Claudio de Moura Castro

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Claudio de Moura Castro
Economia, educação e mercado de trabalho
Nacionalidade Brasil brasileiro
Atividade
Campo(s) Economia, educação e mercado de trabalho
Instituições Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
Fundação Getúlio Vargas
Universidade de Chicago
Universidade de Brasília
Universidade de Genebra
Universidade da Borgonha
Centro Nacional de Recursos Humanos
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada
Banco Mundial
Banco Interamericano de Desenvolvimento
Alma mater Universidade Federal de Minas Gerais
Universidade Yale
Universidade de Berkeley
Universidade Vanderbilt
Conhecido(a) por especialista em educação

Trechos das declarações do professor Cláudio de Moura

Castro durante o debate sobre formação e qualificação 

profissional, promovido pelo jornal Folha de São Paulo, 

em 29 de maio de 2008, em São Paulo. O debate foi 

mediado pelo jornalista Gilberto Dimenstein e contou 

também com a participação do ministro do Trabalho e 

Emprego, Carlos Lupi; do secretário de Emprego e 

Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Guilherme 

Afif Domingos; e do diretor regional do SENAI, Luiz Carlos 

de Souza Vieira.CLÁUDIO MOURA CASTRO – Eu gostaria de abordar cinco 

pontos. Começo com o SENAI, do Sistema S, sobretudo porque tenho 

mais experiência com o SENAI. Neste momento estão sendo discutidas 

questões de mudança de financiamento. Para fazer isso, eu tenho que 

ser quase autobiográfico. Na década de 1970, escrevi dois livros sobre o 

SENAI e mais um bando de artigos. Na década de 1980, dirigi a Divisão 

de Política de Formação Profissional da OIT (Organização Internacional 

do Trabalho), ocasião em que devo ter visitado entre 50 e 100 escolas. 

Na década de 90, no Banco Mundial, trabalhei no Mundo Soviético e no 

Mundo Árabe, e visitei cerca de 100 escolas. Tudo escola profissional. No 

Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), eu dirigi uma Divisão, 

também de política e visitei 20 escolas profissionais. Eu tenho 

quilometragem de visitar escola profissional. O que eu vi? Eu vi Primeiro 

Mundo no Primeiro Mundo e vi Terceiro Mundo no Terceiro Mundo. Após 

haver visitado 40 ou 50 escolas do SENAI, pelo Brasil afora, o único país 

de Terceiro Mundo em que vi escola de Primeiro Mundo foi no Brasil. É 

um depoimento pessoal. Eu ia às Olimpíadas do Conhecimento, em que o 

SENAI tem aparecido de forma muito expressiva, onde só entra Primeiro 

Mundo, e confirmava uma observação minha: o Brasil é o único país de 

Terceiro Mundo – e a gente espera que deixe de ser de Terceiro Mundo 

em breve, mas, por enquanto, ainda tem um pezinho lá no Terceiro 

Mundo – com um sistema de formação industrial de Primeiro Mundo. 

Referências

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