Classe alta

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As famílias ricas tradicionais geralmente residem em antigas mansões, palacetes e solares, que muitas vezes contam a história da família.
As famílias ricas modernas preferem residir em espaçosos e modernos edifícios nos chamados bairros nobres.

Classe alta ou "classe A" é uma classe social presente no capitalismo moderno que se convencionou tratar como possuidora de um poder aquisitivo e de um padrão de vida e de consumo além do razoável, de forma a não apenas suprir suas necessidades de sobrevivência como também a permitir-se formas variadas de lazer e cultura, é comum chegar aos padrões de consumo eventualmente considerados exagerados; também sendo conhecida como classe dominante ou elite. A classe alta está presente desde milênios passados apresentada como nobreza.

Até hoje é comum esta ser a classe mais ligada a política e indústrias. Porém, hoje no mundo todo há pessoas sem estudos que chegam a essa elite por meio da fama, como é o caso de alguns atores, músicos, escritores, apresentadores, modelos, e atletas. Essas pessoas são as chamadas socialites.

Considera-se como classe alta aquela família que tem uma renda mensal de no mínimo vinte salários mínimos, atualmente R$ 13.560 no Brasil, um critério profundamente questionável, uma vez que um casal de engenheiros assalariados consegue isso com tranquilidade. Estão nessa classe 50% dos "empresários" do país, 20% dos profissionais autônomos, 70% professores universitários, 20% da classe política e legislativa, 40% da classe judiciária e 30% dos descendentes de famílias nobres tradicionais (carece de fontes!).

A classe alta norte-americana (Upper Class); são aqueles com enorme influência, riqueza e prestígio. Membros desse grupo têm uma tremenda influência sobre as principais instituições do país. Essa classe compõe cerca de 1% da população total do país e retêm em torno de 30% de todas as riquezas. Têm renda igual ou superior a US$ 200.000 anuais (R$30.000 por mês).