Ciência sem Fronteiras

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Ciência sem Fronteiras é um programa de pesquisa criado em 26 de julho de 2011[1] pelo governo federal brasileiro para incentivar as bolsas de iniciação científica e projetos científicos no exterior.[2] [3] [4] [5] A meta é que sejam distribuídas pelo programa 101.000 bolsas de estudo até 2015.[6]

Objetivos[editar | editar código-fonte]

O programa tem como objetivos: Investimento na formação de pessoal qualificado nas competências e habilidades necessárias para o avanço da ciência na sociedade do conhecimento; Aumento da presença de pesquisadores (e estudantes) de vários níveis em instituições de destaque no exterior; Promover a inserção das instituições brasileiras internacionalmente com abertura de oportunidades semelhantes para cientistas e estudantes estrangeiros; Ampliar o espírito inovador de pessoal das indústrias tecnológicas; Atrair talentos científicos e investigadores altamente qualificados para trabalhar no Brasil.

Modalidades e metas[editar | editar código-fonte]

Modalidade Nº de Bolsas
Doutorado sanduíche 15.000
Doutorado pleno 4.500
Pós-doutorado 6.440
Graduação sanduíche 64.000
Desenvolvimento Tecnológico e Inovação no Exterior 7.060
Atração de Jovens Talentos (no Brasil) 2.000
Pesquisador Visitante Especial (no Brasil) 2.000
Total 101.000

Áreas prioritárias[editar | editar código-fonte]

As áreas contempladas são:[7]

  • Engenharias e demais áreas tecnológicas;
  • Ciências Exatas e da Terra;
  • Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde;
  • Computação e Tecnologias da Informação;
  • Tecnologia Aeroespacial;
  • Fármacos;
  • Produção Agrícola Sustentável;
  • Petróleo, Gás e Carvão Mineral;
  • Energias Renováveis;
  • Tecnologia Mineral;
  • Biotecnologia;
  • Nanotecnologia e Novos Materiais;
  • Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais;
  • Biodiversidade e Bioprospecção;
  • Ciências do Mar;
  • Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação);
  • Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva;
  • Formação de Tecnólogos.

Cotas[editar | editar código-fonte]

Com a decisão do Supremo Tribunal Federal de que as cotas raciais para ingresso no ensino superior são constitucionais, a ONG Educafro decidiu reforçar a cobrança por cotas no programa Ciência sem Fronteiras.[8] [9] [10] A Educafro propôs que 35% das bolsas sejam concedidas para negros, índios e brancos pobres.[11] [12] [13]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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