Clóvis (carnaval)

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A fantasia de Clóvis é bastante comum nos subúrbios cariocas nos dias de carnaval.

Clóvis ou rodado é a evolução do bate-bola ambos são nomes de fantasias carnavalescas característica do subúrbio (principalmente as Zonas Norte e Oeste) do Rio de Janeiro, no Brasil. A tradição foi trazida pelos colonizadores portugueses, tendo sido também influenciada pela folia de reis. Supõe-se que o nome tenha derivado do inglês clown, "palhaço", e que teria sido criado no início do século XX, a partir da interpretação popular do termo pelo qual eruditos teriam denominado os foliões fantasiados1 .

Nos primórdios, a fantasia de clóvis se assemelhava muito à de palhaço, porém incluindo máscaras aterrorizantes. Batendo no chão com suas bexigas de boi bastante fedorentas, presas por corda a uma vara ou cabo, os bate-bolas eram o terror da criançada. As bolas deixaram de ser bexigas e agora são de borracha ou plástico mas a atitude amedrontadora dos bate-bolas se mantém.

Com o tempo, a indumentária foi incorporando novas características e, atualmente, os grupos de clóvis podem ser classificadas em diversos tipos, tais como "bola-e-bandeira", "leque-e-sombrinha", "sombrinha-e-boneco", entre outros.

A maioria das turmas tem nomes ligados a sentimentos. Exemplos de nomes das turmas de Nilópolis são: Humildade, Emoção, Explosão, Alegria, etc. As turmas de bola-e-bandeira têm nomes como Zorra Total, Barulho, Agonia, Bombardeio, Abusados etc.

Referências

  1. QUERO, C. BBC Brasil. Tradição dos subúrbios, bate-bola se renova no Carnaval do Rio. 9 de fevereiro de 2013. Disponível em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/02/130201_bate_bola_cq.shtml. Acesso em 13 de fevereiro de 2013.

PEREIRA, Aline Valadão Vieira Gualda. Tramas simbólicas: a dinâmica das turmas de bate-bolas do Rio de Janeiro. 2008. 1 v. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-graduação em Artes, Uerj, Rio de Janeiro, 2008.