Castelo de Cola

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Castelo de Cola
Castelo da Cola.JPG
Castro da Cola, Portugal.
Mapa de Portugal - Distritos plain.png
Construção ()
Estilo
Conservação
Homologação
(IGESPAR)
N/D
Aberto ao público


O Castelo de Cola, também conhecido como Castro da Cola ou Cidade de Marrachique, localiza-se no Alentejo, na freguesia, cidade e concelho de Ourique, distrito de Beja, em Portugal.

Localizado em posição dominante sobre um pequeno outeiro, existem poucas informações históricas sobre este importante sítio arqueológico.

Índice

[editar] História

[editar] Antecedentes

As pesquisas arqueológicas indicam que a ocupação de seu sítio remonta a um castro ou citânia do período neolítico, com particular expressão durante a Idade do Ferro. Foi ocupada por fenícios ou cartagineses, sendo os vestígios relativos ao período Romano insuficientes para permitir uma conclusão.

[editar] O período medieval

Na alta Idade Média, são significativos os testemunhos do período Muçulmano, a partir do século VIII, que indicam uma comunidade significativa, baseada na atividade agrícola e pecuária, onde a tecelagem tinha importante papel. Data deste período, ou do subseqüente, cristão, o primitivo complexo defensivo, integrado por uma fortificação principal e defesas secundárias.

Essas pesquisas vêm de encontro à suposição aceite de que, quando da ocupação Muçulmana a primitiva defesa da povoação deu lugar a um pequeno castelo, que, à época da Reconquista cristã da península, passou para as mãos dos portugueses durante o reinado de D. Afonso III (1248-1279). Este soberano teria ordenado reparos nas suas muralhas.

Por razões hoje desconhecidas, a estrutura foi abandonada por volta do século XVI, vindo a cair em completa ruína. É desta época a primeira referência documental com relação a estes vestígios arqueológicos, na pena de André de Resende, humanista português, que teria visitado este Castro em 1573.

[editar] Os nossos dias

Este sítio arqueológico encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910. O arqueólogo Abel Viana foi o pioneiro no seu estudo sistematizado, com base nas lendas locais que referiam um tesouro da "moura encantada". As pesquisas arqueológicas que iniciou em 1958 foram suspensas pelo seu falecimento em 1964.

[editar] Características

Em alvenaria de pedra, subsiste a entrada para um subterrâneo, atualmente inundado, o que dificulta o acesso. São visíveis, também, as fundações da primitiva torre que defendia e franqueava a entrada da estrutura medieval.

[editar] Ligações externas



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Ver também: Fortalezas de Portugal


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