Centro de Tecnologia de Ferrosos

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O Centro de Tecnologia de Ferrosos – CTF, da Vale promove o desenvolvimento tecnológico de produtos ferrosos e soluções técnicas integradas para a indústria siderúrgica. No CTF é possível acompanhar, por meio de simulações numéricas e em laboratórios, todo o processo produtivo, desde a definição de rotas de beneficiamento até o comportamento do minério nas plantas siderúrgicas, com o objetivo de maximizar a produção.

Inaugurado no dia 30 de setembro de 2008, o CTF localiza-se no município brasileiro de Nova Lima na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais. O acesso se dá pela BR-040 e fica 30 km do centro da capital mineira.

O Centro de Tecnologia de Ferrosos é gerido por uma equipe multidisciplinar formada por metalurgistas, engenheiros de minas, geólogos, engenheiros químicos, físicos e outros.

O CTF conta com vários laboratórios e plantas-piloto para avaliação das características do minério e sua adequação ao uso na siderurgia. Diversos laboratórios foram implantados com modernos equipamentos e tecnologia de ponta nas áreas de química, de preparação de amostras, de tratamento de minérios, de metalurgia, de caracterização de materiais e de propriedades a altas temperatura. Tudo isso para entender e mensurar as características do ferro.

Um dos principais destaques é o forno de amolecimento e fusão, que permite realizar ensaios metalúrgicos em altas temperaturas (até 1.700 °C) e simula diferentes condições de uso do minério de ferro em altos-fornos. Outro importante equipamento é o espectrômetro Mössbauer, que investiga as características químicas e físicas dos compostos de ferro através do fenômeno de ressonância nuclear. O CTF possui 2 espectrômetros de transmissão e um espectrômetro de reflexão, menor e portátil, idêntico ao utilizado em missões de explorações espaciais.

Em complemento às atividades laboratoriais, a geração de soluções tecnológicas para o mercado passa por testes no minério de ferro em equipamentos que reproduzem os processos de beneficiamento mineral e desenvolvimento de sinter e pelotas. Para isso, são utilizadas as plantas-piloto de tratamento de minério e de pelotização e sinterização, instaladas na área do CTF, que fazem o trabalho de simulação física.

O CTF dispõe também de modelos matemáticos para simular os processos siderúrgicos, sendo capazes de prever o comportamento dos minérios de ferro existentes no mercado, permitindo a avaliação do desempenho nos diferentes processos e auxiliando o desenvolvimento de soluções integradas de carga.

Parcerias[editar | editar código-fonte]

Brasil:

  • IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo
  • PUC- RJ – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  • UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais
  • UFSCar – Universidade Federal de São Carlos
  • UNB – Universidade de Brasília
  • USP – Universidade de São Paulo
  • UFF – Universidade Federal Fluminense
  • UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro
  • UFOP – Universidade Federal de Ouro Preto

EUA:

  • CMU - Carnegie Mellon University
  • MIT – Massachusetts Institute of Technology

França:

Alemanha:

  • SGA – Studiengesellschaft für Eisenerz-Aufbereitung

China:

  • CSU – Central South University
  • USTB – University of Science and Technology of Beijing

Japão:

  • Nippon Steel Corporation
  • USTB Nippon Steel Technical Research

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]