Cela s'appelle l'aurore

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Cela s'appelle l'aurore
Assim é a aurora (BR)
 França
 Itália

1956 • P&B • 102 min 
Direção Luis Buñuel
Roteiro Luis Buñuel
Jean Ferry
Emmanuel Roblès (romance)
Elenco Georges Marchal
Lucia Bosé
Julien Bertheau
Género drama
Idioma Língua francesa
Página no IMDb (em inglês)

Cela s'appelle l'aurore (br.: Assim é a aurora) é um filme de drama franco-italiano de 1956, dirigido por Luis Buñuel. Roteiro do diretor e Jean Ferry, baseado no romance de Emmanuel Roblès. Locações em Córsega, na França.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
Georges Marchal Doutor Valerio
Lucia Bosé Clara
Julien Bertheau Comissário Fasaro
Nelly Borgeaud Angela
Giani Esposito Sandro Galli
Brigitte Elloy Magda
Jean-Jacques Delbo Gorzone
Simone Paris Madame Gorzone
Gaston Modot substituto de Sandro

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Em um povoado numa ilha ao sul da França, Dr. Valerio é um médico que atende a população pobre do lugar, formada por pescadores, operários e sitiantes. A esposa dele, Angela, está insatisfeita e tenta convencê-lo a se mudar para Nice, cidade onde vive o pai dela. Depois de uma indisposição, ela parte em viagem até aquela cidade francesa enquanto o doutor continua atarefado cuidando de seus pacientes. Um deles é Magda, a esposa tuberculosa do caseiro Sandro, que mora e cuida de uma fazenda para o rico industrial Gorzone. Sandro deixa o trabalho de lado para cuidar da esposa e quer se mudar de emprego e ir para a fábrica de propriedade de Gorzone mas este o demite. O doutor Valério conhece Clara, uma jovem viúva recém-chegada de Gênova, e inicia com ela um caso extraconjugal, ao mesmo tempo que busca ajudar Sandro, tentando convencer Gorzone a devolver-lhe o emprego.

Tema político[editar | editar código-fonte]

O crítico anglo-americano Raymond Durgnat considerava esse filme o primeiro da trilogia revolucionária de Buñuel ("revolutionary triptych"), sendo que os outros dois seriam La Mort en ce jardin e La fièvre monte à El Pao:(em tradução livre) "Em cada um desses filmes estão, aberta ou implicitamente, estudos da moralidade e táticas da revolução armada contra as ditaduras direitistas" [1] .

Referências

  1. Durgnat, Raymond. Luis Buñuel. Berkeley e Los Angeles: Editora da Universidade da Califórnia, 1967. 100 pp. ISBN 0-520-03423-6

Ligações externas[editar | editar código-fonte]