Clube Atlético Juventus

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Juventus
CA JUVENTUS.png
Nome Clube Atlético Juventus
Alcunhas Juve
Moleque Travesso
Torcedor/Adepto Juventino
Mascote Moleque Travesso
Fundação 20 de abril de 1924 (90 anos)
Estádio Estádio Conde Rodolfo Crespi
Capacidade 5.000 Lugares
Localização Brasão da cidade de São Paulo.svg São Paulo, São Paulo SP,  Brasil
Presidente Brasil Rodolfo Cetertick
Treinador Brasil Rodrigo Santana
Patrocinador Brasil Grupo Planinvesti
Brasil PlanVale
Brasil Guima Conseco
Material esportivo Brasil Deka
Competição São Paulo Campeonato Paulista
São Paulo Copa Paulista
Divisão São Paulo Série A3
São Paulo A3 2014
São Paulo CP 2014
13º Colocado
Em julho
São Paulo A2 2013
São Paulo CP 2013
20º Colocado
6º Colocado
São Paulo A3 2012
São Paulo CP 2012
4º Colocado
17º Colocado
Ranking nacional 214º Lugar, 100 pontos
Website Site Oficial
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
Temporada atual
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O Clube Atlético Juventus (conhecido popularmente como o Juventus da Mooca) é um clube esportivo, recreativo e social da cidade de São Paulo, fundado dia 20 de abril de 1924, por membros da colônia italiana do bairro da Mooca.

Sua sede social fica na Rua Juventus, e o seu Estádio fica na Rua Javari (ambos localizados no bairro da Mooca, zona leste da cidade de São Paulo). O CA Juventus é um dos clubes mais tradicionais da capital paulista. Co-fundador da Federação Paulista de Futebol, é o sexto clube que mais vezes participou do Campeonato Paulista de Futebol. [1]

O Juventus foi Campeão Paulista em 1934, pela Associação Paulista de Esportes Atléticos (que na época era a Liga Oficial do Futebol de São Paulo), e foi Campeão da Copa Paulista de Futebol em 2007 (Organizada pela Federação Paulista de Futebol). A nível nacional o Juventus já foi Campeonato Brasileiro Série B de 1983 (Conhecido na época como Taça de Prata) e foi Vice Campeão do Campeonato Brasileiro da Série C em 1997.

Atualmente o Juventus tem disputado as divisões de acesso do Campeonato Paulista (Série A2 e Série A3) e também disputa a Copa Paulista de Futebol.

Índice

Itália - São Paulo[editar | editar código-fonte]

Cquote1.svg O Brasil é filho de Portugal, mas São Paulo é filho da Itália. Cquote2.svg

A frase do Conde Francesco Matarazzo, resume, o quão importante foi a participação da colônia italiana no desenvolvimento da cidade de São Paulo, nos primeiros anos do século XX. Os italianos influenciaram no caráter e nos costumes do paulistano, que até hoje mantém viva essa "italianidade", principalmente em bairros tradicionais da capital paulista como: Mooca, Brás e Bixiga.

Um mineiro, ao visitar São Paulo em 1902, não pode dominar seu espanto, e o historiador: Aureliano Leite reproduziu as suas impressões:

Cquote1.svg Os meus ouvidos e os meus olhos guardaram cenas inesquecivéis. Não sei se a Itália o seria menos em São Paulo. No bonde, no teatro, na rua, na igreja, lá se fala mais o idioma de Dante que o de Camões.[2] Cquote2.svg

O mesmo aconteceu com o jornalista Português Sousa Pinto, que na mesma época, ao chegar na estação, não conseguiu se fazer entender por vários cocheiros de tílburis, que falavam os mais diversos dialetos italianos, com predominância do dialeto napolitano de falar gesticulando, característica marcante do povo da Itália meridional.

Durante anos, pelas ruas da cidade, se escutava mais italiano (ou antes, mais os vários dialetos italianos) do que o próprio português.[3]

A influência Italiana na cidade de São Paulo era tanta, que certo dia o próprio governador do Estado de São Paulo confessou que:

Cquote1.svg Se no telhado de cada casa, fosse desfraldada a bandeira do país de origem do proprietário, São Paulo, vista do alto, pareceria uma cidade italiana.[4] Cquote2.svg

No dia 1 de janeiro de 1900, nascia no município de Sorocaba (interior do Estado de São Paulo) o primeiro clube de italianos do Brasil: O Sport Club Savoia.[5] O Savoia foi fundado por operários italianos de uma fábrica da cidade de Votorantim. Esses imigrantes queriam representar o "Calcio" e a sua Pátria Mãe Itália, que acabara de se tornar um país unido. O nome Savoia e o uniforme em azul, era em referência a "Famiglia Saboia", que de 1861-1946, foi a família Real da Itália Unificada. O distintivo do Savoia de Sorocaba era a Cruz de Savóia, símbolo da Itália unificada, que posteriormente também foi adotado como distintivo da "Società Sportiva Palestra Italia de São Paulo" (atual Palmeiras).

Depois do Savoia, muitos clubes foram fundados por imigrantes italianos e pelos seus descendentes, principalmente na cidade e no Estado de São Paulo. Entre os notáveis estão: Corinthians (Fundado em 1910)[6] , Guarani (Fundado em 1911)[7] e o Palmeiras (Fundado em 1914).[8] [9]

Em 1924 nasceu o Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube, clube de futebol fundado por operários italianos, que trabalhavam no Cotonifício Crespi. No dia 19 de fevereiro de 1930, em Assembléia Geral Extraordinária, a diretoria do clube da Mooca resolveu mudar o nome da agremiação. Saía de cena o Cotoníficio Rodolfo Crespi F.C e nascia o imortal Clube Atlético Juventus.[10]

O italiano Andrea Ruggeri, disse que em seu país o Juventus é o time que representa a Itália em terras brasileiras:

Cquote1.svg Para nós da comunidade italiana o Juventus é o nosso time, o verdadeiro time italiano, é a nossa casa, pois representa dois times da Itália que são rivais e aqui vivem em união dentro de um único clube. No Brasil, o italiano entende que o representante do seu futebol aqui é o time do Juventus da Mooca.[11] Cquote2.svg

1920 a 1924[editar | editar código-fonte]

O antigo prédio do Cotonifício Crespi continua imponente no bairro da Mooca.

Embora existam algumas dúvidas com relação às origens do Juventus, a versão mais provável é a seguinte[12]  :

Em meados dos anos 20, o italiano Vicente Romano, juntamente com o seu amigo português Manoel Vieira de Souza (chefe da contabilidade do Cotonifício Rodolfo Crespi) resolveram fundar um clube de futebol, com a intenção de participar de jogos amistosos na várzea paulista.

Ao novo clube foi dado o nome de “LA GRECA” que significa oriundo da Grécia. Este nome tinha ligação com a origem de Vicente Romano, que era imigrante italiano nascido na região de Campânia (Sul da Itália) que a muitos anos foi colonizada pelos gregos antigos, e que muitos antes da Itália existir, foi parte da Magna Grécia.

O clube teve como primeiro presidente Vicente Romano, e como vice presidente Manoel Vieira de Souza (teoricamente) os verdadeiros fundadores, do futuro, CA Juventus. Anos depois, tanto os diretores quanto os jogadores do clube, eram funcionários do Cotonifício Crespi.

Aqui, abrimos parênteses para falar da história de um outro clube, o "EXTRA SÃO PAULO" :

Muitos afirmam que o "Extra São Paulo" é a verdadeira origem do Juventus, e outros entendem ser mesmo o sucessor do “La Greca”.

Por isso, não podemos deixar de citar a existência do Extra São Paulo; Que ostentava as cores da bandeira do Estado em seu uniforme: Preto, Vermelho e branco. Porém o exito do clube, despertou a atenção do Conde Rodolfo Enrico Crespi, proprietário do Cotonifício Crespi, onde trabalhavam os fundadores do Extra São Paulo, e do La Greca.

Conde Rodolfo Crespi recebia da Itália o título de “ Cavaliere Del Lavoro” (Cavalheiro do Trabalho) [13] , outorgado pela Ordem de Cavalheiro ao Mérito do Trabalho na Itália. A diretoria do Extra São Paulo, homenageando-o, mudou o nome da agremiação para Cavalheiro Crespi F.C, lisonjeado pela homenagem, O Conde Rodolfo Crespi, dá um espaço de sua propriedade ao funcionários, para que ali se construísse o campo de futebol; Na área que ficava entre a Rua Javari (à época rua Javry) e Rua dos Trilhos, local onde ainda hoje está o Estádio Conde Rodolfo Crespi, o Estádio do CA Juventus, apelidado de " O Estádio da Rua Javarí".

Escudo do Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube

1924 – Fundação[editar | editar código-fonte]

O Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube foi fundado no ano de 1924 em uma modesta salinha, fruto da fusão do Extra São Paulo Futebol Clube e do Cavalheiro Crespi Futebol Clube, tradicionais clubes da várzea do bairro da Mooca formado por operários italianos, empregados da fábrica de tecidos da família Crespi.

Na ocasião decidiu-se por manter as cores do Extra São Paulo - vermelho, preto e branco - como sendo as oficiais da nova agremiação, aproveitando deste clube a maioria dos jogadores que já gozavam de certo prestígio nos "campinhos do bairro". Em contrapartida, o Cavalheiro Crespi F.C. cedeu a sua sede social - localizada na Rua dos Trilhos, nº 42 (antigo), preservando como data simbólica de fundação do clube o dia 20/04/1924.

Gramado do Estádio Conde Rodolfo Crespi, o Estádio da Rua Javarí.

1925 – Campo da Rua Javari[editar | editar código-fonte]

No dia 24 do 04 de 1925, o Conde Rodolfo Crespi, cede um espaço de sua propriedade para que ali se construísse o campo de futebol, na área que ficava entre a Rua Javari (à época Rua Javry) e rua dos Trilhos. Local este, onde ainda hoje fica o Estádio Conde Rodolfo Crespi. Aquele espaço, antes era utilizado como cocheira de seus cavalos que corriam regularmente no Jockey Club de São Paulo (antigo Hipódromo da Mooca na rua Bresser.[14] As vitórias do novo clube, eram comemoradas na Pizzaria do Romanatto, na mesma Rua Javari, animada pela Banda do Ernestin. Além da colaboração da família Crespi, o clube também contava com importante colaboração de tradicionais famílias Mooquenses (moradores do bairro da Mooca), entre eles os Romanatto (donos da pizzaria) e as famílias: Cipullo, Grandino, Masi, Romano, Patrima, Agarelli, Agnani, Anunziato, Castilho, Vieira de Souza, Soares entre outras.[15]

1929 – Campeão Paulista 2ª Divisão[editar | editar código-fonte]

Uma campanha fantástica realizou o Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. na conquista do título de Campeão Paulista da 2º Divisão no ano de 1929. Foram 16 partidas, 13 vitórias, 02 empates e 01 derrota, com 46 gols marcados e apenas 13 gols sofridos. No dia 26/01/1930 o Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. venceu por 1 x 0 a A.A. Republica no Estádio da Rua Javari, gol marcado por Piccinin. Com esta conquista, o clube fora convidado a participar da Divisão Principal do Futebol Paulista.

1930 – Mudança de nome: Nasce o imortal Clube Atlético Juventus[editar | editar código-fonte]

No dia 19/02/1930, em Assembleia Geral Extraordinária, a diretoria do clube da Mooca resolveu mudar o nome da agremiação. Saía de cena o romântico Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. e surgia o Clube Atlético Juventus. O nome Juventus é uma homenagem à Juventus de Turim na Itália. A ideia partiu do co-fundador da equipe, o benemérito empresário Italiano Conde Rodolfo Crespi, que era originário da cidade de Busto Arsizio (Província de Varese), e que acabara de regressar de viagem ao seu país de origem, onde (de passagem pela região do Piemonte) assistiu a uma partida da Juventus de Turim, com a qual se entusiasmou, levando-o a sugerir que a agremiação da Mooca passasse a se chamar Clube Atlético Juventus.[16]

Juventus provém do Latim, e significa Jovem. A letra "J" não é considerada parte do alfabeto padrão da língua italiana.[17] Porém no caso da Juventus de Turim, seu nome começa com tal letra, porque o"J" é usado no dialeto Piemontês; linguá falada na região de Piemonte, região onde foi fundada a Juventus de Turim.

1930 – Uniforme do C. A. Juventus[editar | editar código-fonte]

Originalmente, os diretores do C.A. Juventus pretendiam usar as mesmas cores do uniforme da Juventus da Itália - preto e branco. Este fato criou um impasse, pois grande parte dos filiados dessa divisão - Corinthians, Santos, Ipiranga e outros - já ostentavam estas mesmas cores. Diante dessa situação o C. A. Juventus, sem opção, procurou não aderir às cores já existentes nas demais agremiações, muito menos as suas cores tradicionais: o preto, vermelho e branco, cores estas também adotadas pelo extinto São Paulo da Floresta e S.C. Internacional.

Procurou-se então uma cor sem semelhantes em São Paulo, e por sugestão de seu maior benfeitor, O Conde Rodolfo Crespi, O clube da Mooca optou pelas cores "Grená e Branco" cuja semelhança tratava-se justamente da outra equipe Italiana de Turim, o Torino Football Club, principal rival da "Vecchia Signora".

1930 – Estreia na elite[editar | editar código-fonte]

O histórico dia 16 de março de 1930 marcou a estreia na elite do futebol estadual. Clube Atlético Juventus e Santos F.C. se enfrentaram no Estádio da Vila Belmiro, em Santos-SP em partida válida pelo Campeonato Paulista da Divisão Principal. O resultado não foi dos melhores para os juventinos: derrota por 6 x 1. Porém, não havia motivo para desânimo ou tristeza. O sonho maior de estar entre os grandes já era uma doce realidade para aquele grupo de abnegados e apaixonados juventinos. O C.A. Juventus entrou em campo com a seguinte formação: José (G), Berti, Segalla, Romeu, Túllio (capitão), Rafael, Raul, Balista, Moacyr, Bellacosa, Pedro. Técnico: Anniello Annunziato. O primeiro gol juventino na história do Paulistão foi marcado pelo avante Piccinin.

1930 – Surge O Moleque Travesso[editar | editar código-fonte]

No dia 14 de setembro de 1930, um fato marcante entraria para todo sempre na história do Clube Atlético Juventus. Disputando pela primeira vez a elite do futebol profissional, o Garoto - como o Juventus era apelidado pelo jornalista italiano Tomás Mazzoni- surpreendeu a todos ao vencer a forte equipe corintiana em pleno Parque São Jorge por 2 a 1, gols marcados por Nico e Piola. Nascia ali um fatalismo, um apelido e um mascote para o clube. Surgia a mística do Moleque Travesso, imortalizada nas palavras do inesquecível jornalista esportivo Tomás Mazzoni, que batizou o feito do novato time da Mooca como: "Uma travessura de um moleque, que ousou vencer um gigante, em seus próprios domí­nios".

Nesta data histórica o Juventus atuou com: José (G), Berti, Segalla, Luizinho, Dudu. Raphael, Vazio, Nico, Raul, Piccinin e Piola.

1932 – Máquina Juventina[editar | editar código-fonte]

A melhor campanha do Juventus em toda história do Campeonato Paulista da Divisão Principal aconteceu em 1932. O Juventus figurou como um fortíssimo candidato ao título. Sua equipe formada por: José (G), Segalla, Piola, Joãozinho, Brandão, Rafael, Vazio, Nico, Orlando, Moacyr, Hércules. Técnico: Raphael Liguori.

Os juventinos e a imprensa do passado batizaram esta equipe grená como "Os Inesquecíveis" ou "Máquina Juventina".

1934 – Clube Atlético Fiorentino, O Campeão "Amador"[editar | editar código-fonte]

Uma flor de Lís como essa (só que Branca) era o escudo do C.A Fiorentino.

Instaurando-se o profissionalismo no futebol, o Juventus licencia-se das competições oficiais. Entretanto, com a denominação de Clube Atlético Fiorentino - camisetas grenás e uma flor-de-lis branca no peito como escudo - disputa o Campeonato Paulista Amador, promovido pela Federação Paulista de Futebol, entidade filiada a CBD - Confederação Brasileira de Desportos.

O C. A. Fiorentino não teve dificuldades para vencer um a um os seus adversários e conquistar, por antecipação e de forma invicta, o título de Campeão Paulista "Amador" de 1934, no dia 2 de setembro de 1934, ao bater a Ponte Preta de Campinas na Rua Javari por 5 a 3, gols marcados por Euvaldo, Euclydes, Raul, Bellacosa, Moacyr. Este resultado credenciou o C. A. Fiorentino, Campeão Paulista Amador, para a disputa da final do Campeonato Estadual promovido pela FPF numa melhor de três partidas diante da Ferroviária, Campeã "Amadora" do Interior. Com expressivas vitórias por 5 a 0 e 3 a 1, o C.A. Fiorentino sagrou-se Campeão Estadual Amador de 1934. A finalíssima aconteceu no dia 28/10/1934 no Estádio da Rua Javari. O Fiorentino formou com: Tito (G), Segalla, Bellacosa, Joãozinho (Itália), Dudu, Gongora, Sabratti, Euclydes, Raul, Moacyr, Euvaldo. Sabratti e Raul (2) marcaram para o Fiorentino. Guedes fez o único gol da equipe do interior paulista. Raul da Rocha Soares, que na vitória por 5 a 0 em Pindamonhangaba já havia marcado três gols, foi carregado em triunfo pelos torcedores.

1935 – Ingresso no profissionalismo[editar | editar código-fonte]

Com uma equipe renovada, o Juventus disputa o seu primeiro Campeonato Paulista da era do Profissionalismo.

1940 – Campeão do Pacaembu[editar | editar código-fonte]

No dia 01/05/1940 foi organizado o Torneio Relâmpago do Pacaembu, em comemoração ao novo estádio municipal. Eliminando o Hespanha (Santos) e o Santos, o C.A. Juventus credenciou-se para grande final programada para 05/05/1940 diante da Portuguesa de Desportos.

O Moleque Travesso entrou disposto a mostrar o seu valor e goleou a Lusa por fulminantes 3 a 0, gols marcados por Ferrari, Danilo, Neves. Um título inesquecível. O C. A. Juventus atuou com a seguinte formação: Roberto (G), Ditão, Tito, Ovídio, Sábia, Nico II, Ferrari, Cafelândia (Badi), Danilo, Aurélio, Neves. Técnico: Nico

A espetacular assistência - cerca de 50.000 pessoas - que lotava as dependências do Pacaembu para assistir a final do Torneio de Campeões entre Palestra Itália e Corinthians vibrou e aplaudiu de pé a conquista juventina, que fez da equipe grená o Primeiro Campeão do Pacaembu.

Rua Javarí, a casa do Juventus

1941 - Estádio Conde Rodolfo Crespi da tradicional (Rua Javari)[editar | editar código-fonte]

O Clube Atlético Juventus realizou no dia 13/07/1941 a reinauguração do seu novo estádio num grandioso festival esportivo. Na partida preliminar as equipes do Nacional e do Ypiranga se enfrentaram. Na partida principal enfrentaram-se Juventus e Corinthians. O placar do jogo terminou em 3 x 1 em favor dos alvi-negros. Ferrari de pênalti fez o primeiro gol juventino em sua nova casa. A equipe do bairro da Mooca foi a seguinte: Roberto (G), Guimarães, Sordi (Ditão), Paulo, Sábia, Nico II (Laurindo), Oswaldinho, Ferrari, Jair (Renato), Walter, Robertinho. Técnico: Raul da Rocha Soares.

1950 – Família Crespi se afasta[editar | editar código-fonte]

No inicio dos anos 50, o Juventus passou por um dos momentos mais difíceis de sua história. Após quase trinta anos, a família Crespi se afasta da diretoria do clube após a cogitar uma fusão com a Ponte Preta de Campinas, fusão essa que foi recusada pelo conselho deliberativo Grená.

1953 – Excursão a Europa[editar | editar código-fonte]

Pela primeira vez na sua história o Clube Atlético Juventus realizava uma excursão internacional. Essa excursão foi realizada na Europa central e Leste Europeu. Disputou partidas na ItáliaItalia, ÁustriaÁustria , Suíça , EspanhaEspanha,  Suécia, Alemanha Alemanha e na antiga Iugoslávia.

Dessas partidas, as mais memoráveis foram as partidas contra os times Italianos, por razões óbvias. O resultado final contra os Fratelli D'itala foi favorável ao clube dos Italianos da Mooca: 3 partidas, 6 gols, 2 vitórias e apenas uma derrota, para o Napoli 3 a 2.

1956 – Nova temporada internacional[editar | editar código-fonte]

O Juventus realiza uma marcante excursão à Argentina Argentina. Lá enfrentou importantes clubes, entre eles, o campeoníssimo, e mais famoso no Brasil: Club Atlético Boca Juniors.[18]

1962 – Surge um grande Clube Social[editar | editar código-fonte]

No ano de 1960, apesar das dificuldades financeiras, o Juventus não se contentava em ser apenas o time do coração do tradicional bairro da Mooca e se restringir à rua Javari, ele precisava crescer para não morrer.

Na época, o presidente Roberto Ugolini reunido com a sua diretoria resolve lançar um grande empreendimento, através da construção de um moderno espaço poliesportivo em um terreno adquirido da Companhia Imobiliária Parque da Mooca. Os recursos para a aquisição do imóvel e construção do Clube viriam da venda de títulos patrimoniais, cujo planejamento e operacionalização ficaram a cargo da Companhia Santa Paula Melhoramentos.

E assim o sonho foi concretizado. Em 15 de abril de 1962 foi lançada a pedra fundamental do parque poliesportivo onde hoje está localizada a sede social do Clube Atlético Juventus numa área de aproximadamente 80 mil m², no Parque da Mooca.

1977 – Juventus volta a Europa[editar | editar código-fonte]

O Clube Atlético Juventus, que já tinha feito uma excursão a Europa em 1953, resolveu fazer novamente uma nova excursão ao velho continente. Lá enfrentar importantes equipes da Itália, e aproveitando que estava na Europa, o Juventus ainda enfrentou equipes da Romênia, França e Bulgária.

1982 – A melhor campanha juventina em Campeonatos Paulistas na era profissional[editar | editar código-fonte]

O Juventus fez sua melhor campanha em Campeonatos Paulistas na era do profissionalismo em 1982 (sem contar o terceiro lugar de 2002, mas num torneio sem os grandes do estado). Após dois turnos, os grenás conquistaram o 5º lugar do torneio, ficando atrás apenas de Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Ponte Preta. A campanha do time foi de 38 jogos, com 14 vitórias, 14 empates e 10 derrotas. O Juventus marcou 38 gols e sofreu 35. Essa fantástica campanha credenciou o time a jogar a Taça de Ouro em 1983, a principal divisão do Campeonato Brasileiro, pela primeira vez na história.

1983 – Campeão Brasileiro da Taça da Prata[editar | editar código-fonte]

O time começou o ano credenciado a disputar a Taça de Ouro junto aos mais tradicionais times do Brasil. A chave juventina não era fácil, e contava com as equipes do Atlético/MG, Vila Nova/GO, América/RJ e Rio Branco (ES). Após turno e returno, os grenás ficaram na quarta posição da chave, e disputaram uma repescagem contra o Goiás para ver quem permaneceria na Taça de Ouro e quem seria 'rebaixado' para a Taça de Prata. Em jogo disputado no dia 9 de março de 1983, o Juventus perdeu para o onze esmeraldino por 3x2 no Estádio Serra Dourada, mas apenas na prorrogação. Restava ao clube a disputa da Taça de Prata. Mas poucos poderiam imaginar que aquilo se tornaria no maior feito da história do Moleque Travesso.

Após eliminar Itumbiara (GO), Galícia (BA) e Joinville (SC), o Juventus chegou ao final da competição contra o CSA de Alagoas. Numa emocionante final, o Juventus obteve aquela que é a sua maior conquista: o título da Taça de Prata, hoje equivalente ao título do Campeonato Brasileiro da Série B. O caneco veio após derrotar a equipe alagoana no dia 4 de maio de 1983 por 1 a 0, gol de Paulo Martins no Estádio do Parque São Jorge.

1985 - Copa São Paulo de Futebol Juniores[editar | editar código-fonte]

Como um dos membros fundadores da FPF, e um dos principais clubes da cidade de São Paulo o Clube Atlético Juventus sempre foi um grande clube formador; Já revelou diversos grandes jogadores, que atuaram e atuam, pela Seleção Brasileira de Futebol e até pela Seleção Italiana.

Sendo um clube formador, o Juventus já participou diversas vezes da Copa São Paulo de Futebol Júnior e também já venceu a competição, em 1985.

No dia 21 de janeiro de 1985, venceu a partida contra o Guarani de Campinas por 1 a 0, no Estádio do Pacaembu; Gol marcado por Paulo Roberto de cabeça.

O assim o Moleque Travesso sagrou-se Campeão, pela primeira vez, da Copa São Paulo de Futebol Juniores. O Juventus atuou na finalíssima com a seguinte formação:

Omar (G), Dorval, Paulo Roberto, Amarildo, Flávio, Corina, Diogo, Rui, Paulinho (Divaldo), Raudnei (Betinho) e Marquinhos. Técnico: Borracha.

1993 – A queda após 38 anos na elite[editar | editar código-fonte]

Após uma campanha muito fraca na Primeira Divisão, o Juventus é rebaixado depois de 38 anos. A equipe terminou na 14ª colocação entre 16 participantes e foi obrigada a disputar a recém-criada Série A-2 em 1994. Mas a equipe nem chegou a esquentar lugar no segundo nível estadual, já que o vice-campeonato em 1994 fez com que o time voltasse à elite em 1995.

1997 – O fantástico vice-campeonato brasileiro da Série C[editar | editar código-fonte]

A equipe grená foi tradicional participante da Série B do Campeonato Brasileiro nos anos 80 e começo dos anos 90. O time passou a disputar a Série C em meados dos anos 90, e em 1997 teve a sua melhor campanha na história do torneio. Num campeonato em que a agremiação mooquense chegou a ficar 12 jogos invicto, o time foi promovido à Série B graças ao vice-campeonato nacional. Durante a campanha, a equipe eliminou Atlético Sorocaba (SP), Portuguesa Santista (SP), Rio Branco (SP), Social (MG), Caxias (RS), Ji-Paraná (RO), Tupi (MG) e Francana (SP). O Moleque Travesso só não superou o Sampaio Corrêa (MA), campeão invicto daquele torneio.

1998 – Um ano para se esquecer[editar | editar código-fonte]

Depois de um ano de 1997 inesquecível, o Juventus teve em 1998 um dos piores anos de sua história. No Campeonato Paulista a equipe foi novamente rebaixada após ficar em último lugar do "Torneio da Morte", que reuniu também as equipes da Inter de Limeira, Araçatuba e Portuguesa Santista. O time só voltaria à elite novamente em 2002. No Campeonato Brasileiro da Série B, uma campanha pífia e o último lugar do seu grupo, o que culminou na volta do time para a Série C apenas um ano depois do acesso. De positivo apenas uma histórica vitória contra o Fluminense em jogo pela competição nacional e a primeira visita do time ao Estádio do Maracanã.

2005 – Campeão Paulista da Série A2[editar | editar código-fonte]

Numa campanha memorável, o Juventus venceu o Noroeste de Bauru por 2 a 1 no Estádio da Rua Javari, no dia 26/06/2005, gols marcados por Johnson e Luis Carlos sagrando-se Campeão Paulista da Série A2, o que garantiu o retorno do time da Mooca a divisão principal do futebol estadual.

2007 – Campeão da Copa FPF[editar | editar código-fonte]

Dramática. Assim pode ser definida a conquista mais importante do Juventus no século XXI até então. Com um gol marcado pelo lateral-esquerdo João Paulo no último minuto dos acréscimos no segundo tempo, o Moleque Travesso tornou-se Campeão da Copa Federação Paulista de Futebol, em partida diante do Linense no Estádio da Rua Javari no dia 25/11/2007. A conquista garantiu uma primazia inédita na vida do clube: disputar a Copa do Brasil, a segunda competição nacional mais importante do país.

2008 e 2009 – Dois Rebaixamentos seguidos e crise sem fim[editar | editar código-fonte]

Mais dramático ainda, o Juventus acabou rebaixado para a Série A2 do Campeonato Paulista em 2008, e no ano seguinte acumulou mais um rebaixamento, agora para a Série A3 do Campeonato Paulista, a divisão mais baixa alcançada pelo clube em campeonatos paulistas na sua história.

2012 – Acesso à Série A2[editar | editar código-fonte]

Em 2012, após ficar 3 anos na Série A3, o Juventus garantiu o acesso à Série A2 de 2013.

2013 - Queda para a Série A3[editar | editar código-fonte]

Em 2013, o Juventus foi rebaixado novamente para a Série A3 do Campeonato Paulista, a terceira divisão estadual. A equipe Mooquense perdeu para o Guaratinguetá por 3 a 1, em seu estádio na Rua Javari, na presença de pouco mais de 1 mil torcedores. Restava ao time grená ficar a espera de uma combinação de resultados de adversários que não veio. O Juventus havia sido promovido da A3 em 2012.

San Gennaro[editar | editar código-fonte]

Gravura San Gennaro do pintor italiano Caravaggio.

San Gennaro[19] (em pt-BR: São Januário de Benevento) é um santo católico que tem um grande número de devotos no Sul da Itália, em especial na cidade de Nápoles, e demais cidades da região da Campânia.

San Gennaro também tem muitos devotos no italiano bairro da Mooca, em outras partes da cidade de São Paulo e em algumas outras cidades do estado como: São Caetano do Sul, Batatais[20] , Itatiba[21] etc.

A 1ª igreja de San Gennaro no Brasil, foi fundada em fevereiro de 1914, no bairro da Mooca. No Brasil San Gennaro é padroeiro do Juventus e do bairro da Mooca. Na Itália é o padroeiro de Nápoles e do SSC Napoli.

A devoção ao santo italiano veio na bagagem dos tantos imigrantes, vindos de Nápoles e Sul da Itália (Calábria, Sicilia, Puglia etc), que ao longo do século XX se estabeleceram principalmente na capital paulista[22] (em especial) nos bairros: da Mooca, Brás, Bixiga, Belém, Belenzinho, Tatuapé, Vila Alpina, Jardim Avelino entre outros bairros da Zona Leste de São Paulo, e da região do grande ABC Paulista.

San Gennaro é tão especial para a Mooca e para o CA Juventus, que anualmente acontece uma festa no bairro, em sua homenagem. A Festa de San Gennaro[23] começa no mês de setembro e vai até o primeiro fim de semana de outubro.

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Desde a sua fundação em 20 de Abril de 1924, o Clube Atlético Juventus, já foi dirigido por diversos presidentes, que colaboraram para a construção deste grande complexo esportivo.[24]

Itália Conde Rodolfo Crespi Presidente Honorário Perpétuo
Presidente Início do mandato Fim do mandato
Não há documento oficial que comprove quem foi o primeiro presidente do clube. 1924 1925
BrasilPortugal José da Rocha Soares 1925 1925
BrasilItália José Masi 1925 1925
BrasilItália Eduardo R. Patrima 1925 1927
BrasilItália José Masi 1927 1927
BrasilItália Eduardo R. Patrima 1928 1928
BrasilItália Anniello Annunziato 1928 1929
BrasilItália Conde Adriano Crespi 1929 1949
BrasilItália Antônio de Cillo Neto 1950 1953
BrasilItália Derville Allegretti 1953 1954
Itália Modesto Mastrorosa 1954 1958
BrasilItália Roberto Ugolini 1958 1960
BrasilItália Roberto Ugolini 1960 1974
BrasilPortugal José Ferreira Pinto Filho 1974 1976
BrasilPortugal Américo Egídio Pereira 1976 1979
BrasilPortugalJosé Ferreira Pinto Filho 1979 1996
BrasilItália Milton Urcioli 1996 1998
BrasilItália Milton Urcioli 1998 2002
BrasilPortugal João Heitor de Moura (interino) 2002 2003
BrasilItália Armando Raucci 2003 2009
BrasilEspanha Antônio Ruiz Gonzalez 2010 2011
BrasilLituânia Rodolfo Cetertick[25] 2012

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Elenco Juventino que vai disputar o Campeonato Paulista de Futebol de 2014 - Série A3 e Copa Paulista de Futebol de 2014.

http://www.juventus.com.br/futebol/profissional/elenco-juventino-2014/

http://www.juventus.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2014/07/Elenco-e-Comiss%C3%A3o-com-foto-final1.pdf

Títulos[editar | editar código-fonte]

Nacional
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro (Série B) 1 1983
Estadual
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Copa Paulista 1 2007
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista Amador 1 1934Cscr-featured.svg
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista (Série A2) 2 1929Cscr-featured.svg e 2005

Cscr-featured.svg Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube Cscr-featured.svg Clube Atlético Fiorentino

Títulos não-oficiais
Categorias de base

Futebol Feminino[editar | editar código-fonte]

Participações Nacionais[editar | editar código-fonte]

Participações Campeonato Ano
02 Campeonato Brasileiro Série A 1983/1984.
11 Campeonato Brasileiro Série B 1980, 1981, 1982, 1983, 1986, 1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1998.
06 Campeonato Brasileiro Série C 1994, 1996, 1997, 2000, 2006, 2007.

Jogadores Famosos[editar | editar código-fonte]

Jogadores Famosos que atuaram pelo Clube Atlético Juventus:

Luisão, revelado pelo Juventus.
Alex, revelado pelo Juventus.
Wellington Paulista, revelado pelo Juventus.
Thiago Motta, revelado pelo Juventus, desde 2010 atua pela Seleção Italiana de Futebol.
  • Brasil Brida

Jogadores Revelados pelo Juventus[editar | editar código-fonte]

Os principais jogadores, revelados pelo Clube Atlético Juventus (ao longo da história):

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Nico I (João Batista Chiereghim) - Trabalhou no Cotonifício Crespi, Se tornou jogador profissional no Juventus, nunca atuou profissionalmente por outra equipe e foi o 1º atleta do Juventus convocado para a Seleção Brasileira.[28]

Milton Buzetto - 17 anos no CA Juventus. 10 anos como zagueiro e Capitão nos anos 60 e 7 anos como treinador nos anos 70.

Clóvis Nori - 11 anos no CA Juventus. Encerou sua carreira de zagueiro no Juventus, treinou o time profissional e quase todas divisões de base do clube.[29]

Buzzone - Atacamte nos anos 50-60, foi vice artilheiro do Paulistão de 1958 com 28 gols. Só ficou atrás do Pelé (que marcou 58 gols).[30]

Ataliba - Artilheiro nos anos 70-80, que não se cansava de marcar gols contra o rival Corinthians. Nos início dos anos 80, Ataliba marcou 9 gols em 12 jogos, contra os alvinegros.[31]

Alex Alves - Revelado pelo Juventus, é o único Juventino (na história), que foi artilheiro de uma edição do Campeonato Paulista de Futebol. [32]

Thiago Motta - O Ítalo-brasileiro Thiago Motta, foi o primeiro jogador revelado pelo CA Juventus, convocado pra a Seleção Italiana de Futebol, à segunda seleção da maior parte dos Juventinos.[33]

Jogadores cedidos para Seleção[editar | editar código-fonte]

Alguns dos tantos jogadores, que iniciaram suas carreiras no CA Juventus, e que posteriormente, foram convocados para Seleções:

Jogos Internacionais[editar | editar código-fonte]

16 Jogos 10 Vitórias 4 Derrotas 2 Empates

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

Principais Rivais[editar | editar código-fonte]

Torcidas[editar | editar código-fonte]

Os Juventinos mais fanáticos se concentram sempre atrás do gol.
  • Torcida Ju Jovem (atuante): A torcida foi criada no final dos anos 1970 e tinha como principal figura a do querido ex-presidente Sérgio Mangiullo (in memoriam). O primeiro jogo da torcida foi um Juventus x Corinthians em 1979.
  • Setor 2 (atuante): Se caracteriza pelo estilo Barra Brava. Atualmente é a maior torcida do clube, antes era denominada de Ju-Metal, mas como ficava no Setor 2 do Estádio Conde Rodolfo Crespi na (Rua Javari), mudou de nome em homenagem ao local.
  • Fedayin (atuante)
  • Explosão Juventina (extinta)
  • Caju (extinta)

Futebol feminino[editar | editar código-fonte]

O Clube Atlético Juventus é um dos primeiros clubes a participar dos campeonatos oficiais da categoria.

Apesar da perda de algumas atletas que se transferem para outras equipes, isso não tem impedido ao Clube de, frequentemente, conquistar títulos, como o de campeão paulista de 1987, graças à firme direção da treinadora Magali Aparecida Fernandes.

O Juventus ainda se destaca por revelar jogadoras que hoje atuam na seleção brasileira e grandes atletas formadas nas categorias de base como na escolinha de futebol feminino, onde milita uma grande quantidade de jovens.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • O clube foi batizado com o mesmo nome da Juventus da Itália e pretendia usar as cores tradicionais deste time. O padrão alvinegro, entretanto, já era adotado por muitos clubes paulistas, o que levou à busca de uma combinação sem semelhantes: o branco-grená do Torino; http://www.juventus.com.br/clube/pages/110
  • O cantor e compositor Chico Buarque, quando adolescente queria ser jogador de futebol e chegou a fazer testes juvenis do Juventus.[35]
  • O famoso professor de linguá portuguesa Pasquale Cipro Neto é torcedor do Clube Atlético Juventus.[36]

Clubes homônimos[editar | editar código-fonte]

O Clube Atlético Juventus foi o primeiro Juventus do Brasil. Porém seu nome, sua cor (e até o seu apelido e mascote) deram origem a um outro Juventus.

Fundado em 1966, por um grupo de 27 pessoas do Movimento da Juventude Católica de Jaraguá do Sul (incluindo os Padres Elemar Scheidt e Odílio Erhardt) O Grêmio Esportivo Juventus, também conhecido como o "Tricolor Jaraguaense", é um tradicional clube do futebol de Santa Catarina Santa Catarina.

Além do Clube Atlético Juventus e do Grêmio Esportivo Juventus, ainda exitem outros Juventus espalhados pelo Brasil:

O Juventus Atlético Clube, que atua no futebol do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul

O Atlético Clube Juventus, que atua no futebol do Acre Acre

O Juventus Esporte Clube, que atua no futebol do Amapá Bandeira do Amapá.svg

O Juventus Futebol Clube, que atua no futebol do Rio de Janeiro Rio de Janeiro

O Associação Atlética Juventus Minasnovense, que atua no futebol de Minas Gerais Minas Gerais

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Novo ranking atualizado em 20 de dezembro e divulgado em 21 de dezembro de 2012 [38]

  • Posição: 214º
  • Pontuação: 100 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Livros, revistas e outras publicações que retratam a história ou algumas curiosidades do Juventus:

  • AGARELI, Angelo; ROMANO NETO, Vicente; GALUPPO, Fernando Razzo - Glórias de um Moleque Travesso. São Paulo: Editora Para Todos, 2013


Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Clube Atlético Juventus

Referências

  1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Participa%C3%A7%C3%B5es_dos_clubes_no_Campeonato_Paulista_de_Futebol
  2. http://books.google.com.br/books?id=4hECxprAkAoC&pg=PA327&dq=%22Ouve-se+falar+o+italiano+mais+em+S%C3%A3o+Paulo+do+que+em+Turim%22&hl=pt-BR&sa=X&ei=nAm-UoXtK7OgsATSpoHQDQ&ved=0CEoQ6AEwAA#v=snippet&q=%22Um%20mineiro%2C%20ao%20visitar%20S%C3%A3o%20Paulo%22&f=false
  3. http://books.google.com.br/books?id=ncc7WLAXlmQC&pg=PA100&lpg=PA100&dq=governo+propaganda+atrair+italianos+imigrantes&source=bl&ots=fPPKBPmnJ4&sig=u8CjxKZ9t-eeM-nV5BNYSSiJMWU&hl=pt-BR&ei=Hk_OSf3VNYKItgfHjrjzCQ&sa=X&oi=book_result&resnum=7&ct=result#v=onepage&q=mais%20o%20italiano%20(ou%20ante%2C%20mais%20os%20v%C3%A1rios%20%20dialetos)&f=false
  4. http://books.google.com.br/books?id=ncc7WLAXlmQC&pg=PA100&lpg=PA100&dq=governo+propaganda+atrair+italianos+imigrantes&source=bl&ots=fPPKBPmnJ4&sig=u8CjxKZ9t-eeM-nV5BNYSSiJMWU&hl=pt-BR&ei=Hk_OSf3VNYKItgfHjrjzCQ&sa=X&oi=book_result&resnum=7&ct=result#v=onepage&q=Se%20no%20telhado%20de%20cada%20casa%20fosse%20desfraldada&f=false
  5. http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_Atl%C3%A9tico_Votorantim
  6. http://blogdocitadini.com.br/?p=134
  7. http://www.campeoesdofutebol.com.br/guaranifc_historia.html
  8. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_da_Sociedade_Esportiva_Palmeiras#In.C3.ADcio
  9. http://www1.folha.uol.com.br/esporte/2014/02/1412874-rixa-corinthians-palmeiras-surgiu-por-causa-de-italianos-diz-historiador.shtml
  10. http://www.juventus.com.br/clube/historia/1924-a-1961/
  11. http://gazetavirtual.com.br/mooca-viva-litalia/
  12. http://www.portaldamooca.com.br/hist_juventus2.htm
  13. http://www.cavalieridellavoro.it/cav1.php?stringa=&iniziale=C&attuali=&R_pagina=9&R_pagina=10&R_pagina=11&R_pagina=5&R_pagina=6&R_pagina=7&R_pagina=8&R_pagina=9&R_pagina=12
  14. http://blogs.estadao.com.br/arquivo/2011/10/29/em-1876-jockey-realizava-o-primeiro-pareo-na-mooca/
  15. http://www.portaldamooca.com.br/hist_juventus3a.htm
  16. http://www.portaldamooca.com.br/hist_juventus6.htm
  17. http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_italiano#Demais_letras
  18. História do Juventus, 1924 a 1961
  19. http://it.wikipedia.org/wiki/San_Gennaro
  20. http://www.sangennarodebatatais.com.br/historia/
  21. http://www.itatiba.sp.gov.br/Pontos-Turisticos/eventos-turisticos.html
  22. http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(cidade)#Imigrantes_e_migrantes
  23. http://www.sangennaro.org.br
  24. http://www.juventus.com.br/clube/historia/presidentes/
  25. http://www.juventus.com.br/2014/05/rodolfo-cetertick-e-reeleito-presidente/
  26. [http://terceirotempo.bol.uol.com.br/quefimlevou/qfl/sobre/silva-ex-juventus-3086.html Homônimo do ex- futebolista Guga]
  27. http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/wanderlei-o-touro-do-vale-91
  28. http://www.juventus.com.br/2013/09/blog-manto-juventino-destaca-a-carreira-de-nico/
  29. http://terceirotempo.bol.uol.com.br/que-fim-levou/clovis-nori-o-professor-1955
  30. http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paulista_de_Futebol#Artilheiros
  31. http://www.juventus.com.br/futebol/idolos/ataliba/
  32. http://pt.wikipedia.org/wiki/Campeonato_Paulista_de_Futebol_de_2002
  33. http://www.lancepedia.com.br/jogadores/thiago-motta/
  34. http://futpedia.globo.com/confronto/juventus-x-portuguesa
  35. Juventus-SP quer homenagear Chico Buarque 52 anos após dispensá-lo em peneira uol.com.br (20/06/2011). Página visitada em 30/01/2013.
  36. *Loucos por Futebol comemora Dia do Professor. Página visitada em 21 de maio de 2013.
  37. *Com problema cardíaco, folclórico vendedor de cannoli da rua Javari está novamente internado. Página visitada em 21 de maio de 2013.
  38. CBF (20 de dezembro de 2012). RNC - Ranking Nacional de Clubes - Temporada 2013 (PDF). Página visitada em 22 de dezembro de 2012.