e a carreira solo de Cazuza. "Fui 'salomônico'", declarou em entrevista ao Jornal do Commercio, em 2007, quando Cazuza completaria 49 anos.

Carreira solo[editar | editar código-fonte]

Exagerado e Só Se For A Dois[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 1985, Cazuza é internado para ser tratado por uma pneumonia. Cazuza exigiu fazer um teste de HIV, do qual o resultado foi negativo. Em novembro de 1985 foi lançado o primeiro álbum solo, Exagerado. "Exagerado", a faixa-título composta em parceria com Leoni, se torna um dos maiores sucessos e marca registrada do cantor.[6] A canção "Só As Mães São Felizes" foi vetada pela censura. Gravou o segundo álbum no segundo semestre de 1986; como a Som Livre rompeu com seu elenco de artistas, Só Se For A Dois foi lançado pela PolyGram (agora Universal Music Group) em 1987. Logo depois, a PolyGram contratou Cazuza. Só Se For A Dois mostrou temas românticos como "Só Se For A Dois", "O Nosso Amor A Gente Inventa", "Solidão Que Nada" e "Ritual".

Ideologia e O Tempo Não Pára[editar | editar código-fonte]

A AIDS se manifestou em 1987; Cazuza foi internado com pneumonia, e um novo teste revelou que o cantor era portador do vírus HIV. Em outubro, Cazuza foi internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para ser tratado por uma nova pneumonia. Em seguida, ele é levado pelos pais aos Estados Unidos. Lá, foi submetido a um tratamento a base de AZT durante dois meses no New England Hospital, de Boston. Ao voltar ao Brasil no começo de dezembro de 1987, Cazuza inicia as gravações para um novo disco. Ideologia de 1988, inclui os hits "Ideologia", "Brasil" e "Faz Parte Do Meu Show". "Brasil", em versão de Gal Costa foi tema de abertura da telenovela Vale Tudo, da Rede Globo e ganhou premio Sharp por melhor musica do ano e melhor composição pop-rock do ano (Cazuza, George Israel e Nilo Romero).

Os shows se tornam mais elaborados e a turnê do disco Ideologia, dirigido por Ney Matogrosso, viajou por todo o Brasil. O Tempo Não Pára, gravado no Canecão durante esta turnê, foi lançado em 1989. O disco se tornou o maior sucesso comercial superando a marca de 500 mil cópias vendidas. A faixa "O Tempo Não Pára" tornou-se um de seus maiores sucessos. Também destacam-se "Todo Amor Que Houver Nessa Vida" com um novo arranjo mais introspectivo, "Codinome Beija-Flor" e "Faz Parte Do Meu Show". "O Tempo Não Pára" também foi lançado em VHS pela Globo.[5]

Burguesia[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 1989 Cazuza declarou publicamente que era soropositivo, ajudando assim a criar consciência em relação à doença e aos efeitos dela. Compareceu na cerimônia do Prêmio Sharp numa cadeira de rodas, e recebeu os prêmios de melhor canção para "Brasil" e de melhor álbum para Ideologia. Burguesia (1989) foi gravado com o cantor numa cadeira de rodas e com a voz nitidamente enfraquecida.[1] É um álbum duplo de conceito dual, sendo o primeiro disco com canções de rock brasileiro e o segundo com canções de MPB. Burguesia foi o último disco gravado por Cazuza e vendeu 250 mil cópias.[3] Cazuza recebeu o Prêmio Sharp póstumo de melhor canção com "Cobaias de Deus".

Morte[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 1989, depois de quatro meses a base de um tratamento alternativo em São Paulo, Cazuza partiu novamente para Boston, onde ficou internado até março de 1990 voltando assim para o Rio de Janeiro. No dia 7 de julho de 1990, Cazuza morre aos 32 anos por um choque séptico causado pela AIDS. No enterro compareceram mais de mil pessoas, entre parentes, amigos e fãs. O caixão, coberto de flores e lacrado, foi levado à sepultura pelos ex-companheiros do Barão Vermelho. Cazuza foi enterrado no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Sobre o tampo de Mármore do túmulo aparece o título de seu último grande sucesso, "O Tempo Não Para", e as datas de seu nascimento e morte. Em sua lápide nada consta além de seu famoso codinome.[6] . No ano seguinte, foi lançado o álbum póstumo Por aí.

Legado[editar | editar código-fonte]

Em apenas nove anos de carreira, Cazuza deixou 126 canções gravadas, 78 inéditas e 34 para outros intérpretes. Após sua morte, os pais fundaram a Sociedade Viva Cazuza, em 1990. A Sociedade Viva Cazuza tem como intenção proporcionar uma vida melhor a crianças soropositivas através de assistência à saúde, educação e lazer. Em 1997, a cantora Cássia Eller lançou o álbum Veneno AntiMonotonia, que traz somente composições de Cazuza.[1]

As canções de Cazuza já foram reinterpretadas pelos mais diversos artistas brasileiros dos mais diversos gêneros musicais. A Som Livre realizou o show Tributo a Cazuza, em 1999, posteriormente lançado em CD e DVD, do qual participaram Ney Matogrosso, Barão Vermelho, Engenheiros do Hawaii, Kid Abelha, Zélia Duncan, Sandra de Sá, Arnaldo Antunes e Leoni. No ano 2000 foi exibido no Rio de Janeiro e em São Paulo o musical Casas de Cazuza, escrito e dirigido por Rodrigo Pitta, cuja história tem base nas canções de Cazuza. Em 2004 foi lançado o filme biográfico Cazuza - O Tempo Não Pára de Sandra Werneck.[5]

Artistas relacionados[editar | editar código-fonte]

Dentre diversos artistas relacionados a Cazuza, estão: Simone ("O Tempo Não Pára" e "Codinome Beija-Flor"); Leoni (com quem compôs o maior sucesso, "Exagerado"); George Israel (com quem compôs "Brasil", "Solidão que nada" e mais 13 canções); Léo Jaime (que apresentou Cazuza para a banda Barão Vermelho quando esta já estava formada e precisando de um vocalista para completar a banda); Lobão, tanto pela amizade com Cazuza quanto pela influência de um em outro, por ter sido grande inspiração no começo da carreira[5] ; Cássia Eller por ter sido a intérprete que mais gravou canções de Cazuza; Arnaldo Antunes pela influência marcante; Bebel Gilberto pela amizade e parceria em algumas canções; Rita Lee, parceira na canção "Perto do Fogo", última que ele escreveu antes de morrer e primeira que ela gravou em seu disco de 1990; Ney Matogrosso, por ter sido namorado e amigo que lhe dirigiu nos shows "Ideologia" e "O Tempo não Para"; Renato Russo, por ter homenageado duas vezes o ex-vocalista do Barão e ter sido amigo, (com a canção em inglês Feedback Song For a Dying Friend e com a regravação de Quando Eu Estiver Cantando no show Viva Cazuza, em 1990); e Frejat, por ter sido um grande amigo e seu principal parceiro em composições musicais.[3]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Barão Vermelho[editar | editar código-fonte]

Ano Detalhes do álbum Certificações
(vendas certificadas)
1982 Barão Vermelho
1983 Barão Vermelho 2
1984 Maior Abandonado

Singles[editar | editar código-fonte]

Ano Single Posições Álbum
BRA
Hot 100
1982 "Down Em Mim" Barão Vermelho
"Todo Amor Que Houver Nessa Vida" 76
1983 "Pro Dia Nascer Feliz" 1 Barão Vermelho 2
"Menina Mimada"

Carreira solo[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Ano Detalhes do álbum Certificações
(vendas certificadas)
1985 Exagerado
1987 Só se For a Dois
1988 Ideologia
1988 O Tempo não Para
1989 Burguesia
1991 Por aí
2005 O Poeta Está Vivo - Ao Vivo no Teatro Ipanema 1987
Obs:
A vendagem de álbuns de Cazuza praticamente dobraram após a sua morte, chegando a um total de 5 milhões de discos em seus 9 anos de carreira; Ideologia e O Tempo Não Pára chegaram à marca de 1 milhão de discos vendidos após a morte do cantor no ano de 1990.

Videografia[editar | editar código-fonte]

Com o Barão Vermelho
Carreira solo

Cinema[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d Lucinha Araújo. O tempo não para – Viva Cazuza (em português). [S.l.]: Globo. 272 pp. ISBN 978-85-250-2899-0 Página visitada em 7 de julho de 2012.
  2. Os 100 Maiores Artistas da Música Brasileira Acidezmental.xpg.com.br.
  3. a b c d Cazuza - Biografia (em português) Dicionário MPB. Página visitada em 7 de julho de 2012.
  4. a b c d Graziela Salomão (4 de junho de 2004). Biografia de Cazuza (em português) Época. Revistaepoca.globo.com. Página visitada em 7 de julho de 2012.
  5. a b c d e Regina Echeverria; Lucinha Araujo, Lucinha Araújo. Livro - Cazuza - So As Maes Sao Felizes: CAZUZA - SÓ AS MÃES SÃO FELIZES (em português). 13ª ed. [S.l.]: Globo, 2000. 400 pp. ISBN 8525038865 Página visitada em 7 de julho de 2012.
  6. a b c d Perfiz dos artistas / Cazuza (em português) Nova Brasil FM. Página visitada em 7 de julho de 2012.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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