Celso Cardoso

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Celso Cardoso
Nascimento São Paulo
 Brasil
Ocupação jornalista e cantor
Nacionalidade  brasileiro(a)
Atividade 1987 - presente
Site oficial

Celso Cardoso (São Paulo, 29 de junho de 1968) é um jornalista e cantor brasileiro. Formado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Bernardo do Campo, trabalhou como locutor nas rádios Diário FM, de Ribeirão Preto; 97 FM, Antena Um e Rádio Capital. Começou a trabalhar com jornalismo esportivo na TV Gazeta em outubro de 1991, primeiramente como produtor e narrador do telejornal Gazeta Nacional. Em 98, foi promovido a apresentador do Gazeta Esportiva, que continua a comandar, agora ao lado de Michelle Giannella. Também é apresentador e editor de esportes do Jornal da Gazeta. Ministra curso de locução na Faculdade Cásper Líbero. Trabalhou como comentarista do canal Esporte Interativo. Em 2009, lançou seu primeiro cd como cantor, o álbum "Deixa Acontecer".

Biografia Iniciou carreira como locutor, aos 17 anos, gravando comerciais na Decson Publicidade, em Ribeirão Preto.

Em julho de 1987, foi contratado pela Rádio Diário FM, da mesma cidade. Aprovado no vestibular de jornalismo do Instituto Metodista de Ensino Superior, em 1988, voltou a São Paulo e se tornou locutor da Rádio 97 FM, de Santo André. Três meses mais tarde, foi convidado para trabalhar na Rádio Antena Um, onde permaneceu até 1993. Em 1990, entrou para a equipe de jornalismo da Rádio Capital AM onde atuou como locutor e repórter até outubro de 1991.

Em novembro do mesmo ano, foi contratado pela TV Gazeta, para produzir o Jornal Gazeta Nacional. Em 1992, o jornalista Celso Cardoso foi promovido para a reportagem e, em 1998, foi efetivado na apresentação do programa Gazeta Esportiva. Em 2000, assumiu a edição e apresentação da Editoria de Esportes do Jornal da Gazeta, ancorado pela jornalista Maria Lydia Flândoli. Foi Âncora do Programa Mesa Redonda Nova Geração, em 2002. Na Rádio Gazeta AM, participou da apresentação do programa Disparada no Esporte em 2005 e 2006.

Como professor, foi docente de prática de locução da Radioficina, em 1991 e no Senac, no período entre 1992 e 1998. Atualmente ministra o Curso de Locução para Telejornal na Faculdade Cásper Líbero, no Comunique-se e no Espaço WN, atividade que o jornalista concilia com a apresentação do programa Gazeta Esportiva, do Jornal da Gazeta e com a nova carreira de cantor.

Carreira musical[editar | editar código-fonte]

Na música, sua grande paixão, Celso Cardoso se destacou em 2008. Realizou 25 shows e cantou em palcos tradicionais de São Paulo como Crowne Plaza, Centro Cultural, Villaggio Café, Barracuda e Na Mata, entre outros. Em abril de 2009 lançou seu primeiro cd, o álbum "Deixa Acontecer", com produção do guitarrista Marcos Kleine. O trombonista Bocato e o baixista norte-americano Victor Rice fazem participações especiais. Bocato dá um ar sofisticado para a releitura de "Flores do Mal" (Barão vermelho) e Victor toca violoncelo em "O Pior Que Existe em Mim", música inédita do compositor carioca Leoni que assina outras três composições do álbum. Em "Deixa Acontecer", Celso também interpreta música inédita de Pit Passarell do Viper, além de apresentar uma parceria com Wayne Hussey (líder e vocalista da banda inglesa The Mission UK), em faixa que dá título ao cd. Wayne compôs a música especialmente para o primeiro trabalho musical de Celso Cardoso, a quem coube escrever a letra. O álbum de estreia também apresenta releituras de hits de Cássia Eller ("Nós") e Golpe de Estado ("Noite de Balada"). Nos shows, Celso está acompanhado da banda "Os Impossíveis" (Marcos Kleine/guitarra, Mingau/baixo e Caio Mancini/bateria) .

“O Outro Lado” – Celso Cardoso

“O Outro Lado” é o segundo álbum da carreira musical de Celso Cardoso. O primeiro, “Deixa Acontecer” foi lançado em 2009 e contou com as participações especiais do trombonista Bocato e do baixista americano Victor Rice em canções inéditas dos compositores Leoni e Pit Passarell, entre outras, além de apresentar como destaque parceria com Wayne Hussey, líder da banda inglesa The Mission UK.

Em “O Outro Lado”, Celso revela com maior ênfase seu lado compositor. É o autor das letras de seis das treze músicas gravadas. Em “Olhos Vendados”, por exemplo, divide a autoria com Thedy Correa (Nenhum de Nós) que também participa cantando a canção. A balada “Um Dia Talvez” tem como parceiro Edu Falaschi, ex-Angra. Com o tecladista Zé Ruivo e com o baixista Mingau (Ultraje a Rigor) escreveu “Antes que o Mundo Acabe” um rock vigoroso com a participação especialíssima de Mário Fabre, baterista dos Titãs. Marcos Kleine (Ultraja e Rigor) é parceiro em “Nem Tudo È o Que Parece Ser”. E no ritmo do rock`n`roll, Celso também escreveu “Sempre Mais” e “Eu Quero Ficar Só”.

O álbum também apresenta releituras de Nenhum de Nós (“Cada Lugar”), Kiko Zambianchi (“Tudo É Possível”) e Legião Urbana. O destaque fica para “Sete Cidades”, com interpretação arrojada, arranjos envolventes e bateria marcante de Bacalhau do Ultraje a Rigor.É o segundo single do novo trabalho. O primeiro, “Cala a Boca, Maradona”, de Mário Fabre, abre o cd e dá o tom das outras 12 faixas que vêm a seguir.“Maluca”, de Kléber Albuquerque, fecha o disco com lirismo e leveza.

Nos shows, Celso Cardoso está sempre acompanhado da banda “Os Impossíveis” (Mingau, Marcos Kleine, Caio Mancini e Zé Ruivo) que já o acompanha há seis anos.

RESENHA “OUTRO LADO” POR CLEMENTE NASCIMENTO

Eu sempre achei o termo Pop Rock um tanto pejorativo. Acho que é porque nunca ouvi nada que fosse realmente bom que se definisse assim, por isso ouvir esse nome já me causava desconfiança. Porém agora, encontrei alguém que finalmente deu sentido ao termo e com uma grandeza de dar inveja: Celso Cardoso.

Ouvir o novo trabalho dele foi encontrar o significado perfeito para o termo Pop Rock, pois eu não encontraria outra expressão que definisse tão bem esse trabalho. Ele tem uma elegânciae sonoridade de deixar de cara amarrada os que torcem contra.

Gosto muito do Celso Cardoso pessoa física, uma cara de postura irrepreensível, amigo para toda hora. Ele é daqueles com quem você se dá bem assim que conhece. Mas eu não poderia misturar as coisas: falar sobre o trabalho dele não seria falar do meu amigo e sim sobre aquele ser, “o artista”, o músico e compositor.

Vocês não imaginam minha felicidade quando comecei a ouvir o álbum e ele abriu com “Cala a Boca Maradona” - guitarras pesadas e sutis, com um riff ganchudo e aquele groove marcante. Letra inteligente, simples e direta de Mário Fabre, baterista dos Titãs, que dá suas baquetadas aqui e ali no disco. Achei oportuno o tema misturar duas figuras distintas de Celso (o apresentador e comentarista com o cantor e compositor). Um chute certeiro ou, como diriam os antigos comentaristas, “foi direto na forquilha” ou “foi aonde a coruja dorme”.

Daí pra frente é uma surpresa agradável após a outra. “Sempre Mais” comprova que Celso não é só um excelente intérprete, mas também um ótimo compositor, e as parcerias começam em “Olhos Vendados”, com Thedy Correa do Nenhum de Nós, em que eles não só escreveram como cantaram juntos. É uma das minhas preferidas, os dois realmente encontraram uma harmonia perfeita.

O intérprete retorna grandioso em “Sete Cidades”, da Legião Urbana, simplesmente perfeito. E o groove volta em “Antes Que o Mundo Acabe”, parceria com Mingau do Ultraje a Rigor e Zé Ruivo - o primeiro um dos melhores baixistas do país, que toca no disco todo, o segundo um tecladista extremamente criativo que imprime sua marca por onde passa, e ele passa nessa e em outras faixas. “Um Dia Talvez” é daquelas baladas espertas, em parceria com Edu Falaschi, ex-Angra. É daquelas canções que acalentam a alma numa tarde chuvosa. Nela, Celso mostra toda a extensão da sua voz, com o auxílio luxuoso de Ricardo Junior nos backing vocals. “Cada Lugar”, do Nenhum de Nós, ganha arranjo vigoroso e clássico com Marcos Kleine na guitarra, Caio Mancini na bateria e, é claro, Mingau no baixo.Kleine também divide a produção do disco com o próprio Celso e está presente com sua guitarra poderosa em todas as faixas do disco. “Tudo é Possível”, de Kiko Zambianchi, segue na mesma toada vigorosa para cair no riff sutil de “No Mesmo Lugar”, de Mingau e Henrique Ferraz, com backing vocal marcante de Leandro Valino. Em “Lobos e Anjos”, da mesma dupla, sutilezas gritam como uma fratura exposta.

Tudo muda em “Nem Tudo É O Que Parece Ser”, de Celso e Kleine, com uma levada pseudo-jovem guarda,meio latina, dessa vez a cargo de Bacalhau, baterista do Ultraje a Rigor, para em seguida Celso novamente bater no peito e pegar a bola na ótima “Eu Quero Ficar Só”, cuja letra mostra que ele só tem cara de bom moço e está escrevendo cada vez melhor. Por fim, tudo termina com a emocionante “Maluca”, de Kléber Albuquerque, com aquele gostinho de quero mais.

Gravado no estúdio F&M, de Flávio Decaroli e Mingau, a qualidade impressiona. Celso se cercou de seus bons amigos e o clima de confraternização aparece em cada faixa. Mas, acima de tudo, além de bons amigos eles são muito bons no que fazem.

 

Referências

  • Biografia Celsocardoso.com.br. Visitado em 2 de agosto de 2009.
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