Christian Goldbach
| Christian Goldbach | |
|---|---|
| Matemática | |
| Nacionalidade | |
| Nascimento | 18 de março de 1690 |
| Local | Königsberg, Prússia |
| Falecimento | 20 de novembro de 1764 (74 anos) |
| Local | Moscou |
| Actividade | |
| Campo(s) | Matemática |
| Conhecido(a) por | Conjectura de Goldbach |
Christian Goldbach (Königsberg, Brandemburgo-Prússia, 18 de março de 1690 — Moscou, 20 de novembro de 1764) foi um matemático prussiano.
Vida e Obra [editar]
Filho de um pastor, Goldbach estudou legislação e matemática. Viajou por toda a Europa e conheceu pessoalmente muitos matemáticos famosos, incluindo Leibniz, Leonhard Euler e Nicolau I Bernoulli. Muito pouco se sabe sobre sua juventude e sua vida antes de seu ingresso para lecionar na Academia das Ciências de São Petersburgo. Goldbach começou a trabalhar lá quando tinha apenas sido fundada a academia, em 1725. Lá tornou-se tutor do czar Pedro II.
Ficou conhecido por corresponder-se com estes e com matemáticos como Leonhard Euler, com quem discutiu longamente sobre sua conjectura sobre somas de números primos. Graças ao seu relacionamento profissional que manteve com Leonhard Euler que lhe permitiu discutir abertamente muitos aspectos de sua conjectura e de diversos outros temas oriundos da discussão acerca da teoria dos números.
Goldbach escreveu vários documentos em apoio das suas teorias matemáticas e as conclusões. No entanto, poucos trabalhos de matemática encontrou seu benefício significativo.
Foi somente em 1742 que Christian Goldbach entrou para o corpo do Ministério dos Negócios Estrangeiros Russo.
Goldbach é reconhecido por suas contribuições à resolução de problemas no domínio da matemática. Atualmente, é conhecido pela conjectura de Goldbach.
Goldbach solicitava a Euler para testar suas teorias e problemas matemáticos. Esse fato às vezes passa por incompreensível, visto que Goldbach foi bastante eficaz como matemático. Acredita-se que Christian Goldbach tinha a matemática mais como uma atividade recreativa e de passatempo. Parte de sua obra foi deixada incompleta quando morreu.