Celso Amorim

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Celso Amorim
Celso Amorim
Ministro da Defesa do  Brasil
Período de governo 4 de agosto de 2011
até Atualidade
Presidente Dilma Rousseff
Antecessor(a) Nelson Jobim
Sucessor(a)
Ministro das Relações Exteriores do  Brasil
Período de governo 1º: 20 de julho de 1993
até 1 de janeiro de 1995
2º: 1 de janeiro de 2003
até 31 de dezembro de 2010
Antecessor(a) 1º: Fernando Henrique Cardoso
2º: Celso Lafer
Sucessor(a) 1º: Luiz Felipe Lampreia
2º: Antonio Patriota
Vida
Nascimento 3 de junho de 1942 (72 anos)
Santos, São Paulo
Dados pessoais
Partido PT
Profissão Diplomata
político

Celso Luiz Nunes Amorim (Santos, 3 de junho de 1942) é um diplomata brasileiro e atual ministro da defesa.[1] Ao longo de sua carreira, ocupou por duas vezes o cargo de ministro das Relações Exteriores do Brasil. Influenciado pelo trabalho de Ulysses Guimarães, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), mas não teve militância partidária. Recentemente, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT).[2] Em 7 de outubro de 2009, David Rothkopf, um comentarista da revista americana Foreign Policy indicou Amorim como "o melhor chanceler do mundo".[3]

Formação acadêmica[editar | editar código-fonte]

Celso Amorim formou-se pelo Instituto Rio Branco em 1965, obtendo título de pós-graduação em Relações Internacionais pela Academia Diplomática de Viena, na Áustria, em 1967.

Amorim se graduou em primeiro lugar de sua turma no Instituto Rio Branco. Como prêmio, ele foi enviado em 1966 à Academia Diplomática de Viena, onde ele foi capaz de terminar a sua tese e retornou ao Rio de Janeiro antes de ser enviado para o seu primeiro posto como diplomata em Londres. Como aluno de Ralph Miliband passou três anos na London School of Economics onde concluiu todos os créditos necessários para a sua formatura. Enviado à OEA, Washington DC, antes da apresentação de sua tese, a qual seu tutor acreditava que era bom o suficiente para um doutorado. Seu tutor, Ralph Miliband morreu em uma idade avançada e nunca Amorim lhe apresentou sua tese de 500 páginas.

Doutorado declarado mas não terminado[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2009, a jornalista Malu Gaspar noticiou no blog da Revista Exame que Celso Amorim não possuía o título de doutor que frequentemente afirmava ter, pois o então Ministro jamais concluíra seu doutorado.[4] Amorim, que utilizara o título inclusive em artigos de jornal[4] , declarou: "Nunca terminei meu doutorado, provavelmente por causa do meu excesso de ambição à época. O tempo da academia e da burocracia não coincidiram, então fui transferido de Londres antes que pudesse terminá-lo."[4] [5] [6] [7] [8]

Professor universitário[editar | editar código-fonte]

Amorim foi professor de Língua Portuguesa do Instituto Rio Branco, professor de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB) e é membro permanente do Departamento de Assuntos Internacionais do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo.

Carreira cinematográfica[editar | editar código-fonte]

Em 1979 foi convidado por Eduardo Portela, Ministro da Educação e Cultura, com o apoio da classe cinematográfica para assumir a Embrafilme, por sugestão do colega diplomata, escritor e cineasta Edgard Telles Ribeiro. Mudou-se para o Rio de Janeiro, sede da empresa, onde Amorim trabalhou com Ruy Guerra, fazendo edição e continuidade do filme "Os Cafajestes". Atuara também como assistente de Leon Hirszman em um dos episódios de "Cinco Vezes Favela".

De sua vida política precoce como diretor-geral da Embrafilme, entre 1979 e 1982, e sua carreira ainda mais precoce, como cineasta, deixou para os filhos a carreira que nunca abraçou completamente: com exceção da filha Anita, seus filhos Vicente Amorim, Pedro Amorim e João Gabriel estão no cinema.

Cargos governamentais anteriores[editar | editar código-fonte]

A história de Celso Amorim no serviço público iniciou em 1987, quando se tornou secretário para Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência e Tecnologia, desempenhando tal posição até o ano de 1989. Foi então selecionado para o cargo de diretor-geral para Assuntos Culturais no Ministério das Relações Exteriores, à época chefiado por Abreu Sodré.

Assumiu nova posição em 1990, sendo nomeado diretor-geral para Assuntos Econômicos. Em 1992 assumiu pela primeira vez a chefia de uma missão no exterior, ao tornar-se representante do Brasil no Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT). Nesse período foi o negociador chefe do Brasil na Rodada Uruguai, que culminou posteriormente no GATT-1994 e na criação da Organização Mundial do Comércio.

Ministro das Relações Exteriores (1993-1995)[editar | editar código-fonte]

Em maio de 1993, durante o governo de Itamar Franco, Celso Amorim foi chamado pelo então chanceler José Aparecido, que substituiria Fernando Henrique Cardoso, para ser secretário-geral do Itamaraty. Porém, em decorrência de problemas de saúde, Aparecido não tomou posse, e Amorim assumiu interinamente o ministério até, em agosto daquele mesmo ano, ser finalmente efetivado chanceler.

Embaixador brasileiro no exterior (1995-2003)[editar | editar código-fonte]

Entre 1995 e 2003 Celso Amorim atuou como representante do Brasil no exterior em diversos países e Organizações Internacionais, em áreas que variavam entre o sistema multilateral de comércio e a cooperação humanitária internacional.

Em 1995 Fernando Henrique Cardoso, eleito presidente da República, indicou Celso Amorim para chefiar a Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas, em Nova Iorque, função que exerceu até 1999, tendo, durante este período, assumido a presidência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Na ONU, Celso Amorim teve um papel fundamental nas discussões acerca no regime internacional de desarmamento e não-proliferação de armas nucleares. Participou ativamente da Comissão Canberra sobre a Eliminação de Armas Nucleares, uma iniciativa do governo da Austrália que datava de 1995, e que produziu um relatório em 1996 que continha propostas para a adoção de medidas na área do desarmamento e da não-proliferação. Além disso, foi no período em que Celso Amorim era o representante brasileiro perante a ONU que o Brasil declarou sua vontade em aderir ao Tratado de Não-Proliferação Nuclear (1997), algo que foi concretizado em 1998 após a aprovação do tratado no congresso brasileiro. Logo que aderiu ao TNP, o Brasil começou a participar ativamente das discussões do regime internacional nuclear. Em 1998, Celso Amorim foi um dos articuladores da Coalizão da Nova Agenda para o Desarmamento Nuclear (NAC), juntamente com África do Sul, Egito, Irlanda, México, Nova Zelândia, Suécia e Eslovênia. Tal coalizão buscava resgatar o tema do desarmamento nas Conferências de Exame do TNP, algo que ocorreu logo na próxima Conferência de Exame do TNP, em 2000, na qual o Brasil defendeu, em conjunto com a NAC, que o regime nuclear internacional deveria focar-se principalmente no desarmamento nuclear, e não somente na não-proliferação. No ano 2000, o Brasil também presidiu a Conferência de Desarmamento (CD) em Genebra, tendo Celso Amorim como seu representante. Este, foi responsável por uma série de propostas à conferência relativas ao desarmamento, na tentativa de solucionar o problema da paralisia que a CD sofria desde 1997, com o congelamento de sua agenda política.

Na área humanitária, pode-se citar a sua participação como representante brasileiro do Comitê das Nações Unidas de Sanções Kosovo-Iugoslávia (SCR), no período 1998-1999. Além disso, Celso Amorim teve um papel como representante do Brasil na presidência dos paineis do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre desarmamento, auxílio humanitário e prisioneiros de guerra no Iraque, em 1999. Tais paineis tiveram um papel fundamental no restabelecimento das medidas de verificação de obrigações de desarmamento e não-proliferação no Iraque, que haviam sido abolidas após a crise gerada pela expulsão dos inspetores da Comissão Especial das Nações Unidas (UNSCOM).

Em 1999, ele assumiu pela segunda vez a chefia da missão brasileira em Genebra, Suíça, como representante permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas e demais organismos internacionais, o que incluía a Organização Mundial do Comércio (OMC), cargo que exerceu por um período de dois anos. Nesse período presidiu a Conferência de Desarmamento por uma segunda vez (algo que havia feito em 1993) e atuou nas áreas de comércio, trabalho e controle de tabaco.

Em 2001, Amorim foi transferido para Londres, assumindo a embaixada brasileira no Reino Unido. Era a segunda vez que atuava na missão diplomática brasileira de Londres, já havendo mantido um posto diplomático na embaixada entre 1968 e 1971, período em que estudou na London School of Economics and Political Science. Em finais de 2002 foi convidado por Luiz Inácio Lula da Silva para ser seu chanceler.

Ministro das Relações Exteriores (2003-2010)[editar | editar código-fonte]

De 2003 a 2010 Celso Amorim foi o ministro das Relações Exteriores do governo Lula. Ele, Luiz Dulci e Jorge Armando Felix foram os únicos ministros ou secretários do primeiro gabinete de Lula a permanecer nos cargos para que foram originalmente designados.

Em seu segundo ministério, Amorim tornou-se responsável pelo direcionamento humanista da política externa brasileira atual, que incluiu entre seus objetivos a luta contra a fome, a pobreza e o unilateralismo. Formulou coalizões com países do hemisfério sul, tais como G-20 (luta pela redução das distorções no comércio agrícola, na Organização Mundial de Comércio), o G-4 (luta para tornar o Conselho de Segurança das Nações Unidas menos anacrônico e mais legítimo e representativo), o G-3 (Fórum IBAS - Índia, Brasil e África do Sul - para coordenação de posições no cenário internacional) e participou ativamente na institucionalização do chamado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

Em 29 de outubro de 2010, o Ministro Celso Amorim recebeu, em Miami, o prêmio “Bravo Business” da revista Latin Trade, na categoria “Innovative Leader of the Year”. No mesmo dia, foi o orador principal do painel “Brazil’s Role in the Global Economy”.[9]

Questões importantes[editar | editar código-fonte]

Bolívia[editar | editar código-fonte]

Celso Amorim recebe Álvaro García Linera para discutir o suprimento de gás.

Após as eleições presidenciais de Evo Morales em 2006, a Bolívia anunciou a nacionalização do gás e do petróleo em seu território, utilizando o exército para a ocupação de empresas estrangeiras, entre elas a estatal brasileira Petrobras. Esta explorava os dois principais campos de gás e representava cerca de 15% do Produto Interno Bruto boliviano. A tomada do controle forçou as companhias estrangeiras a rever seus contratos em um prazo de 180 dias; do contrário, seriam obrigadas a deixar o país. As renegociações aumentaram os impostos cobrados pelo estado boliviano para 82%.[10]

Em 1 de maio do mesmo ano, Celso Amorim afirmou que a nacionalização era um "cenário esperado", mas que a forma como fora feita não estava nas previsões do Brasil, classificando como "desnecessária" a ocupação por tropas militares da Petrobras e explicando que não haveria "reação física".[11]

Em novembro de 2007 Morales garantiu que não modificaria mais as leis de investimentos no setor de petróleo ou gás, e Celso Amorim confirmou que o país voltaria a investir nestas condições. Tanto o Brasil como a Bolívia possuem interesses um com o outro: o primeiro, em 2007, dependia de 50% do gás boliviano exportado; e o segundo não pode ficar sem o investimento e o mercado brasileiro.[12]

Em setembro de 2008, durante a crise política na Bolívia, na qual os departamentos mais ricos exigiram maior autonomia, o governo brasileiro se posicionou no sentido de tentar mediar as negociações entre os grupos do conflito. No mês seguinte, Amorim felicitou-os por se entenderem via diálogo e por criarem um acordo que convoca o referendo relativo à nova constituição do país para janeiro de 2009.[13]

Equador[editar | editar código-fonte]

Correa e Amorim em 2008.

Durante a crise diplomática da Colômbia com Equador e Venezuela de 2008, em que o exército colombiano invadiu o território equatoriano para matar integrantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Amorim afirmou que o Brasil se sentia "ameaçado indiretamente" por um conflito na região e que condenava o ataque militar colombiano; porém, desejava a resolução pelo diálogo para que o projeto de integração, paz e desenvolvimento na América do Sul não fosse posto em risco.[14] [15]

Em 23 de setembro de 2008 o presidente equatoriano Rafael Correa determinou o embargo dos bens da construtora brasileira Odebrecht, ocupando suas obras por meio do exército e proibindo funcionários de deixar o país. Exigiu então uma indenização de 43 milhões por falhas no funcionamento da central hidrelétrica San Francisco, a segunda maior do Equador; caso não fosse feito o pagamento, a Odebrecht seria expulsa. A San Francisco, que custou 338 milhões de dólares, pode gerar até 12% do total da energia consumida no país, mas, segundo o Equador, deixou de funcionar um ano depois de concluída.[16]

No dia seguinte, Amorim anunciou que o Brasil estava dando proteção à empresa.[17] Correa então ameaçou não pagar o empréstimo de mais de 200 milhões de dólares do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que contraiu para financiar a San Francisco. Mesmo assim, os presidentes Correa e Lula disseram que acreditavam que a questão da Odebrecht não afetaria as relações das duas nações.[18] Em 30 de setembro Amorim informou que a empresa aceitaria o acordo proposto pelo Equador.[19]

Em 6 de outubro Correa teria dito que pretendia expulsar a Petrobras, como aconteceu à Odebrecht, e nacionalizar um campo de petróleo. Sua intenção era acelerar a assinatura de uma renegociação do contrato de exploração.[20] No dia seguinte, Lula disse que a Petrobras poderia sair do Equador caso não houvesse um "acordo satisfatório".[21] Em 8 de outubro o Equador anunciou a expulsão da Odebrecht após rejeitar o acordo e considerar outras falhas da empresa em projetos que estavam em andamento.[22] Logo depois, uma missão de Lula ao país para discutir o apoio brasileiro a obras de infra-estrutura viária foi cancelada.[23] Em 20 de outubro a Petrobras confirmou um novo acordo com o Equador, no qual o Estado fica com todo o petróleo e a empresa, com uma remuneração pelos seus investimentos e seu serviço.[24]

Em 21 de outubro Amorim convocou o embaixador brasileiro em Quito para consultá-lo a respeito da decisão de Correa de recorrer à Corte Internacional de Arbitragem da Câmara Internacional de Comércio, sediada em Paris, para a suspensão da dívida com o BNDES. Em novembro, ele declarou que o Brasil revisaria sua cooperação com o Equador, mas apenas a que envolvesse novos financiamentos e créditos, pois a de caráter social não acabaria.[25]

Em dezembro, porém, surgiu o temor de que outros países sul-americanos, como a Venezuela, a Bolívia e o Paraguai, não honrassem seus empréstimos com o BNDES. O embaixador do Equador anunciou então que seu país continuaria pagando, em parcelas, seu empréstimo até a decisão da Câmara Internacional de Comércio. Durante esse processo, Celso Amorim observou que a integração sul-americana estava sendo prejudicada[26] e que, por ter garantia do Convênio de Crédito Recíproco (CCR), a dívida, se não fosse paga, afetaria não só o Brasil como também outros países da região, uma vez que havia um conjunto de Bancos Centrais envolvidos.[27]

Em 11 de janeiro de 2009, o Itamaraty informou que o embaixador brasileiro em Quito voltaria à sua função e que o Brasil continuaria acompanhando com atenção suas relações financeiras com o Equador.[28]

Ministro da Defesa[editar | editar código-fonte]

Em 4 de agosto de 2011, Celso Amorim foi convidado suceder Nelson Jobim como ministro da defesa, que entregara sua carta de demissão no mesmo dia. Segundo a assessoria da Presidência, Amorim aceitou o convite.[1]

Literatura[editar | editar código-fonte]

É autor de:

  • Breves narrativas diplomáticas[29]
  • Conversa com jovens diplomatas

Referências

  1. a b Jobim entrega carta de demissão, e Celso Amorim assume a Defesa G1 (4 de agosto de 2011). Visitado em 4 de agosto de 2011.
  2. [1]
  3. The world’s best foreign minister
  4. a b c Malu Gaspar (3 de julho de 2009). Traído pela ambição Portal EXAME. Visitado em 5 de julho de 2009.
  5. João Domingos (1 de outubro de 2009). Amorim se desliga do PMDB e vai para o PT O Estado de São Paulo. Visitado em 28/08/2010.
  6. Thais Lobo (13 de julho de 2009). Fraudes em currículos são alvo de controle de instituições de ensino e pesquisa O Globo. Visitado em 28 de agosto de 2010.
  7. Natalia Cuminale (24 de julho de 2009). Não imite a Dilma: conte a verdade no currículo Veja. Visitado em 28/08/2010.
  8. Celso Luiz Nunes Amorim (10 de março de 2006). The Current Status of the WTO Negotiations (pdf) (em inglês) The London School of Economics and Political Science. Visitado em 29 de agosto de 2010.
  9. Bravo Magazine, October, 2010
  10. Bolívia ocupa Petrobras e nacionaliza exploração de petróleo e gás (Folha Uol)
  11. Celso Amorim diz no Senado que Bolívia é país estratégico para o Brasil (Câmara de Comércio Brasileira no Japão)
  12. Governo boliviano dá garantias para volta da Petrobras ao país (Agência Brasileira de Inteligência)
  13. Amorim diz que ficou satisfeito com acordo para referendo na Bolívia (Agência Brasil)
  14. OEA deve dar resposta rápida sobre crise para não perder credibilidade, diz Amorim (Agência Brasil)
  15. Amorim aponta riscos de crise para projeto de integração sul-americana (Agência Brasil)
  16. Presidente do Equador bloqueia bens da Odebrecht (Agência Brasil)
  17. Governo está dando proteção adequada à Odebrecht, garante Amorim (Agência Brasil)
  18. Equador ameaça não pagar BNDES por hidrelétrica (Agência Brasil)
  19. Construtora Odebrecht aceita acordo proposto pelo governo do Equador (Agência Brasil)
  20. Lobão afasta possibilidade de quebra de contrato do Equador com Petrobras
  21. Petrobras pode deixar o Equador, diz Lula (Agência Nacional)
  22. Presidente Rafael Correa decide expulsar a Odebrecht do Equador
  23. Presidente Lula cancela missão brasileira ao Equador (Agência Brasil)
  24. Petrobras confirma acordo com governo do Equador
  25. Novos financiamentos para o Equador deverão ser analisados com cuidado, afirma Amorim
  26. Amorim teme que casos de revisão de dívidas prejudiquem integração sul-americana (Agência Brasil)
  27. Amorim diz que Equador continuará pagando empréstimo até que pedido seja julgado
  28. Equador paga parcelas de dívida com o BNDES e embaixador brasileiro voltará a Quito
  29. [Livro de Celso Amorim expõe bastidores da diplomacia: Ex-chefe do Itamaraty revela detalhes de seus contatos com representantes estrangeiros em tensas negociações http://revistaepoca.globo.com/cultura/noticia/2013/07/livro-de-celso-amorim-expoe-bastidores-da-diplomacia.html]. Época. Acesso em 16/03/2014

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
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1993 — 1995
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2003 — 2010
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Nelson Jobim
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2011 — atualidade
Sucedido por