Cinema digital

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O Cinema digital traz uma tecnologia que sofre constantemente novos aperfeiçoamentos. O mundo digital possibilita produzir um filme de forma mais barata e menos complicada. Waldemar Lima acredita que a demora para a implantação do Cinema Digital não é pela qualidade de imagens, cores, contrastes, e sim é uma briga comercial. "É briga pela venda de filme virgem para produção e cópias, é briga por distribuição e por exibição".

O uso da moviola, equipamento de edição de película, dificilmente é usado, segundo. "Hoje em dia este processo está obsoleto, e por isso todos os que filmam em película, seja em 16 ou 35mm, telecinam seu material para digital, a fim de editarem em ilhas digitais não-lineares. Depois do filme editado, eles levam a marcação do negativo (edl- edit decision list) para o laboratório, onde este é cortado e emendado de acordo com a edição feita digitalmente. Depois da emenda, o filme é copiado e tem sua primeira cópia pronta para ser exibida nos cinemas", explica Freitas.

Na edição digital, o processo é um pouco diferente: depois de filmar (película), ou gravar (vídeo), o cineasta pode ir direto para a ilha digital e editar seu filme. Com o filme pronto, é só enviar para os laboratórios especializados e fazer sua cópia em película 16 ou 35mm. Este processo é chamado de transfer, kinescopagem ou ampliação. A imagem não é a mesma de um filme realizado em película, já que os grãos da película dificilmente são reproduzidos, mas o gasto é infinitamente menor.

As vantagens do sistema digital está em transformar a imagem em sinal eletrônico, diferente do cinema em película, que sensibiliza o filme virgem. O processo de revelar, telecinar, criar efeitos especiais e editar em película torna o cinema caro demais, dificultando a produção de filmes independentes. O cinema digital reduz custos e tem tudo para provocar uma disparada de produções, que mostrem novos diretores.

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