Chaebol

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Chaebol (ou Jaebol, Jaebeol; AFI['ʨɛːbəl]) é o termo coreano que define um conglomerado de empresas em torno de uma empresa-mãe, normalmente controladas por famílias, tais como Samsung, Hyundai e LG .

Os 10 maiores Chaebol da Coreia do Sul são Samsung, Hyundai Motor Company, LG, SK, Hanjin, Hyundai Heavy Industries, Lotte, Doosan, Hanhwa, e Kumho Asiana.

Reformas[editar | editar código-fonte]

Sob o mandato do presidente Kim Dae-jung, eleito em meio a uma onda de crises, o governo coreano empregou esforços para reformar a economia, atingido os Chaebol da seguinte forma:

  • Os Chaebol foram pressionados para focar seus esforços em determinados ramos industriais, em vez de competirem em uma multiplicidade de ramos diferentes.
  • Os Chaebol foram pressionados a descentralizar sua gerência e a contratar gestores estrangeiros capacitados.
  • As leis de auditoria foram ajustadas a fim de garantir maior controle e evitar que os Chaebol escondessem os prejuízos de algumas de suas subsidiárias.
  • A legislação concorrencial e as leis tributárias relacionadas a herança foram modificadas a fim de evitar a continuidade do controle dos Chaebol por parte de algumas famílias.

Considera-se que Kim e seu sucessor, Roh Moo-hyun, tiveram sucesso parcial. Os Chaebol continuam a preponderar na economia coreana e a Hyundai e a SK Group estiveram envolvidas em escândalos junto com o governo. A Federação Coreana de Indústrias, uma associação de Chaebol, assumiu papel de liderança na resistência às mudanças propostas pelo governo.

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